<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031</id><updated>2012-02-14T09:25:57.725-06:00</updated><category term='sociedade'/><category term='SOX'/><category term='fragilidade operacional'/><category term='cultura corporativa'/><category term='subjetividade responsável'/><category term='resolução CFC 1255'/><category term='web semântica'/><category term='insegurança'/><category term='XBRL'/><category term='SPED'/><category term='justiça fiscal'/><category term='ética'/><category term='tecnologia'/><category term='diagnóstico organizacional'/><category term='impairment'/><category term='postura profissional'/><category term='fraudes'/><category term='educação'/><category term='RTT'/><category term='burocracia'/><category term='controladoria'/><category term='aconselhamento'/><category term='contabilidade'/><category term='IFRS'/><category term='comportamento organizacional'/><category term='política'/><category term='paradoxos administrativos'/><category term='auditoria'/><category term='cidadania'/><category term='arquivo'/><category term='lei 11.638'/><category term='cinismo social'/><category term='voluntariado'/><category term='inteligência fiscal'/><category term='valores'/><category term='conflito'/><category term='IASB'/><category term='estratégia'/><title type='text'>AS CRÔNICAS DO REGINALDO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>76</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6233547306821592363</id><published>2012-02-14T07:16:00.004-06:00</published><updated>2012-02-14T09:25:57.731-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>SUSTENTÁCULO DO CRESCIMENTO</title><content type='html'>&lt;span&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo76.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 14/12/2012&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;Desorganizar para crescer; organizar para não quebrar. Esse lema nos leva a deduzir que existe um ponto de ruptura no processo evolutivo das organizações. A questão central é detectar o ápice da curva, onde a coisa começa a degringolar. Não raro, nos deparamos com ambientes nesse estágio de transição onde é perceptível uma movimentação frenética em torno de planos, reuniões, projetos, discursos ufanistas etc. Parece que quanto mais nebuloso fica o futuro, mais esforço é despendido para criar a sensação de que o negócio é sólido e perene. O problema é que publicamente todos demonstram espírito de arrebatamento, mas intimamente a maioria duvida que algo vá dar certo. O desafio é saber o que fazer perante um dilema ou cômpito, onde diversos caminhos acenam com propostas bem parecidas para quem ainda não desenvolveu um discernimento aguçado. Esse é o momento da prova de fogo; é o momento da catarse, da travessia do abismo quando pode ser fatal a escolha de uma ponte quebradiça. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;Entre diversas variáveis discutidas e ruminadas, eventualmente, uma é completamente ignorada. Trata-se do capital humano, que é o sustentáculo de qualquer projeto bem sucedido. Mesmo assim, muitos gestores levam anos para perceber o valor da qualificação dos seus funcionários. Pior ainda, planejam brigar com os grandes sem fazer nenhum tipo de ajuste nos seus processos operacionais. Felizmente, jovens empresários donos de empresas bagunçadas conseguem visualizar claramente a situação do seu empreendimento lá na frente – apostam num modelo viável, detalham minuciosamente suas intenções, implementam ações etapa por etapa, investem em tecnologia e se cercam de bons profissionais. Também, não se desviam do caminho traçado nem esmorecem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;Há uma loja de móveis e eletrodomésticos aqui na nossa cidade que é sinônimo de sucesso. Por isso, todos querem ser uma Bemol. Comentários correm soltos em tudo quanto é reunião de negócios acerca dos números, dos índices, da eficiência, do padrão Bemol. Interessante é que todo mundo quer a omelete, mas poucos estão dispostos a quebrar os ovos. Não é discutido nem debatido nessas ocasiões os caminhos espinhosos que a Bemol trilhou para chegar onde está. Não é discutido o altíssimo investimento em tecnologia da informação, nem sua política de recursos humanos, nem ainda suas crenças e valores. Só se pensa nos frutos doces hoje colhidos no dia a dia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;O que diferencia uma empresa da outra é sem dúvida o seu pessoal. Um amplo contingente de pessoas desqualificadas faz um estrago danado numa organização. Não por má vontade, mas por falta de orientação e preparo adequado ao desempenho de suas funções. Toda a empresa é uma máquina de geração de riqueza e os empregados são as engrenagens dessa estrutura produtiva. Se uma peça defeituosa compromete o bom funcionamento de todas as outras, imagine tudo com defeito. É pane geral. Por incrível que pareça, há quem além de não investir um centavo na qualificação dos seus empregados, ainda lança críticas severas àqueles que buscam qualificação por conta própria. Para esses administradores o que vale é o trabalho braçal feito de qualquer jeito, mesmo que seus clientes vivam reclamando do mau atendimento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;O que fazer então para evitar o declínio na rota ascendente da curva de crescimento? Como ir além e continuar prosperando? As respostas não são facilmente encontradas. Não à toa, somos cercados de casos de empresas que não suportaram o peso do próprio crescimento. Mas uma coisa é certa. Sem pessoas bem qualificadas não se chega a lugar algum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6233547306821592363?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6233547306821592363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/02/sustentaculo-do-crescimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6233547306821592363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6233547306821592363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/02/sustentaculo-do-crescimento.html' title='SUSTENTÁCULO DO CRESCIMENTO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-3415337824093308945</id><published>2012-02-07T06:15:00.002-06:00</published><updated>2012-02-07T06:19:42.802-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura corporativa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fraudes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>EVOLUÇÃO DO "COMPLIANCE"</title><content type='html'>&lt;span   &gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span  &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo75.jpg"&gt;Publicado no Jornaldo do Commercio em 07/02/2012&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos Publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Os mais espertos da sala de aula podem vir a ser espertos demais no ambiente de trabalho. A supervalorização de manobras ousadas nas relações de negócio pode redundar em consequências desastrosas para a organização como um todo.  A competitividade acirrada e a própria dinâmica do mercado acaba fomentando o surgimento de práticas que a princípio são recebidas com louvor, mas que tempos depois se revelam fraudulentas. Basta lembrar o caso Enron. Por isso, muita gente já percebeu que esperteza demais pode ser prejudicial para todo mundo e a consequência dessa percepção resultou na criação de entidades voltadas para o estudo e proposição de práticas sustentáveis de negócio, tendo como fundamentos a ética, responsabilidade social e construção de uma sociedade mais justa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Vivemos num mundo incerto onde eventos e fenômenos surpreendentes desestabilizam o mais bem elaborado planejamento. São colapsos financeiros, ataques terroristas, catástrofes naturais, instabilidade política, convulsões sociais, desvios de conduta, fraudes etc. Aqui no Brasil ainda temos a famigerada insegurança jurídica, corrupção entranhada em todas as células sociais e uma estrutura tributária que se assemelha ao monstro Frankenstein. Lidar com variáveis tão diversas requer a adoção de políticas de gestão de risco e de blindagem patrimonial, com foco no fortalecimento dos controles internos. Por esses e outros motivos ganha força nas organizações a adoção das políticas de “compliance”, termo inglês que significa cumprir o que foi determinado. Tais procedimentos visam estabelecer uma cultura onde as pessoas pautem suas ações em conformidade com as normas estabelecidas. A empresa, por sua vez, também deve dar o exemplo através do cumprimento de regras fixadas por entidades regulatórias. É por demais importante que a via ética seja de mão dupla para que a mensagem vinda do topo não adquira coloração demagógica antes de chegar aos ouvidos da base operacional. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;As políticas de “compliance” são parte importante do sistema de governança corporativa, cujo objetivo maior é zelar pela reputação e pelo valor da companhia, cujo alvo é o mercado; seus parceiros, consumidores e investidores. Há casos de entidades, por exemplo, que já estão utilizando o “compliance” como critério de desempate na escolha de empresas para investimento ou fechamento de acordos comerciais. Esse comportamento do mercado tem assim empurrado as empresas para o campo ético, onde condutas desleais, contrabando, sonegação, trabalho escravo, exploração infantil, não são mais tolerados. Claro e óbvio que a mudança deve acontecer de dentro para fora. Assim, o cerco vem se fechando em volta dos funcionários cuja esperteza foi longe demais. Para os interessados, há todo um conjunto de procedimentos prontos para a adoção do “compliance”, bastando apenas buscar um especialista no assunto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Uma consequência curiosa e positiva da abertura do guarda-chuva ético é que as empresas entre si conseguem certo grau de uniformidade devido à própria pressão do mercado. Já outro elemento ostensivo e determinante no cenário econômico meio que se isola desse processo. Dessa forma, as entidades governamentais passam a ser alvo do movimento ético nascido nas empresas. Corrupção e desmandos já não tolerados no setor privado passam também a não ser tolerados no setor público. Empresas como a Siemens, EDP Energia, Walmart e Natura já orquestram um movimento que pressiona o Congresso pela aprovação de leis moralizadoras da máquina pública.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-3415337824093308945?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/3415337824093308945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/02/evolucao-do-compliance.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3415337824093308945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3415337824093308945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/02/evolucao-do-compliance.html' title='EVOLUÇÃO DO &quot;COMPLIANCE&quot;'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5486123994046707405</id><published>2012-01-24T12:13:00.001-06:00</published><updated>2012-01-24T12:16:42.510-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>O PAVÃO E O URUBU</title><content type='html'>&lt;span   &gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span  &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo74.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 24/01/2012&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Consta no Dicionário Aurélio que “pé-de-pavão” é um pé feio e aleijado. Ou seja, todo esplendor do pavão é de certa forma reavaliado por conta dos seus desventurados membros inferiores. Talvez a Natureza nos queira dizer com isso que as criaturas exageradamente sublimes carregam consigo algum detalhe repulsivo. Já o urubu, coitado, é de todo feio: pés, cabeça, hábitos etc. Em face dos nossos valores estéticos essa ave é uma criatura execrável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Em cartaz no cinema e na televisão, duas produções tratam da política e do que há por trás dela. “Tudo pelo Poder”, do diretor George Clooney, mostra a história de um assessor de imprensa idealista que vê no seu chefe e candidato à presidência dos Estados Unidos, a síntese do estadista impregnado dos mais nobres ideais políticos. Qual sua decepção ao perceber que a política é cheia de armadilhas, onde não há espaço para ingenuidade e idealismo. O protagonista descobre que seu ídolo tinha pés de barro, devido a um envolvimento extraconjugal, fato que poderia destruir um bem estruturado projeto político de ingresso à Casa Branca. Um dos aspectos curiosos dessa produção hollywoodiana é o clima polido e sofisticado da conduta dos personagens. As pessoas são cautelosas; cada palavra é medida e pesada antes de ser pronunciada. Até as discussões e ameaças são amortecidas por fortes doses de civilidade e atitudes pseudo-éticas. O candidato à presidência é perfeito na postura, no discurso, no carisma e na imagem imaculada do cidadão ideal. Seu mortal pecado é engravidar uma estagiária – um assunto tão sério que o faz engolir a chantagem do seu desiludido assessor de imprensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;“O Brado Retumbante”, em exibição na Rede Globo de Televisão, conta a história de um apagado deputado que de um momento para o outro se torna presidente do Brasil. O recém-empossado é um homem de vida pessoal atribulada. Diferentemente do personagem norte-americano que guarda a sete chaves um caso de infidelidade conjugal, aqui a coisa é escancarada ao extremo. O Presidente da República se comporta como um tarado toda vez que se depara com uma mulher bonita. Suas cantadas são grosseiras e ostensivas; fotos comprometedoras vêm a público humilhando a esposa sem que o chefe da nação ache que fez algo de errado. Ele sabe que grande parte da população até elogia seu comportamento machista. Contrapondo-se à compulsividade sexual, o presidente empreende uma cruzada moralizadora das instituições depauperadas pelas sanguessugas das mais variadas colorações partidárias. O enredo da trama conduz o espectador por um labirinto apodrecido de corrupção e mau-caratismo onde nada de nobre é encontrado nos belíssimos cenários que mistura Rio de Janeiro com Brasília. As malandragens e perversões estão em cada fala e em cada gesto de tudo quanto é personagem que orbita o protagonista. Não há diálogos sofisticados nem ambiguidades. A coisa é de todo feia: o papo é reto, os gestos são brutos e as ameaças são explícitas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;A produção tupiniquim é uma obra de ficção que de ficção tem muito pouco. Os acontecimentos parecem um mosaico de escândalos que há muitos anos vem impactando os lares brasileiros. Assistir à minissérie é como se olhar no espelho pela primeira vez e constatar aquilo que já desconfiávamos que existisse. Seria muito oportuno que outras produções bebessem na fonte dos eventos cotidianos para posteriormente entregar ao público uma visão panorâmica das suas próprias vidas. Ou seja, mostrar a realidade nua e crua de uma sociedade desconstruída pela perversão dos valores morais.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comparando-se as duas produções cinematográficas, lá como cá, raramente há jogo limpo na política. A diferença é que a sujeira de lá está num cômodo discreto e escondido enquanto que aqui está na casa inteira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5486123994046707405?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5486123994046707405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/o-pavao-e-o-urubu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5486123994046707405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5486123994046707405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/o-pavao-e-o-urubu.html' title='O PAVÃO E O URUBU'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-9216326239090633229</id><published>2012-01-17T08:17:00.001-06:00</published><updated>2012-01-17T08:19:40.811-06:00</updated><title type='text'>LEALDADE E COMPROMETIMENTO</title><content type='html'>&lt;span  &gt;&lt;b&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span  &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo73.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio/AM em 17/01/2012&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;A glória de Roma foi conquistada pela bravura dos soldados que davam o melhor de si no campo de batalha. Eles sabiam que os esforços seriam recompensados pelos seus líderes via distribuição do espólio da guerra. Afinal de contas, soldado feliz era um soldado leal. A generosidade dispensada aos impávidos guerreiros era um traço marcante do império que viu seu domínio se esparramar por meio mundo. Quando os governantes passaram a inebriar-se com altas doses de mesquinhez os soldados responderam com falta de entusiasmo e Roma caiu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;O filme Gladiador, de Ridley Scott, demonstra tacitamente que lealdade é uma via de mão dupla. O general Maximus Decimus Meridius inspira a lealdade dos seus soldados pela lealdade que continuamente demonstra por quem luta ao seu lado. Ele encarna o pleno espírito do líder que congrega todos à sua volta em torno de um objetivo grandioso, e fala diretamente ao espírito dos seus homens quando diz “o que fazemos em vida ecoa pela eternidade”. O resultado da afinada sintonia entre comandante e comandados é demonstrado numa sequência espetacular onde um pequeno grupo de pessoas derrota outro contingente bem maior e mais equipado. O improvável acontece devido à sinergia que multiplica a força de homens movidos por um poder superior. Muitos dos que se dizem líderes deveriam mesmo era se envergonhar ao assistir a essa bela produção cinematográfica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;O caráter leal do líder marca para sempre seus liderados. Talvez isso aconteça pela escassez de grandeza no espírito de tantos chefes e dirigentes que se acanham frente às injustiças, onde acabam optando pela pequenez da dissimulação e da demagogia – o foco dessa gente é a sobrevida do emprego. Os liderados de pessoas assim são marcados pelo desamparo; passam a desacreditar de tudo e consequentemente fecham seus centros nervosos e criativos. Obviamente, é muito difícil cultivar lealdade e comprometimento num ambiente árido e insalubre. A reclamação é generalizada, as chefias são carregadas de desconfiança e a legitimidade dos chefes é permanentemente questionada. Como no exemplo do Gladiador, um grupo pessoas pode produzir um brilhante resultado ou se refugiar no porão da mediocridade. Tudo depende do desempenho do líder. Por isso mesmo, as empresas poderiam dedicar mais atenção a essas questões, visto que podem ser cruciais para a sobrevivência do negócio. Ou seja, não é somente o empregado que deve vestir a camisa da empresa. A empresa também poderia vestir a camisa do empregado, assim como fazem os desportistas que trocam uniformes com os adversários no final de grandes campeonatos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span &gt;Em vez de desenvolver um ambiente propício à formação de líderes verdadeiros, muitas empresas recorrem aos pacotes motivacionais oferecidos por consultorias especializadas, que prometem aumento de produtividade através da oferta de soluções pasteurizadas e embaladas a vácuo. Tais pacotes parecem substratos de uma lógica cartesiana ou de um algorítmico matemático. Transformar funcionários apáticos em pessoas produtivas tornou-se um mero procedimento burocrático onde tudo é dimensionado, equacionado, implementado, aferido e demonstrado em gráficos 3D. Ou seja, basta seguir à risca uma receita de bolo para que as coisas fiquem cor-de-rosa. O aplicador de tal receita se volta para o processo e ignora a existência da pessoa por trás da mão-de-obra. Assim, o estudo do comportamento se desloca das ciências humanas para as ciências exatas. Não existe alma, não existe empatia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-9216326239090633229?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/9216326239090633229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/lealdade-e-comprometimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9216326239090633229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9216326239090633229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/lealdade-e-comprometimento.html' title='LEALDADE E COMPROMETIMENTO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-217267278691369418</id><published>2012-01-04T02:40:00.003-06:00</published><updated>2012-01-04T02:46:06.497-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='burocracia'/><title type='text'>REGIME DE CAIXA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo72.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 03/01/2012&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nenhum país do mundo cobra tantos tributos sobre faturamento como o Brasil. Enquanto no Canadá e nos Estados Unidos é cobrado um único tributo sobre valor agregado com alíquota de menos de 10%, por aqui os produtos sofrem incidência de IPI, ICMS, PIS, COFINS e CIDE. O risco da ressuscitação da CPMF poderia agravar mais ainda o estado de estrangulamento do caixa das empresas com esse sexteto indigesto. E a ganância não para por aí. Segundo o renomado tributarista Hiromi Higuchi, existe ainda o risco da base de cálculo da contribuição patronal ao INSS ser alterada de folha de pagamento para receita da empresa. Esse quadro tenebroso mostra bem a falta de limites de um governo que se sente à vontade para fazer o que der na telha sem que nenhuma reação venha a brotar da sociedade organizada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A arrecadação de PIS/COFINS já supera a de imposto de renda sobre o lucro das empresas, o que dificulta a extinção desses dois tributos. O FINSOCIAL (atual COFINS) é o tributo com uma multiplicidade imensa de órbitas problemáticas, sendo que nenhum outro foi e é tão contestado na Justiça. A mídia noticiou por esses dias o recorde de 1,5 trilhões de reais arrecadado pelos entes fazendários brasileiros; um volume astronômico de dinheiro que é sugado pela ineficiência e pela corrupção do estado brasileiro. E tem mais! A ânsia e a voracidade do fisco é algo de uma insanidade sem tamanho – ele quer muito dinheiro e quer logo; quer antecipadamente, quer o dinheiro antes mesmo da mercadoria chegar ao estoque das empresas. E se a conta não for paga de imediato o contribuinte se vê solapado por uma tempestade de penalidades que desabam sobre sua cabeça. Parte substancial da legislação tributária é dedicada exclusivamente ao tratamento das penalidades de toda ordem: é multa de tudo quanto é tipo, as quais são relacionadas a uma infinidade de complexas e indecifráveis obrigações acessórias que o atônito contribuinte tem de cumprir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Nos Estados Unidos o gerenciamento das obrigações tributárias é feito até mesmo por uma ou duas pessoas enquanto por aqui é preciso encher salas e mais salas de funcionários para atender ao vasto rol de obrigações burocráticas que a criatividade compulsiva e prolífica do fisco brasileiro não para de publicar nos diários oficiais. Estimativas indicam que até 1,5% do faturamento das empresas são despendidos somente no gerenciamento das obrigações fiscais, algo capaz de escandalizar um investidor estrangeiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma alternativa para amenizar o esmagamento das empresas pelo peso dos tributos é a adoção generalizada do regime de caixa para o pagamento de impostos. A Medida Provisória 2.158-35/2001 faculta às empresas enquadradas no regime do Lucro Presumido a adoção do regime de caixa para o pagamento dos tributos federais. Nada mais justo (ou menos injusto). A obviedade ululante é retirar a parte do governo daquilo que se recebeu. Para piorar o quadro de descalabro há muitas empresas do lucro presumido que não se beneficiam dessa medida provisória. Mas a maluquice maior é ter que cortar a própria carne para dar de comer ao leão do imposto de renda, como acontece com as empresas do Lucro Real, que têm que pagar os tributos sem ter recebido um centavo das vendas a prazo. Para essas empresas, seria oportuno amenizar o sangramento do caixa via utilização de toda inadimplência para reduzir mensalmente a base de cálculo dos tributos sobre o faturamento. Os artigos 340 a 343 do Decreto 3.000/1999 (RIR) desfiam uma espiral de empecilhos e restrições para evitar ao máximo que o contribuinte reconheça as perdas no recebimento de créditos, e assim continue pagando mais e mais imposto sobre receitas não existentes. Isso é mais do que um confisco. É um acinte e uma afronta de um estado tirano.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A proposta do regime de caixa para o pagamento de tributos deveria encabeçar a pauta de reuniões entre representantes do empresariado e do fisco de todas as esferas. Essa é uma luta que deveria está acontecendo. Inclusive, até poderia ser implantado um mecanismo que transferisse automaticamente para o erário o tributo das vendas em dinheiro ou cartão de débito/crédito, ou todo o recebimento das vendas a prazo. Claro, antes seria necessário racionalizar e reformular toda a estrambótica estrutura de tributos sobre valor agregado que hoje impera no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-217267278691369418?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/217267278691369418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/regime-de-caixa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/217267278691369418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/217267278691369418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/regime-de-caixa.html' title='REGIME DE CAIXA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6716819148252861779</id><published>2012-01-04T02:35:00.003-06:00</published><updated>2012-01-04T02:40:08.701-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conflito'/><title type='text'>O DESPERTAR</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo71.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 20/12/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Elton John canta em uma das suas canções: “Churches and dictators, politics and papers, everything crumbles sooner or later…”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O desempregado Mohammed Bouazizi vendia frutas e legumes pelas ruas de uma cidade da Tunísia onde obtinha uma parca renda para ajudar sua família. As autoridades locais, alegando a inexistência de permissão para o comércio ambulante, confiscaram as mercadorias de Bouazizi. Testemunhas relataram a humilhação pública de uma funcionária da prefeitura que esbofeteou o ambulante e cuspiu nele, além de jogar fora as suas frutas. Desesperado pela perda da sua única fonte de sobrevivência o estapeado e despojado Bouazizi procurou as autoridades que se recusaram a ouvi-lo. Assim, o homem tomado pela absoluta desolação se encharcou de gasolina e colocou fogo em si mesmo na frente da sede regional do governo. Mohammed Bouazizi deixou uma mensagem para a mãe pedindo perdão por ter perdido a esperança em tudo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A morte de Bouazizi foi o estopim que fez explodir uma onda de descontentamento que fermentava na alma do povo tunisiano, o qual saiu às ruas para se solidarizar com o legítimo protesto do seu mártir, cuja imolação inflamou os corações de tantos outros oprimidos. A coisa se expandiu de tal forma que em poucos dias fez cair os 23 anos da ditadura de Zine El Abidine Ben Ali. A onda revolucionária ultrapassou as fronteiras da Tunísia atingindo em cheio o Egito, que derrubou Hosni Mubarak, havia 30 anos no poder. Também, a Líbia e seu sanguinário Muamar Kadafi, que foi arrastado pelas ruas feito um cão sarnento. Ocorreram levantes na Argélia, Jordânia, Iêmen, Arábia Saudita, Líbano, Síria, Palestina, Omã, Mauritânia, Marrocos, Djibuti, Barein, Iraque e Kuwait. A imprensa internacional batizou esse movimento de Primavera Árabe em referência à Primavera dos Povos (1848). As pessoas de todas essas nações estavam mais do que saturadas das injustiças sociais, da corrupção e da opressão dos seus governos. O filósofo francês Jean-Paul Sartre disse que quando a liberdade eclode no espírito de um homem, dez não podem nada contra esse um.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;2011 está sendo marcado como o ano das revoltas populares. Cansados do apetite insaciável dos ricos e do capitalismo desumanizador, os americanos ocuparam o templo sagrado de Wall Street, cujo índice da bolsa de valores tem que está sempre subindo não importando a quantidade de sangue que a massa de trabalhadores é obrigada a doar para garantir o contínuo crescimento do valor das ações ali negociadas. Russos, Europeus e até os chineses se rebelaram contra seus governos. De fato, pode-se considerar que algo inusitado e grandioso poderá ocorrer nos próximos meses ou anos. Elemento crucial nesse processo, o fenômeno global das redes sociais vem demonstrando uma força avassaladora que certamente já perturba o sono de tiranos e opressores dos mais diversos quadrantes. Será que testemunharemos o despertar da nação humana para o seu legítimo direito à liberdade e justiça social?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Conforme as palavras de Elton John, ditadores e políticos estão sucumbindo mais cedo do que muita gente imaginava. Já o couro das costas do brasileiro parece ser bastante grosso em vista da inércia frente à incansável atividade do chicote da corrupção e da injustiça social que assola o nosso país. Pelo jeito, a nossa primavera está longe de chegar. Estamos acabrunhados e imobilizados pelo inverno glacial que congelou o nosso espírito de luta. Já os nossos corruptos e algozes estão curtindo um belíssimo verão numa praia maravilhosa. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6716819148252861779?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6716819148252861779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/o-despertar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6716819148252861779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6716819148252861779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2012/01/o-despertar.html' title='O DESPERTAR'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-1933673348004490125</id><published>2011-12-06T07:17:00.003-06:00</published><updated>2012-01-04T02:17:11.460-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='postura profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diagnóstico organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>O ELO FRÁGIL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#ff0000;"&gt;&lt;b&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo70.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 06/12/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigo publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma corrente não é mais forte que seu elo mais fraco. Esse princípio deveria ser a linha mestra de todo programa de reestruturação organizacional devido ao caráter sistêmico do seu funcionamento. Como sabemos, sistema é um conjunto de elementos que tem entre si relações e que atua segundo um objetivo. Assim, os tais elementos podem ser comparados com as engrenagens de um relógio, que precisarão obrigatoriamente trabalhar em perfeita sincronia para só assim atingir o dito objetivo, tal qual seja, a pontualidade. A analogia é oportuna para compreendermos a importância de trabalhar os detalhes, as partes, os elementos formadores do sistema; compreender também a natureza das forças sinérgicas propulsoras dos fluxos de informações de uma empresa, por exemplo. Essa visão holística é fundamental quando uma pessoa se lança numa empreitada de grande envergadura que tenha em vista a excelência operacional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Belíssimos projetos fracassam ou são de implementação sacrificante devido ao descaso para com os detalhes ou tratamento localizado de disfunções ou de processos mal desenhados. Na realidade, o que se observa é uma miopia endêmica que habita a consciência da maioria dos líderes empresariais. Ações localizadas aqui e ali criam um descompasso que muitas vezes perturbam mais do que ajudam a melhorar a produtividade e o clima organizacional. E não é preciso muito esforço para encontrar exemplos ilustradores desse tipo de situação, visto ser esse um procedimento padrão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando uma tarefa não é cumprida, uma venda não é feita, uma oportunidade é perdida, um prejuízo acontece, um processo crítico deixa de funcionar, é porque uma série de deficiências acometeu o conjunto de mecanismos envolvidos direta ou indiretamente com o epicentro do problema. Dessa forma, a solução passa por um método de rastreabilidade que siga os vestígios até identificar os gargalos e pontos de estrangulamento do fluxo operacional. Algo que lembra um pouco os princípios da lei estadunidense Sarbanes-Oxley. Resumindo, para conferir determinada resistência à corrente é necessário se certificar de que os elos possuem características uniformes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim, quem pretende alçar sua empresa a um patamar mais evoluído de eficiência operacional e destaque no seu ambiente de negócios, deve ampliar a consciência dos fenômenos que estão a sua volta. É importante avaliar sua própria capacidade de interpretação dos fatos e da multiplicidade dos aspectos do seu “core business”; também dos motivos e valores que influenciam as decisões tomadas. Sabemos que isso não é para qualquer um. O líder, por natureza, é um solitário quando uma decisão deve ser tomada. O peso do mundo recai sobre os seus ombros. A glória e a fatalidade são os dois lados de um muro onde cada passo deve ser dado com muito cuidado por quem caminha nele.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Decisões são muitas vezes amargas em vista de diversas alternativas que se apresentam, sendo todas ruins. Mas também, boas e edificantes oportunidades surgem constantemente, as quais devem ser prontamente aproveitadas e distribuídas na forma de benefícios. Tudo depende muito da expansão de habilidades construtivas e libertação de amarras psíquicas, como preconceito, medo, desconfiança, mesquinharia, estreiteza de pensamento etc. A visão clara do que se quer e a determinação de chegar ao destino programado deve ser mais forte do que sentimentos rasos e impulsos primários.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-1933673348004490125?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/1933673348004490125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/12/o-elo-fragil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1933673348004490125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1933673348004490125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/12/o-elo-fragil.html' title='O ELO FRÁGIL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-3355768803908522907</id><published>2011-11-29T06:29:00.007-06:00</published><updated>2012-01-04T02:11:32.461-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><title type='text'>Reconciliação da dissonância sistêmica</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo69.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 29/11/2011&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Você, empresário, conhece bem a sua empresa? Talvez você esteja precisando ter uma boa conversa com o seu contador. Ele pode fornecer um diagnóstico preciso da saúde do seu patrimônio e oferecer uma série de demonstrativos que possibilitem a análise do desempenho das unidades de negócio, apontando as potencialidades e deficiências de cada uma. A instrumentação técnica da ciência contábil existe para isso, para fornecer informações de qualidade ao administrador para que este possa também tomar decisões de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pauta da reunião com o contador pode começar pela análise minuciosa da estrutura do plano de contas para verificar se o mesmo é adequado e se atende às necessidades de produção de informações gerenciais. Outro ponto importante a ser discutido são os tipos de relatórios a serem apresentados e a periodicidade dos mesmos. Não menos importante é o planejamento fiscal, incluindo todo o conjunto de elementos tributários passivo de rigoroso controle. Faz parte das atribuições do contador a preparação de estruturas de custos e de orçamento. Outros assuntos podem entrar em pauta, como questões societárias, composição de preço de venda, ou até mesmo investigar se a empresa está crescendo ou se está inchando.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por décadas a fio, a voracidade arrecadatória da nossa onipotente Receita Federal criou um hiato entre contador e administrador, estabelecendo um relacionamento antagônico entre os dois. O motivo dessa dissonância estava na objetividade normativa que aleijava a técnica contábil. Um bom exemplo eram os percentuais legais de depreciação do ativo fixo. Quem fugisse do padrão era multado. Dessa forma, quando o administrador batia o olho no saldo da conta Ativo Imobilizado, de ponto reclamava que o valor estava errado. Por esse e outros motivos, os relatórios contábeis só tinham utilidade para o fiscal da Receita Federal. O administrador se via obrigado a buscar outras fontes de informação para subsidiar suas decisões.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A reconciliação desses dois importantes protagonistas do cenário econômico e social brasileiro foi patrocinada pelo advento da Lei 11.638/2007, que trouxe para a nossa realidade contábil e empresarial todo um imenso conjunto de disposições contábeis maturados ao longo de décadas de discussões acerca da elaboração de demonstrativos que objetivassem evidenciar com alto grau de fidedignidade a situação patrimonial de uma organização. Claro, isso provocou um choque brutal na nossa tirânica Receita Federal, que até hoje não conseguiu sair do imbróglio em que se meteu por conta do padrão contábil IFRS. O motivo talvez seja a incompatibilidade do nosso rocambolesco e indecifrável ambiente legal com a seriedade das normas internacionais de contabilidade, administradas pelo IASB, cuja sede fica na capital britânica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As normas internacionais de contabilidade (IAS/IFRS) estão sendo abrasileiradas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, o qual já produziu um denso arsenal teórico direcionador da interpretação dos fatos patrimoniais e até mesmo da reconstrução perceptiva do profissional da contabilidade. Agora, não basta transpor os fatos patrimoniais para os relatórios contábeis. É preciso também avaliar as potencialidades futuras de uma organização. É essencial transmitir confiança e transparência ao mercado e às partes interessadas (stakeholders). Estamos vivenciando a era da subjetividade responsável cujo foco é a segurança na condução da gestão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os contadores que estão conseguindo digerir todas essas mudanças se tornarão peças extremamente valiosas para o ambiente empresarial e parceiros imprescindíveis dos administradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-3355768803908522907?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/3355768803908522907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/reconciliando-dissonancia-sistemica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3355768803908522907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3355768803908522907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/reconciliando-dissonancia-sistemica.html' title='Reconciliação da dissonância sistêmica'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-3778916987019338548</id><published>2011-11-22T13:22:00.004-06:00</published><updated>2011-11-23T04:04:23.249-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>DOUTRINA DO REFOLHAMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo68.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 22/11/2011&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Artigos publicados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em recente visita ao Brasil, o Nobel da Paz e autoridade máxima do budismo tibetano, o dalai-lama afirmou que a raiz dos grandes problemas atuais, inclusive no mundo dos negócios, está na falta de valores; pregou que as escolas passem a educar o coração antes do cérebro, para que, dessa forma, as pessoas possam lidar equilibradamente com um mundo de tecnologia, de consumo, de relações sociais refratárias etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É possível que, na realidade, o brasileiro esteja cansado das aeronaves midiáticas que incessantemente sobrevoam sua cabeça e despejam carradas de bombas incitadoras do consumo e desencaminhadoras do comportamento da sociedade. O nosso ambiente social é intensamente carregado de mensagens, conceitos e propostas que abarrotam a percepção do indivíduo até o limite da alienação, sendo que muita gente gostaria mesmo era de escapar um pouco dessa realidade sufocante e resgatar os valores primordiais dos seus avós. Prova disso é o sucesso do Pereirão, de Fina Estampa, atual novela da Rede Globo – a personagem Griselda é absolutamente inflexível quanto à retidão dos seus valores morais. A mulher batalhadora que criou os filhos dentro dos mais rígidos padrões de conduta se transformou num refúgio em meio ao oceano de ignomínias que impera principalmente na esfera pública.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Brasil é simplesmente o paraíso do descaramento e o seu povo é de uma mansidão incompreensível. É impressionante o volume de casos de corrupção, de desmando, de sem-vergonhice, de descalabro que o cidadão brasileiro tem engolido dia após dia e o ritmo alucinante dos acontecimentos escandalosos. Os promotores de tanta balbúrdia se chafurdam em meio ao escárnio que externam quando se transformam em alvo de investigações. Esse pessoal sabe que o solitário anzol da Justiça é muito frágil e por isso não aguenta o peso dos grandes peixes. Os calhordas são também sabedores de que esse mesmo anzol solitário pouco pode fazer diante de um mar infestado de tubarões. Tal cenário dantesco é mais do que um terreno propício à proliferação dos piores tipos de criaturas humanas, pessoas que adotam a doutrina do refolhamento já na tenra idade. E já na tenra idade são arrebatadas pelo péssimo exemplo que vem de cima, vem de baixo, vem dum lado, vem do outro, vem da frente, vem detrás; desde bem cedo aprendem a arte da mentira e do cinismo social. Até o nosso poeta Renato Russo tentou descobrir por que é mais forte quem sabe mentir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O coroamento dessa nefasta arte da dissimulação acontece nos eventos políticos. Prova disso foram as recentes audiências na Câmara onde o nosso desmemoriado e falastrão Carlos Lupi fingiu que esclarecia fatos nebulosos e os demais colegas políticos fingiram que estavam ali para questionar o ministro sobre denúncias de irregularidades publicadas na mídia. Ali, em meio ao espetáculo de hipocrisias e imposturas se estabeleceu o triunfo da mentira. Dali foi transmitida para todo o país a mensagem de que o mentiroso é sim o mais forte.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como será que acontece o processo de catequização desses eminentes caras-de-pau? É possível que desde bem pequeno os safados já comecem simulando choro de fome para chamar a atenção dos pais. Mais tarde, mordem os colegas do maternal e culpam o vizinho do lado. Um pouco mais crescidos, dizem que não quebraram a janela do vizinho. Quando adolescentes, juram fidelidade para a namorada, bebem escondidos, colam na prova até o dia em que dão um golpe no caixa da empresa em que trabalham. Assim, vão se doutrinando até estarem prontos para ingressar na política.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-3778916987019338548?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/3778916987019338548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/doutrina-do-refolhamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3778916987019338548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3778916987019338548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/doutrina-do-refolhamento.html' title='DOUTRINA DO REFOLHAMENTO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5331406490050435874</id><published>2011-11-20T19:03:00.002-06:00</published><updated>2011-11-20T19:14:36.033-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>TEATRO DOS DESENTENDIDOS</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo67.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 20/11/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Saber dissimular é o saber dos reis. Essa máxima foi sentenciada pelo maior manipulador político da história francesa. O Cardeal de Richelieu possuía uma incomum habilidade de se agregar ao mandatário do poder estabelecido. Primeiro, durante um evento pomposo, fisgou a rainha-mãe, Maria de Médici, com um eloquente elogio que deixou constrangido alguns membros da igreja, já que o merecedor de todas as honras era o menino rei Luis XIII. Um ano depois era nomeado secretário de Estado para assuntos estrangeiros, o que o fez penetrar no círculo íntimo do poder. Poder esse que estudou em profundidade como se dissecasse um sapo. O passo seguinte foi se aliar ao amante da rainha-mãe e assim explorar as fragilidades do homem que era então tido como o mais poderoso da França. Richelieu tratava o amante Concino Concini como se ele fosse o próprio rei. Poucos anos depois o crescido rei Luis XIII mandou matar Concini e prender muita gente importante. O religioso continuou ao lado de Maria de Médici que em retribuição convenceu o filho a nomeá-lo conselheiro do rei. Com a sua posição consolidada ao lado de Luis XIII, Richelieu abandonou a rainha-mãe e passou a manipular as ações do rei, moldando a França segundo sua visão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;O tal “saber dos reis” foi perdendo gradualmente a aura de nobreza até se transformar em pura cara-de-pau. Um exemplo retumbante é a recente reestréia da ópera-bufa “A Bola da Vez”, agora protagonizada pelo ministro Carlos Lupi; uma tragicomédia de vários atos que ainda não acabou. A cena mais hilária aconteceu quando o ministro tentou lembrar o nome do abnegado empresário Adair Meira, o qual providenciou uma aeronave para ser utilizada pelo próprio ministro em compromissos de agenda oficial do Ministério do Trabalho no Maranhão. Foi visível a inabilidade da encenação do esquecimento, como se o eminente político tivesse faltado a algumas aulas da escola de arte dramática.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Os “esclarecimentos” prestados pelo ministro a um grupo de parlamentares sobre as denúncias de irregularidades na sua pasta adquiriram contornos teatrais. Mas precisamente, um teatro de desentendidos, onde foi possível perceber expressões de surpresa, indignação, seriedade etc. Era cada uma mais convincente que a outra. Alguns até ficaram horrorizados com histórias escandalosas de desvios de dinheiro público. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Obviamente, o que aconteceu de verdade é que cada pessoa presente ao evento procurou representar bem o seu personagem, já que tudo estava sendo acompanhado pela imprensa. O protagonista lá do centro do palco se esforçou para aplicar com rigor a máxima do Cardeal de Richelieu. Claro, não foi bem-sucedido devido a alguns escorregões e exageros no discurso. Os inquiridores, por sua vez, tentavam cercar o ministro com questionamentos embaraçosos, mas tudo feito de acordo com a doutrina do refolhamento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Toda essa representação é coisa de profissional experimentado – verdadeiros macacos velhos; raposas com muita quilometragem no currículo. Ali, na tal audiência na Câmara, os atores por baixo das máscaras dos personagens sabiam da história verdadeira e sabiam também quais seriam as perguntas certas a fazer e que não foram feitas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Uma pessoa normal teria imensas dificuldades para carregar para cima e para baixo o pesado figurino de um personagem sem dar um minuto de descanso para a atividade interpretativa e teatral. Será que nem no banheiro de casa, tomando banho, esse pessoal consegue se livrar por um momento do figurino, da maquiagem e dos apetrechos do seu personagem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5331406490050435874?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5331406490050435874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/teatro-dos-desentendidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5331406490050435874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5331406490050435874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/teatro-dos-desentendidos.html' title='TEATRO DOS DESENTENDIDOS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-839525714518754086</id><published>2011-11-08T16:06:00.006-06:00</published><updated>2011-11-08T19:11:43.197-06:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>ATÉ O OSSO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo66.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 08/11/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#990000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Instalou-se no país uma sinuosa campanha em prol da volta da famigerada CPMF. Os articuladores desse movimento estão se utilizando da velha tática de ir comendo o mingau quente pelas beiradas: é uma fala aqui, uma menção ali, um comentário acolá etc.; tudo feito com o objetivo de ir amansando o povo até haver espaço suficiente para o Fisco desferir o golpe fatal. A mídia tem contribuído bastante para esse movimento através da veiculação de reportagens que mostram situações escabrosas da saúde nos quatro cantos do nosso Brasil. O cidadão é bombardeado em um dado momento com cenas chocantes de pacientes morrendo nas filas de atendimento e logo em seguida assiste ao discurso de um figurante de Brasília insistindo na tese de que a única solução para o problema da saúde é abocanhar o bolso já todo mordido do contribuinte brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Um fato por demais curioso não é divulgado com tanta veemência pelos meios de comunicação, que é o galopante aumento da arrecadação de impostos, taxas e contribuições. Não é também divulgado que após o corte da CPMF o nível de arrecadação subiu muito, resultado da eficiência dos mecanismos de acuamento do contribuinte cujo símbolo maior é o projeto SPED. Felizmente, a sociedade brasileira está acordando para o maior de todos os problemas e a raiz de todos os malefícios que inviabiliza qualquer projeto de futuro. A corrupção passou a ser motivo de manifestações organizadas por uma infinidade de pessoas cansadas da bandalheira institucionalizada e patrocinada pelo setor público.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;O que espanta o observador um pouco mais atento é o fato do governo não dar absolutamente nenhum sinal de que está efetivamente combatendo a corrupção. A mensagem constantemente captada pelos radares da população brasileira é de que a festa dos corruptos está longe de acabar. Casos e mais casos escandalosos de corrupção não param de estampar capas de jornais e revistas. Parece pipoca estourando na panela. Mesmo assim, nenhuma notícia concreta de punição é ouvida pelo desacreditado e desamparado cidadão brasileiro. Governo entra, governo sai e o que se vê e ouve é muito discurso e pouca ação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Segundo recente reportagem da Revista Veja, somente 7 centavos é recuperado de cada 100 reais roubados. A mesma reportagem afirma que uma análise feita pela Controladoria Geral da União mostrou que a probabilidade de um funcionário corrupto ser condenado é de menos de 5%; a possibilidade de cumprir prisão é quase zero. Ou seja, não há como deixar de imaginar a existência de um mirabolante e gigantesco esquema de fomento e estímulo à corrupção. É como se vivêssemos num Estado cujos ossos do seu esqueleto é feito de corrupção. O músculo do coração do Brasil é feito de corrupção. O principal componente do sangue que corre nas veias da nação é a corrupção. O ar que todos respiramos está causticamente carregado de corrupção. A corrupção está nas frutas, no refrigerante, no sabonete, no asfalto das ruas, no cimento das paredes, na energia elétrica, nas roupas íntimas etc. Ou seja, um pingo de seriedade nos programas de combate à corrupção seria suficiente para fazer aparecer uma montanha de dinheiro para a saúde.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Esse estado de coisas lembra a história do operário de uma obra que por um ano não lavou a rede em que dormia. No dia em que a dita rede foi colocada de molho na água com sabão em pó ela se esfiapou em vários pedacinhos de tecido. Ou seja, o grude das costas sujas do operário se impregnou de tal forma no algodão da rede que não pôde mais ser retirado sem que o tecido fosse destruído. Será que é a corrupção que mantém o Brasil de pé? Será que se extrairmos os corruptos do Congresso Nacional o prédio vai cair devido aos espaços corroídos pelos cupins que hoje lá estão?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-839525714518754086?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/839525714518754086/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/ate-o-osso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/839525714518754086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/839525714518754086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/ate-o-osso.html' title='ATÉ O OSSO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4591731542394375178</id><published>2011-11-05T13:37:00.003-05:00</published><updated>2011-11-05T14:04:15.779-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>TIRAR SEM TER</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo65.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 01/11/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O conceito de tributação nos remete à idéia de parte da colheita que era entregue ao senhor da terra. No Império Romano os tributos eram cobrados dos povos dominados, assim como o colonizador português cobrava os impostos da colônia brasileira e os nossos antigos coronéis faziam o mesmo tipo de cobrança das pessoas sob a sua jurisdição. Ou seja, pagar imposto é coisa de alguém que está sob o jugo de outrem. Os descendentes do coronelismo continuam por aí, fazendo de tudo para assegurar as imunidades dos seus antepassados. Esse pessoal está hoje na política, fazendo (tecendo) leis, que mais parecem armadilhas para apanhar os incautos e ao mesmo tempo criando brechas para proveito próprio.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O exemplo da colheita é emblemático devido à lógica natural da entrega ao sócio coagente de parte da produção depois de plantada e colhida. A criatividade e ousadia do legislador brasileiro subverteram essa lógica, fazendo a chuva subir aos céus em vez de cair. A coisa é tão absurda que muitos estados da federação aguardaram vários anos para adotar a modalidade de antecipação e substituição tributária do ICMS. O disparate dessa idéia provocou um choque na classe empresarial de modo que muitos acionaram a Justiça. O governo reagiu se valendo de todas as suas forças coercitivas para empurrar o sapo enverrugado goela abaixo das empresas e assim conseguir impor um conceito legal, mas perversamente imoral, via regulamentação do parágrafo 7º do artigo 150 da Constituição Federal, através da publicação da Lei Complementar 87/96. Os empresários estão pagando, mas o sapo está entalado na garganta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Secretaria da Fazenda do Pará estabelece um prazo de 60 dias para o recolhimento das antecipações de ICMS enquanto aqui no Amazonas a cobrança acontece no mês seguinte ao recebimento da mercadoria, sendo que em várias situações o desembaraço só acontece depois da efetivação do pagamento de 21,9% do valor da nota fiscal. Essa avidez arrecadatória provoca um sangramento no fluxo de caixa e está inviabilizando muitos negócios na nossa região. As empresas estão sendo obrigadas a recorrer a empréstimos em instituições financeiras para pagar imposto. Ou seja, a descomunal fome do Fisco está obrigando o contribuinte a tirar dinheiro do caixa vazio referente a vendas que ainda não aconteceram. Houve uma época em que o Fisco não era assim tão voraz. Consta no boletim IR IOB 26/1987 o prazo de seis meses para recolhimento do PIS. Por que então a classe empresarial deixou a voracidade do governo ir tão longe?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em países como Estados Unidos, União Européia e até no Líbano os empresários são obrigados ao pagamento do imposto sobre valor agregado (VAT – Value Added Tax), o qual é destacado nas etiquetas de tudo quanto é produto comercializado, sendo que a alíquota mais comum é de 10%. Se esse esclarecimento ao consumidor fosse adotado por aqui, o susto seria grande, visto que ao lado do preço constaria 20,48% de ICMS, mais 7,6% de COFINS, mais 1,65% de PIS, mais uns 40% de IPI. Se esse fato vier um dia a se concretizar, com certeza, a passividade do povo brasileiro acabaria e em pouco tempo todos iriam querer saber o que o governo faz com tanto dinheiro arrecadado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De imediato, é preciso estancar urgentemente o sangramento do fluxo de caixa patrocinado pelo pagamento antecipado de ICMS. De toda a riqueza gerada na atividade econômica brasileira, o governo fica com a maior fatia. O que sobra é distribuída entre fornecedores, empregados, prestadores de serviços, acionistas etc. Com exceção do governo, todos só recebem sua fatia depois que o bolo fica pronto. Atualmente, o contribuinte tem que dar seus pulos para saciar a fome do governo antes de fazer a mistura dos ingredientes e colocar a massa no forno.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4591731542394375178?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4591731542394375178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/tirar-sem-ter.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4591731542394375178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4591731542394375178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/11/tirar-sem-ter.html' title='TIRAR SEM TER'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2999741830318761281</id><published>2011-10-18T04:17:00.004-05:00</published><updated>2011-10-18T04:27:31.981-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>VORACIDADE DESMEDIDA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo64.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 18/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Poder-se-ia considerar o Fundo de Investimento Social (FINSOCIAL), atual COFINS, como o ícone mais representativo das trapalhadas e voracidade do Fisco brasileiro. Acrescente-se ainda a esse angu encaroçado a incompetência do legislador que fomentou a indústria das ações judiciais e entupiu os tribunais com pilhas e pilhas de processos. Instituído pelo Decreto-Lei 1940/82, sua alíquota inicial de 0,5% passou a ser continuamente majorada até chegar aos atuais 7,6%; um estratosférico crescimento de 1.420%. Onde, senão no Brasil um tributo cresceria tanto? E o governo não está satisfeito. Aliás, nunca está. Afinal, pelo ralo, que mais parece um bueiro, escorre rios de dinheiro que alimentam as bocas insaciáveis da corrupção e dos desmandos dos administradores públicos. Um relatório da ONG Transparência Internacional revela que setenta bilhões de reais são consumidos anualmente no Brasil pela corrupção, o que equivale a duas CPMF. Considerando-se a corrupção como um câncer disseminado em todas as células do tecido social, é claro e evidente que esse valor é muito, muito maior.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É notório e sabido de todos que o governo é o pior dos piores administradores. Ninguém tem a cara de pau dura e lustrada o suficiente para contestar essa verdade cristalizada no imaginário coletivo. A estratégia utilizada é incutir na alma do cidadão a idéia de normalidade desse estado de coisas. O pior é que isso tem funcionado. Tanto, que fatos escabrosos e gritantes de corrupção são assíduos frequentadores dos noticiários sem que nenhuma medida séria de efetiva punição seja tomada. Os protagonistas e figurantes dos enredos mais cabeludos propagados na mídia seguem suas vidas tranquilas, certos de que absolutamente nada poderá ser feito enquanto políticos e juristas discutem o sexo dos anjos, empurrando a questão com a barriga por décadas a fio. Por esse motivo, ninguém está disposto a fechar o bueiro, visto que enquanto o contribuinte não gritar o governo vai continuar empurrando. Ironicamente, ou sarcasticamente, os artigos 119 e 121 do Código Tributário Nacional (Lei 5172/66) classificam o governo como sujeito ativo e o contribuinte como sujeito passivo da relação tributária. Diga-se de passagem, uma relação dolorida para quem paga a conta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A máquina de fabricar leis é incansável e o furor legislativo só acontece quando o objetivo é prejudicar o contribuinte. Os assuntos realmente sérios são esquecidos no fundo da gaveta. É o caso da regulamentação do artigo 150, parágrafo 5º, da nossa Constituição Federal, que diz o seguinte: “A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços”. Ou seja, o cidadão desatento continuará sem saber da quantidade de impostos que paga em tudo que consome. No dia que esse cidadão tiver consciência do peso da carga tributária no seu orçamento, ele não mais irá tolerar abusos, hoje comuns na administração pública. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Além de majorar as alíquotas dos tributos, os entes fazendários passaram também a encurtar o prazo de pagamento. Encurtaram tanto que o imposto passou a ser recolhido antes do fato gerador. A SEFAZ/AM foi além. Passou a antecipar até o fato gerador, cobrando notificação de ICMS de mercadoria ainda não ingressada no estado, contrariando as disposições do artigo 118, RICMS/AM (Dec. 20686/1999). Se esse ímpeto arrecadatório não for contido, onde iremos chegar? Qual é o limite da voracidade desmedida do Fisco? Por essas e por outras é que esse submundo fiscal precisa urgentemente ser combatido.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2999741830318761281?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2999741830318761281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/voracidade-desmedida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2999741830318761281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2999741830318761281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/voracidade-desmedida.html' title='VORACIDADE DESMEDIDA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4648787128578275642</id><published>2011-10-10T21:33:00.003-05:00</published><updated>2011-10-10T21:57:18.124-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='burocracia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>PAPO DO MALANDRO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo63.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 11/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O artigo 368 do Novo Código Civil diz que “se duas pessoas forem ao mesmo tempo credor e devedor uma da outra, as duas obrigações extinguem-se, até onde se compensarem”. A obviedade dessa afirmação salta à vista de qualquer pessoa com um mínimo de discernimento. E o legislador foi sucinto e direto devido ao fato de não haver absolutamente nada a acrescentar ou especular. O estado de lucidez que permitiu a elaboração desse artigo só foi possível porque ele é destinado às relações que não envolvem o poder público. Quando o mesmíssimo assunto abrange as entidades fazendárias a coisa muda completamente de figura. O artigo 374, vizinho do 368, que tratava da compensação de dívidas fiscais e parafiscais, foi revogado pela lei de um artigo só e meia dúzia de palavras, a de número 10.677/2003. A exposição de motivos para tal revogação está na E.M. 26, de 09/01/2003, que menciona o comprometimento da estabilidade fiscal e graves prejuízos ao erário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Código Tributário Nacional, que deveria estabelecer um mínimo que fosse de justiça fiscal, é utilizado pela própria Fazenda Nacional para negar o exercício do direito de compensação tributária. O legislador, obedecendo fielmente a E.M. 26, tratou de criar um cipoal de regulamentações legais denso e entremeado com o objetivo de dificultar ao extremo o acesso do contribuinte ao dinheiro de sua propriedade retido nas mãos do Fisco. Atitude que afronta a nossa toda remendada CF/88, Art. 5, XXII, que afirma que “é garantido o direito de propriedade”. Ou seja, a PROPRIEDADE é o crédito reconhecido e homologado pela SEFAZ, por exemplo, que mesmo o contribuinte possuindo um milhão de reais a título de ICMS represado no órgão, continua sendo obrigado a pagar cem mil reais de ICMS mensalmente; algo que empresário nenhum engole por mais que se apresentem duzentas mil páginas de legislação justificando o injustificável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Receita Federal do Brasil tem evoluído positivamente nessa questão, inclusive permitindo a compensação entre tributos de naturezas diferentes. As legislações fazendárias de São Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais são mais maduras que a nossa e demonstram maior disposição em respeitar o contribuinte e conferir mais racionalidade na sua aplicação. Deduz-se, dessa forma, que a legislação federal que está hierarquicamente posicionada acima das legislações estaduais, deixou a cargo dos estados a missão de tratar do assunto compensação tributária da forma que lhes convier. É como se houvesse um ranking de estados mais atrasados e mais evoluídos em matéria tributária. No frigir dos ovos, o tal cipoal legislativo é resultado de uma grande orquestração de legisladores que trabalharam intensamente na criação de um gigantesco e complexo labirinto de falácias e sofismas para dar um ar de legalidade à negação do direito de compensação tributária; algo muitíssimo parecido com o papo do malando escorregadio que faz de tudo para não pagar o que deve. Cabe a cada um de nós reagir, amparados pelo inciso LXXIII, do artigo 5º, da nossa Carta Magna, que diz o seguinte: “qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo à moralidade administrativa”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como o Estado brasileiro não pode negar o direito aos seus cidadãos, as administrações fazendárias transmitem aos lesados e espoliados contribuintes, a mensagem de que a única alternativa é recorrer ao Judiciário. Claro, como é sabido até dos cachos de tucumãs pendurados lá no mato, a justiça brasileira é uma ficção. E as entidades fazendárias conscientes disso, sabem que o crédito de uma infinidade de contribuintes continuará represado. Mesmo que um ou outro gato pingado sem juízo acione a Justiça, as finanças do erário não serão impactadas. Dessa forma, os signatários do E.M. 26, os senhores Márcio Thomaz Bastos e Antonio Palocci Filho poderão dormir despreocupados. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4648787128578275642?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4648787128578275642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/papo-do-malandro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4648787128578275642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4648787128578275642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/papo-do-malandro.html' title='PAPO DO MALANDRO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6284645083617221912</id><published>2011-10-07T22:00:00.003-05:00</published><updated>2011-10-07T22:07:15.180-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='burocracia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>PROMOTORES DO ATRASO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#3333ff;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo62.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 04/10/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desde que a presidenta Dilma começou a reagir com intolerância às denúncias de corrupção no seu governo, alguns setores da sociedade organizada estão aos poucos despertando do sono letárgico que impede o exercício pleno da cidadania. As vassouras fincadas na frente do Congresso Nacional representam o clamor de um país saturado da esculhambação institucionalizada pelos promotores do atraso e da corrupção. A pretensão do Brasil em adentrar no clube dos países dito desenvolvidos e de sediar os dois mais importantes eventos esportivos mundiais têm sido útil para levantar o debate acerca dos empecilhos que atravancam o funcionamento da máquina social e econômica do país. Questões cruciais como a ineficiência do Estado, insegurança jurídica, legislação incompreensível, corrupção etc., estão borbulhando na mídia e nas conversas informais. Espera-se que essa movimentação produza algum tipo de efeito positivo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De forma geral, o cidadão comum é um desacreditado na moralidade da coisa pública. Mais ainda, é um cético convicto. Isso é uma tragédia para as gerações atuais e futuras; mostra que algo urgente deve ser feito para amenizar o pesado clima de ceticismo que rodeia a todos nós. A edição da Revista Veja da semana passada traz uma lúcida e esclarecedora matéria sobre o nosso absurdo sistema jurídico, onde leis se sobrepõem, se colidem e se enroscam umas nas outras, tornando impossível a sua interpretação e aplicabilidade. Esse cipoal de dispositivos legais tem como objetivo dificultar a vida de quem produz. Ou seja, enquanto o setor produtivo trabalha duro pela geração de riquezas e divisas, os burocratas engravatados, lá do alto dos escritórios isolados do resto do mundo, maquinam os mais mirabolantes e indecifráveis meios de prejudicar quem trabalha de verdade. Por tudo isso, está mais do que na hora de extirpar esse câncer da vida produtiva brasileira. Xô, burocratas!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por mais que se propague aos quatro ventos que o poder é do povo, que vivemos numa democracia, o dito povo se comporta como gatos paralíticos enquanto os ratos fazem a festa. As entidades representativas da sociedade, associações, federações etc., têm sua parcela de culpa por não formarem grupos de estudo que identifiquem erros e proponham ajustes que forem julgados necessários. Se impostos são exigidos antes do fato gerador, que então as entidades das classes empresariais convoquem o secretário da fazenda estadual e exijam uma mudança; digam simplesmente: “não temos como pagar antes de vender”, “não dá mais!!!”, “chega de estrangulamento do fluxo de caixa”... É preciso simplesmente ação; ação coordenada. Os gatos não podem temer os ratos. A lógica demonstra justamente o contrário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A semana passada foi marcada pelo resultado da firme reação do Conselho Regional de Contabilidade que não aceitou engolir o sapo enverrugado da nova nota fiscal eletrônica que a prefeitura de Manaus pretendia implantar na marra. Por enquanto, o CRC tem sido bem sucedido nas suas ponderações. As regras de funcionamento do tal GissOnline não são claras para ninguém. Os técnicos do sistema dizem uma coisa, os auditores da prefeitura dizem outra coisa e os atendentes da SEMEF não sabem o que dizer. Conclusão, o contribuinte se transforma em bola de ping-pong, sendo jogado de um lado para o outro, onde regras antigas se misturam com as novas. Assim, a solução de problemas fica dependente do grau de amizade com as pessoas certas. Quem não tem amigos vai fazer uma infinidade de peregrinações até um dia ver seu processo indeferido por falta de um carimbo. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6284645083617221912?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6284645083617221912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/promotores-do-atraso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6284645083617221912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6284645083617221912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/10/promotores-do-atraso.html' title='PROMOTORES DO ATRASO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-9121951692228230408</id><published>2011-09-26T18:51:00.003-05:00</published><updated>2011-09-26T18:54:09.948-05:00</updated><title type='text'>ELO DE CONEXÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo61.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 27/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tal como o Bioquímico, o Contador é um profissional que os leigos sabem da sua existência, mas não têm noção exata do que faz. Os menos desatentos imaginam que o profissional da contabilidade lida com impostos; outros acham que o setor de contábil é o local onde ficam arquivados documentos importantes da empresa. O mais curioso é observar empresários com visão completamente equivocada das atividades e funções do Contabilista, o que dificulta o tão fundamental e imprescindível diálogo que deve haver entre cliente e prestador de serviços contábeis.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Poder-se-ia afirmar que o Contador é o médico que fica o tempo todo com o dedo no pulso da organização, monitorando e cuidando da saúde patrimonial dos mais diversos tipos de entidade. Constitui prerrogativas desse profissional, proporcionar ao Administrador uma visão panorâmica dos processos patrimoniais que se desenvolvem no negócio como um todo. Também, demonstrar os mecanismos e fluxos operacionais que ocorrem em toda estrutura organizacional. É predominantemente, uma função de assessoria e suporte ao tomador de decisão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O profissional contabilista é ainda o profissional diretamente responsável pela sustentação e existência do Estado. É ele que providencia o combustível que faz a máquina social se movimentar, visto que é o interpretador e operador da legislação tributária – os tributos que o governo arrecada passam pelas suas mãos. E vez por outra faz o papel de marisco quando o mar resolve brigar com a montanha. Ou seja, é ele que leva sopapos quando as empresas resolvem brigar com o Fisco por conta da legislação maluca e injusta desse nosso país completamente contaminado por deformidades tributárias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Muitos tentam imiscuir-se na seara contábil, mas nenhum outro conhece os fenômenos patrimoniais melhor que o Contador. Por décadas essa tão importante profissão foi massacrada e desmoralizada pela nossa onipotente Receita Federal do Brasil, que por conta da sua voracidade tributária, atropelou os princípios contábeis obrigando o profissional contabilista a construir estruturas de registro patrimonial totalmente aleijadas. Tudo em nome de uma objetividade que uniformizava os processos operacionais das empresas. Como exemplo, as taxas de depreciação do Ativo Fixo eram únicas para todo mundo. Assim, um caminhão que já havia sido consumido nos registros contábeis continuava rodando a pleno vapor. Por isso é que os empresários viam a contabilidade como uma piada e os contadores como um mal necessário.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Lei 11.638/2007 veio com o propósito de moralizar a ciência contábil e inaugurar a era da subjetividade responsável. A partir dessa lei, finalmente, o contador pôde utilizar plenamente a técnica contábil para evidenciar os processos patrimoniais nos relatórios financeiros da forma como eles acontecem, sem que nenhum agente insidioso possa interferir ou deformar a realidade dos fatos. Agora, sim, existe ambiente propício para um bom e produtivo diálogo entre Contador e Administrador. Os dois podem sentar-se à mesa e trabalhar uma ampla gama de métodos de controle e de produção de informações de qualidade que criem um ambiente propício para que as decisões sejam as melhores possíveis. Enfim, muitas organizações padecem de sérias enfermidades com o médico dentro de casa. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-9121951692228230408?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/9121951692228230408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/elo-de-conexao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9121951692228230408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9121951692228230408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/elo-de-conexao.html' title='ELO DE CONEXÃO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-3604458604054854782</id><published>2011-09-21T04:13:00.002-05:00</published><updated>2011-09-21T04:38:13.747-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura corporativa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>REFORMANDO PARADIGMAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo60.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 20/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os paradigmas funcionam como presídios fortemente guarnecidos. Escapar deles exige astúcia, audácia e uma grande vontade de mudar de vida. Devido às suas características desafiadoras, muitos tentam, mas poucos conseguem atingir os objetivos pretendidos. Assim é a rotina diária de uma variada gama de empresários que sentem e sabem que precisam fazer mudanças substanciais na gestão dos negócios. Agora, mais do que nunca, está se buscando a profissionalização dos processos em face da crescente complexidade do ambiente empresarial e pressão dos controles governamentais. As velhas e eficientes práticas lá do passado cada vez mais se mostram inviáveis à medida que trilhamos o caminho da modernidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não à toa, observa-se ampla movimentação na cúpula administrativa de empresas que estão acordando para uma realidade ameaçadora e ao mesmo tempo repleta de oportunidades para aqueles que saírem na frente. A organização dos processos entrou assim na ordem do dia e encabeçou a pauta de prioridades administrativas. A pressão que o gestor recebe do mercado e do governo é automaticamente transferida para seu “staff”. Dessa forma, profissionais medianos e resultados medíocres não estão sendo mais deglutidos com facilidade. Poder-se-ia até classificar tais fenômenos como uma espécie de revolução organizacional em vista do imenso esforço que está sendo exigido daqueles que precisam tomar decisões acertadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais do que nunca, os recursos humanos estão se mostrando mais importantes do que os recursos financeiros e materiais. Quem não puder pagar o preço dos melhores profissionais terá que encontrar meios de qualificar seu quadro funcional. Esse processo de qualificação, obviamente, deve começar pelo topo da pirâmide e escorrer hierarquia abaixo. Caso contrário, de nada adiantará contratar um funcionário de alto nível, com idéias e propostas que não serão compreendidas nem aceitas. Como é sabido e notório, chefes de primeira contratam pessoas de primeira; chefes de segunda contratam gente de terceira.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Outro aspecto a ser considerado tem a ver com a renúncia aos vícios, jeitinhos e improvisos tão entranhados numa expressiva parcela do nosso empresariado. Os acostumados aos tradicionais métodos heterodoxos de conduzir uma série de assuntos administrativos e tributários estão gradualmente percebendo que o caminho mais seguro é pavimentado pela legalidade e profissionalização. Quem quer crescer e conferir perenidade aos negócios precisa observar mais atentamente alguns casos empresariais de sucesso; fazer o tão famoso “benchmarking”. Só assim poderá descobrir que as empresas realmente bem sucedidas não funcionam na base do improviso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma coisa é certa. Todo o peso da responsabilidade pelo zelo e resguardo do patrimônio de uma empresa recai sobre os ombros do administrador. É ele o único culpado por eventual abalo ou desmonte do negócio. Daí, que os turrões e arrogantes encontrarão cada vez menos espaço no mercado em vista do processo de seleção natural que poupará somente as espécies adaptadas aos novos tempos. Por isso não há como fugir da responsabilidade de encarar os fantasmas e paradigmas. Se os grilhões dos paradigmas parecerem fortes demais para serem rompidos, não custará nada ampliar a capacidade de ouvir e refletir sobre as propostas de colaboradores que estão próximos e dispostos a ajudar. Uma boa dose de humildade e sensatez é muito útil nos momentos de aflição.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-3604458604054854782?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/3604458604054854782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/reformando-paradigmas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3604458604054854782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3604458604054854782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/reformando-paradigmas.html' title='REFORMANDO PARADIGMAS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-365073286993944525</id><published>2011-09-13T21:22:00.003-05:00</published><updated>2011-09-18T06:25:46.217-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura corporativa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>GOVERNANÇA TRIBUTÁRIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo59.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 13/09/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Aritigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estamos tão acostumados ao nosso ordenamento social que até esquecemos de refletir sobre sua estrutura e funcionalidade. Falta-nos a conscientização mais aprofundada da dinâmica que impulsiona uma série de atividades à nossa volta e, principalmente, o que dá sustentação a esse sistema, tal qual seja, os impostos. As justificativas morais para o Estado abocanhar expressiva fatia da riqueza produzida pelo cidadão é objeto de complexas e variadas teorias filosóficas. Enquanto o pensador norte-americano Robert Nozick rejeitava a idéia da entrega de parte do patrimônio pessoal aos menos favorecidos através dos tributos, o seu contemporâneo e compatriota John Rawls pregava a justiça distributiva.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O fato é que os impostos estão aí, fortemente entranhados na cultura mundial. Mesmo assim, nós, brasileiros, fazemos um grande esforço para ignorá-los. E não só isso. Costumamos nos valer de tudo quanto é artimanha rocambolesca para fugir deles. Prova disso são as práticas agressivas de planejamento tributário tão orgulhosamente ostentado por empresas que pagam pouco ou nenhum imposto. Tais práticas fomentam um ambiente de perversidade para os negócios e faz do Brasil o paraíso das deformidades tributárias, onde impera a lei do mais esperto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O papel da empresa como agente social é um conceito que gradualmente ganha escala e influencia a reputação de corporações que procuram transmitir ao mercado a mensagem de que são eticamente corretas no âmbito tributário. A governança tributária está alicerçada nesse conceito e passou a se desenvolver com intensidade a partir dos escândalos das gigantes norte-americanas no início da década passada, Enron e WorldCom, que provocaram imensos prejuízos ao enganar o mercado com demonstrações contábeis fraudulentas. A partir de então governos e diversas entidades começaram a desenvolver mecanismos de controle que pudesse evitar estragos de grandes proporções em suas respectivas economias. O exemplo mais significativo desse movimento foi a edição da Sarbanes-Oxley americana, que passou a exigir um complexo e rigoroso controle dos processos internos das empresas que negociam ações em bolsa de valores nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De forma menos incisiva, mas de grande importância para a cultura empresarial e contábil brasileira, a Lei 11.638/2007 trouxe para o nosso ambiente de negócios um modo novo e libertário de interpretar as operações empresariais, cujo foco é a qualidade da informação e segurança na condução da gestão. Assim, e de forma espontânea, uma gama de empresas passou a adotar práticas voltadas para a transparência das informações que prestam aos acionistas e demais “stakeholders”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A governança tributária compreende todo um conjunto de procedimentos baseados na expertise desenvolvida na gestão de assuntos fisco/tributários, tais como o domínio e aplicação adequada da legislação pertinente e formação de equipe de profissionais altamente qualificados. Abrange também a adoção de normas focadas na dinâmica e volubilidade das características semânticas do conjunto de leis que regem os tributos – tudo pautado em rígidos princípios éticos. Para alcançar tais padrões os profissionais precisam queimar as pestanas até definir o correto enquadramento legal das operações mercantis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os tributos são necessários e virtuosos na sua essência. Basta observar o exemplo escandinavo da sua aplicação e gerenciamento. A ojeriza que temos aos impostos talvez seja fruto da construção tortuosa da nação brasileira, a qual foi temperada com espoliação, derrama, corrupção, esperteza etc., o que acabou nos tornando cúmplices de tudo quanto é bandalheira que existe por aí.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-365073286993944525?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/365073286993944525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/governanca-tributaria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/365073286993944525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/365073286993944525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/09/governanca-tributaria.html' title='GOVERNANÇA TRIBUTÁRIA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5571281695021708441</id><published>2011-08-09T04:36:00.005-05:00</published><updated>2011-08-09T20:15:41.516-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><title type='text'>PROPOFOL</title><content type='html'>&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo58.pdf"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 09/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.bancadigital.com.br/jcam/reader/Default.aspx?pID=2&amp;amp;eID=25255&amp;amp;lP=4&amp;amp;rP=0&amp;amp;lT=page"&gt;Link da publicação&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;O cidadão norte-americano é um ferrenho defensor do seu território. Tanto, que não pensa duas vezes antes de dar um tiro naquele que ousar invadir os seus domínios. É assim com sua casa, seus familiares, seu país. Por aqui, em terras tupiniquins, a coisa é bem diferente. Agimos como se nada fosse nosso. Nossas propriedades podem ser invadidas a qualquer momento sem que tenhamos o direito de defender aquilo que trabalhamos duro para construir. O pior de tudo é que os invasores até recebem incentivos do governo – algo inimaginável nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Onde estarão as raízes do nosso comportamento pacífico letárgico passivo? Será que carregamos na nossa genética a marca do colonizador explorador que veio de Portugal com a finalidade específica de arrancar daqui o que pudesse para depois retornar ao velho mundo? Ou será que existe algum elemento maquiavélico que é injetado diariamente na veia do povo brasileiro para mantê-lo em alto grau de resignação a tudo de mal que lhe acontece?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Há pouco tempo testemunhamos a histórica queda do ditador egípcio Hosni Mubarak, que agora está sendo julgado pelos seus desmandos no poder. Somos testemunhas também de várias outras rebeliões mundo afora de gente que reage violentamente às agressões e desmandos dos seus governos, saindo às ruas para protestar com todas as forças de que dispõem. Por esse motivo, os governantes de muitos países são extremamente cautelosos com a coisa pública, visto que seus cidadãos não toleram incompetência e corrupção. No Brasil, o descaramento, desmandos, corrupção, são pragas de extensa vascularização no tecido social. Parece que todo gesto, toda assinatura, toda palavra provinda do ente público carrega algum tipo de contaminação. Sendo assim, por gerações e gerações essas deformidades vêm sendo catalisadas pela química social até ganhar ares de normalidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A bandalheira política se transformou numa riquíssima fonte de piadas jocosas que divertem os incautos e enriquecem humoristas e corruptos, deixando o espectador espoliado e risonho. Na realidade, o humor político tão alastrado e prolífico é um dos mais poderosos anestésicos que o cidadão pode experimentar, visto que seus efeitos entorpecentes impedem a percepção das chibatadas que constantemente lhe arrancam o couro. Poder-se-ia dizer que os humoristas até deveriam ser remunerados pelos políticos em vista do imensurável serviço que prestam a esse pessoal; considerando que enquanto o povo se diverte a bandalheira corre livre, leve e solta. O mais impressionante é que todas as artimanhas ignóbeis possuem um jargão humorístico. Assim, para cada situação embaraçosa que por vacilo o político desonesto se envolver, ele terá ao seu dispor um leque de opção de argumentos cínicos para se “defender”, como se houvesse uma espécie de manual do descarado inescrupuloso. O humorista procura transportar o arsenal de bandalheiras para suas charges e espetáculos teatrais. Dessa forma, o cidadão acaba inconscientemente achando tudo naturalmente engraçado. E como diz o velho ditado, “brincando, brincando o gato comeu o rato”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A bandalheira política deveria ser sempre motivo de indignação e não de piada. Interessante, é que não se vê humorista fazendo piada com ações de estupradores e estripadores. Talvez, pelo horror que isso causaria ao público. A corrupção e os desmandos políticos são de uma perversidade visceral. Por esse motivo deveriam provocar vômitos e não risadas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5571281695021708441?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5571281695021708441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/08/propofol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5571281695021708441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5571281695021708441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/08/propofol.html' title='PROPOFOL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-1943330489358124161</id><published>2011-08-02T05:25:00.004-05:00</published><updated>2011-08-02T11:30:38.371-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>INSENSATEZ DESNUDADA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo57.pdf"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 02/08/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;&lt;a href="http://www.bancadigital.com.br/jcam/reader/Default.aspx?pID=2&amp;amp;eID=25250&amp;amp;lP=4&amp;amp;rP=0&amp;amp;lT=page"&gt;Link da publicação&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Aventurar-se nos labirintos da alma de uma nação com o propósito de dissecar hábitos e costumes é uma tarefa arriscada e extenuante. Exige um hercúleo estado de lucidez e desprendimento para obter visualização panorâmica do objeto de estudo. E o autor deve se policiar a fim de que os próprios valores não comprometam a coesão da obra. A Rede Globo de Televisão possui uma longa lista de novelas acentuadamente temperadas com questões morais, onde temas relacionados à cidadania, preconceito, comportamento etc., são gradualmente desfiados com o objetivo de facilitar a digestão do telespectador.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Exibida no final dos anos 80, a novela Vale Tudo mostrou a cara do Brasil, suas idiossincrasias, seus dilemas morais, sua imatura cidadania. Na época, as feridas do desregramento ético da nossa sociedade foram expostas sem o menor pudor. A empáfia da empresária Odete Roitman ilustrava muito bem o universo da elite burguesa que ainda carregava o ranço aristocrático do século XIX. A atriz Glória Pires interpretou brilhantemente a maquiavélica Maria de Fátima, que passava por cima de todo mundo para levar vantagem em tudo que fizesse – era a personificação da “Lei de Gerson”. Lamentavelmente, a mensagem deixada com a “banana” que o inescrupuloso Marco Aurélio deu ao fugir do país foi de que o Brasil simplesmente não tinha jeito.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A novela Insensato Coração faz uma conexão e um comparativo de dois momentos históricos com sua irmã gêmea Vale tudo. A diferença é que dessa vez há espaço para reforço de valores éticos e morais. O clamor da faxineira Haidê para colocar sua prole nos trilhos da honestidade já não soa como um discurso quixotesco, ao contrário do correto Ivan Meireles, de Vale Tudo, que na época era tido como um ingênuo deslocado da realidade. A intenção dos autores de Vale Tudo era justamente questionar se valia a pena ser honesto no Brasil dos anos 80. A mensagem de agora é que a coisa não está tão esculhambada como antes, visto que o cidadão brasileiro começou a ver gente poderosa ir para a cadeia, mesmo que seja libertada no dia seguinte. Essa mensagem é muito bem ilustrada na cena da atual novela em que o banqueiro Cortez repete o antológico gesto da “banana”, só que com resultado bem diferente: o figurão foi preso e condenado – algo impensável há vinte anos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;De lá para cá uma coisa não mudou um milímetro. A absoluta certeza da impunidade continua solidamente incrustada na consciência de corruptos e facínoras das mais variadas cepas. O banqueiro Cortez é absolutamente convencido de que pode fazer tudo com todos, seja através de medidas convencionais ou criminosas. Por mais chocante que sejam as atitudes desse bandido do colarinho branco, os personagens da vida real são muito piores. Prova disso é a sucessão de escândalos que abarrota os noticiários dia após dia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Outros personagens de Insensato Coração podem ser classificados como arquétipos na medida em que retratam comportamentos sufocados pela hipocrisia do falso moralismo; mostram o que há debaixo da casca polida normalmente apresentada nas relações sociais: A mãe protetora e carinhosa rouba as jóias da prima; a diretora moralista da Liga das Famílias Cariocas tem um caso extraconjugal; a mocinha ingênua e injustiçada se revela uma exímia mentirosa; a perua ambiciosa pouco se importa com o dinheiro sujo do marido canalha. Será que tudo isso só acontece na televisão ou a novela desnuda as imposturas acobertadas pelo fino traquejo social?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-1943330489358124161?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/1943330489358124161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/08/insensatez-desnudada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1943330489358124161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1943330489358124161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/08/insensatez-desnudada.html' title='INSENSATEZ DESNUDADA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4576062942621947927</id><published>2011-07-24T08:25:00.012-05:00</published><updated>2011-07-26T13:15:35.290-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>INÉRCIA DOS RESIGNADOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo56.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 26/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O historiador britânico John Dalberg-Acton imortalizou a frase “o poder tende a corromper e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Também disse que a autoridade política estraga as relações interpessoais. De modo geral, as massas são dominadas pelo ideário de que o detentor do poder é naturalmente distinto dos demais, sendo merecedor de todas as reverências, privilégios e imunidades. E apesar de vivermos sob a égide do Estado de Direito, a cristalização de tal ideário dificulta a compreensão de que os detentores do poder são acima de tudo servidores públicos. Outro grave equívoco é considerar poder e corrupção indissociável um do outro, concepção que muitos políticos procuram subliminarmente ou escancaradamente transmitir aos cidadãos. Ou seja, “é impossível governar sem roubar”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Menos grave, mas igualmente perversa é a lesão do patrimônio público ocasionada por desastrosas decisões gerenciais. Entram na lista gastos exorbitantes com obras inacabadas, inchaço da folha de pagamento via multiplicação de órgãos entupidos de funcionários, aumentos abusivos da remuneração do alto escalão, criação de uma infinidade de onerosos benefícios para figurões do poder, contratação de prestadores de serviços desnecessários, agigantamento da máquina administrativa etc. Qualquer pessoa dotada de bom senso sabe que essas práticas destruiriam uma empresa privada em poucos dias. Todos nós sabemos também que assim como ocorre na empresa privada, o órgão público gerencia recursos, que nada mais é do que executar fielmente um planejamento orçamentário bem elaborado.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A pesquisa da ONG Transparência Brasil aponta dados estarrecedores de gastos em todas as esferas do governo. Demonstra, por exemplo, que o orçamento do congresso brasileiro equivale a 83% do orçamento do congresso norte-americano, sendo que o PIB deles é cinco vezes maior. Na Espanha, um país de primeiro mundo, o custo é doze vezes menor que o brasileiro. Esse estado de coisas repercute em tudo quanto é órgão público brasileiro e é o retrato sem retoques do descalabro da nossa gestão pública, onde orçamentos gigantescos são colocados nas mãos de incompetentes e inescrupulosos de toda laia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Do lado de cá o cidadão assiste resignadamente a esse festival de despautérios. Não deveria ser assim. Felizmente, a internet e as outras mídias têm contribuído para o aclaramento de muitas consciências. Blogs pipocam por todo lado denunciando, questionando e propondo novas formas de pensar. A novela Insensato Coração, da Rede Globo, tem remexido profundamente em algumas distorções éticas enraizadas na alma brasileira, onde fica evidente a extrema dificuldade de mudar um pau que nasceu torto. O grande desafio é construir o paradigma de que a mudança deve acontecer primeiramente em cada cidadão para daí ocorrer uma mudança na sociedade. Isso, porque muitos que reclamam da corrupção são os mesmos que dão propina para o guarda de trânsito. Por esse motivo o corrupto conta com a anuência daqueles que fariam o mesmo se tivessem a mesma oportunidade. E assim a corrupção e os desmandos seguem firme no nosso país.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É necessário que alguma coisa consistente aconteça, nem que seja na novela. O Brasil precisa de pessoas corajosas, como o juiz italiano Francesco Borrelli, que comandou nos anos 90 a “operação mãos limpas”. Nesses dias, a presidenta Dilma foi publicamente ameaçada por alguns políticos da base aliada em razão da faxina no Ministério dos Transportes. Será que nunca iremos reagir às bofetadas que recebemos diariamente?&lt;br /&gt;............................................................... &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4576062942621947927?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4576062942621947927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/inercia-dos-resignados.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4576062942621947927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4576062942621947927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/inercia-dos-resignados.html' title='INÉRCIA DOS RESIGNADOS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6473376345509715411</id><published>2011-07-12T04:35:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T10:26:13.001-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>O EXERCÍCIO DA TOLERÂNCIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo55.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 12/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A formação do tecido social se desenvolve a partir das células familiares, cujas características individuais são determinantes para definição do grau de civilidade de um povo. Essa dita civilidade é caracterizada pelas relações interpessoais, as quais só se sustentam quando são estabelecidos níveis razoáveis de respeito mútuo. Num estágio elevado de padrões de convivência são adotados comportamentos mais sofisticados, como cordialidade e empatia. Benevolência, clemência e compaixão são sinônimos de humanidade; valores imprescindíveis no nosso mundo tão consumido pelo hedonismo e pelo egoísmo, onde há muito tempo a ambição desmedida alcançou o posto mais alto das qualidades exigidas de um cidadão respeitável. Para legitimar tal despudor é utilizada uma grossa camada de verniz que atende pelo nome de ética profissional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Teóricos dos mais diversos quadrantes estão permanentemente formulando complexas teorias para tornar digeríveis alguns comportamentos ardilosos. Surgem assim os derivativos éticos que se adaptam ao gosto do freguês, subproduto do cinismo social. Criam-se, dessa forma, trilhas sinuosas em meio ao pântano apodrecido das ignomínias e do mau-caratismo. Como exemplo ostensivo dessa prática, vez por outra somos surpreendidos por decisões judiciais absurdas que escandalizam e chocam a sociedade, mas que são tomadas em estrita obediência às leis. Ou então são jogados na nossa cara fatos terríveis de improbidade na administração pública, que vai em cima, vai em baixo, vai prum lado, vai pro outro, e no final tudo acaba em pizza. O cidadão de caráter pendular acaba facilmente sendo arrebatado pelo mau exemplo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com fica então o papel dos formadores dos novos cidadãos, os quais irão substituir nossos contemporâneos atores sociais? O que dizer para os filhos, o que ensinar aos alunos? Vamos afirmar uma coisa e fazer outra ou vamos escancarar de vez o falso moralismo e forjar um contingente de arrivistas sociais? Essas questões devem forçar a nossa abstração para refletirmos sobre os nossos valores, algo extremamente importante quando nos deparamos com incômodos dilemas. De certo, a boa e velha educação, aquela que nossos avós preceituavam, continua sendo o melhor remédio para tornar um cidadão digno e respeitável. Sendo assim, não devemos abdicar nem por um momento das regras básicas de convivência e respeito ao próximo como se fossem cláusulas pétreas. Sem isso, veremos a intolerância resultar em violência e esgarçamento do tecido social.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A semana que passou foi marcada pela reação vigorosa do cidadão manauara ao comportamento de um homem que expôs a face sombria do seu caráter ao publicar no periódico goianiense Diário da Manhã &lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/destaque/jornalista/jornalistaa.htm"&gt;&lt;strong&gt;um texto que desfia um rol de grosseiras e gratuitas ofensas às pessoas da nossa região&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A metralhadora giratória do senhor Eugenio Santana atacou o nosso rio, nossas ruas, nossa culinária, nosso clima, nossos hábitos, nossos urubus, nossas prostitutas, nossos cães etc. Uma investida de tamanha ferocidade nos faz perguntar o seguinte: Que tipo de formação teve esse homem para agir dessa maneira? Que tipo de família o criou? Que tipo de lições recebeu dos pais? Que tipo de legado moral deixará para os filhos? Tal comportamento agressivo é uma erva daninha que envenena as relações humanas e compromete o esforço de tantos que dedicam sua vida à construção de um mundo melhor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6473376345509715411?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6473376345509715411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/o-exercicio-da-tolerancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6473376345509715411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6473376345509715411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/o-exercicio-da-tolerancia.html' title='O EXERCÍCIO DA TOLERÂNCIA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2875263824812764298</id><published>2011-07-04T19:30:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:27:13.454-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='burocracia'/><title type='text'>PAROXISMO DA BUROCRACIA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo54.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 05/07/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por volta do século I a.C. o historiador romano Públio Tácito sentenciou que quanto mais corrupto um Estado maior o número de leis. Entenda-se também, maior o grau de burocracia. O sociólogo alemão Max Weber conferiu um significado solene ao termo burocracia, relacionando-a a uma estrutura organizacional pautada por regras claras, bem desenhadas e impessoais. Mas foram os franceses que conferiram o significado pejorativo a que estamos acostumados. O tecido usado para cobrir as escrivaninhas era chamado de “bure”, de onde derivou a palavra “bureau”, que acabou servindo para designar todo o escritório. Burocracia é resultado da junção de “bureau” com a palavra grega “krátos” (poder), significando assim o poder dos funcionários do escritório. Nada mais apropriado para traduzir a realidade das repartições públicas, visto que sadismo parece ser o traço mais marcante da personalidade de alguns funcionários públicos. Basta observar o prazer estampado no semblante desse pessoal quando indefere uma solicitação, consequência dos efeitos inebriantes do poder do escritório correndo nas veias.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se num lado da moeda acontece o esbaldamento e a esparramação da burocracia desenfreada, no outro lado os efeitos colaterais desses excessos desabam sem dó na cabeça do contribuinte, que lá debaixo dos escombros se debate com uma infinidade de certidões, autenticações, formulários, carimbos, assinaturas, petições, solicitações, filas, senhas, agendamentos, requerimentos etc.etc. Alguns órgãos conseguiram progressos substantivos no combate ao exagero burocrático, como Receita Federal e Junta Comercial. E algumas atitudes louváveis merecem atenção, como por exemplo, a decisão de José Serra, quando governador de São Paulo, de por fim às exigências de firma reconhecida e cópias autenticadas nas transações realizadas com a administração pública estadual. Aliás, por que isso não acontece aqui também? Que tão forte relação simbiótica existe entre cartórios e órgãos públicos que não pode ser quebrada? Por que ninguém se atreve a mexer nisso? Outra atitude digna de louvor é o Projeto de Lei 026/2010, do Vereador Ademar Bandeira, que proíbe a mudança de nomes de ruas, praças e logradouros de Manaus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O projeto do Vereador Bandeira trata de um dos mais inquietantes problemas que a prefeitura pode impingir aos munícipes. O cidadão que se dirige ao órgão municipal para solicitar licenciamento de uma atividade econômica se depara com uma imensa lista de itens, dentre ele a Certidão de Informações Técnicas para uso do solo. É preciso procurar outro departamento para obtenção da CIT, onde outra grande lista de itens é exigida, que envolve várias cópias, originais, autenticações, cartórios, mapa com informações extremamente detalhadas da região do entorno do empreendimento etc. Mas o melhor vem depois. Para se tirar a CIT é preciso antes tirar a Certidão de Endereço, que é a certidão da certidão. Isso, porque a Prefeitura mudou poucos anos atrás o nome de várias ruas da cidade, mas não atualizou o cadastro do IPTU. Assim, no IPTU consta o endereço antigo e no CNPJ o endereço novo. Por isso é preciso ir num outro endereço da Prefeitura para solicitar a tal Certidão de Endereço. Novamente, a lista é grande: &lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/certidao_endereco.jpg"&gt;&lt;strong&gt;sete itens e cinco observações&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, tão ou mais complexos que os documentos exigidos para tirar a CIT. A última observação diz o seguinte: “O interessado deverá retornar ao IMPLURB no prazo de 30 (trinta) dias para verificar situação do processo” (sic).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa Certidão de Endereço é o mais fiel e representativo exemplo do ponto que pode chegar a burocracia extremada. A Prefeitura muda o nome das ruas e obriga o cidadão a entrar numa espiral de penalidades burocráticas para atualização de dados na própria Prefeitura. Parece que existem pessoas que procuram sempre a pior, mais onerosa, mais estressante e mais intelijumêntica forma de fazer as coisas. A imaginação desses senhores da gestão pública é algo fantástico. Até lembra a história do casal que faz filho em pé. Na rede. Balançando.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2875263824812764298?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2875263824812764298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/paroxismo-da-burocracia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2875263824812764298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2875263824812764298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/07/paroxismo-da-burocracia.html' title='PAROXISMO DA BUROCRACIA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6201500925845178214</id><published>2011-06-28T15:23:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:30:27.511-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='web semântica'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><title type='text'>WEB SEMÂNTICA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo53.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM em 28/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Galileu afirmou que o universo está escrito em linguagem matemática. Esse postulado impulsionou o avanço científico e estabeleceu as bases da ciência moderna. O assombroso desenvolvimento da tecnologia da informação parece confirmar esse brilhante “insight” lá do século 17. Decifrar as leis que constituem a essência de todas as coisas é uma missão que os cientistas perseguem há séculos e que agora conseguem vislumbrar um horizonte pleno de possibilidades. Quando Herman Hollerith criou em 1880 um sistema de processamento de dados baseado em cartões perfurados, certamente não imaginou que o código binário decimal pudesse se tornar o instrumento que levaria a criação da inteligência artificial. Apesar de muitos acreditarem que nunca haverá um computador semelhante ao HAL, do filme 2001, as novas tecnologias de processamento da linguagem natural (ou NPL, na sigla em inglês) já desenham o agente inteligente capaz de compreender e interpretar as necessidades de informação de um usuário da internet.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Timothy Berners-Lee, criador da internet que conhecemos (HTTP, HTML e WWW), declarou em 1999 que a web ideal era aquela onde os computadores seriam capazes de analisar o conteúdo e entender as transações entre as pessoas e as máquinas. Chamou isso de web semântica e estimou que seu sonho seria concretizado em 2020. Acontece que as evidências dessa terceira geração da web já se fazem presentes. O inovador buscador de respostas Wolfram Alpha inaugurou a categoria dos “mecanismos de conhecimento”. Ele não é uma simples ferramenta que retorna documentos em resposta a pesquisas de palavras-chave, como faz o Google. Também não é uma gigantesca enciclopédia, como a Wikipedia. Em vez disso, ele “entende” a pergunta para em seguida formular respostas exatas (HSM 86 Dossiê Web).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O projeto Wolfram Alpha é ousado na medida em que pretende sistematizar todo o conhecimento humano. O processo é decorrente de volumosos trabalhos de equipes altamente especializadas, tais como linguistas e lexicógrafos munidos de dicionários que fazem correlações entre palavras e enquadramentos conceituais para dar sentido a termos e expressões mais usadas na internet. Resumindo, tudo se relaciona com tudo. A tendência é que futuramente tudo esteja indexado, inclusive os dados relacionados a cada pessoa humana. Algo esquisito para nossos atuais padrões de privacidade e individualidade. Interessante é que esse etiquetamento e relacionamento de dados, elevado a uma fenomenal escala de processamento, pode criar novas verdades e revelar a consciência de uma entidade que ainda não temos idéia do que virá a ser. É algo que está além do atual conceito de inteligência artificial.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Para as empresas, isso será a glória, principalmente para aquelas de uso intensivo do conhecimento, como a indústria farmacêutica e de informática. As multinacionais e suas unidades espalhadas mundo afora poderão gerir o conhecimento disperso com altos níveis de eficiência e assim se fortalecerem nos seus respectivos mercados. Corporações como a Oracle, IBM e Microsoft já estão integrando a tecnologia semântica aos seus projetos de softwares corporativos. Ecossistemas tecnológicos corporativos estão sendo desenhados e a SAP lidera um projeto denominado business intelligence semântico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A aproximação dessa entidade pensante global nos faz refletir sobre as palavras de Charles Chaplin, que disse o seguinte: ”Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6201500925845178214?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6201500925845178214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/web-semantica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6201500925845178214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6201500925845178214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/web-semantica.html' title='WEB SEMÂNTICA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5542072616110408278</id><published>2011-06-27T15:53:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:29:38.100-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='XBRL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><title type='text'>A TECNOLOGIA XBRL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo52.jpg"&gt;Publicado na Revista Editor Fiscal edição julho/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As movimentações vertiginosas ocorridas nos últimos anos no ambiente contábil têm deixado alguns contabilistas atordoados por conta da crescente complexidade das obrigações governamentais. Depois de passar uma vida inteira de trabalho roendo o osso dos assuntos técnicos e legais para se estabelecer profissionalmente, o contador se deparou há poucos anos com desafios ainda mais espinhosos. O projeto SPED e o processo de convergência às normas internacionais de contabilidade expandiram conceitos e ampliaram a consciência dos fenômenos empresariais. Nem todos que deveriam estão conseguindo construir as competências necessárias para passar por essa metamorfose profissional.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Parece que a Contabilidade está se desgrudando do terreno da burocracia estéril e avançando para o campo da utilidade da informação. O esforço monumental de várias entidades ao redor do mundo para definir padrões universais de relatórios financeiros confirma essa tendência. A padronização de procedimentos e de formatações já demonstrou sua eficácia. Basta lembrar do pleno funcionamento da nota fiscal eletrônica, a qual está dinamizando as relações empresariais e fortalecendo o agente fazendário. Um elemento novo já nasceu, se desenvolveu, alcançou a maturidade e não vai demorar muito tempo para estar entre nós. Trata-se da tecnologia XBRL (eXtensible Business Reporting Language), que será utilizada compulsoriamente agora em 2011 por cerca de 8.700 empresas norte-americanas para entregar seus relatórios contábeis à SEC (Securities and Exchange Commission), entidade equivalente a nossa CVM.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O XBRL é um derivado da linguagem XML, muito utilizada atualmente devido a sua relativa simplicidade e plasticidade, características que permitiram a abrupta expansão da internet. O projeto XBRL teve início em 1998, por conta das pesquisas do Contador norte-americano Charles Hoffman que percebeu o potencial da linguagem XML para a divulgação de informações financeiras em formato eletrônico. No ano seguinte a idéia foi abraçada por instituições privadas de grosso calibre e por uma das entidades que regulam a profissão contábil nos Estados Unidos. No ano 2000 foi anunciada a conclusão da taxonomia para companhias industriais e comerciais americanas e também a internacionalização do consórcio criado para difundir o XBRL internacionalmente. A partir de então essa nova tecnologia se espalhou por meio mundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A taxonomia do XBRL é uma espécie de dicionário que fornece definições-padrão dos termos técnicos utilizados na preparação dos relatórios financeiros; também, são definidos os relacionamentos e hierarquias desses elementos segundo os princípios de contabilidade geralmente aceitos. Por isso, a linguagem é extensível de modo a satisfazer as necessidades de jurisdições contábeis diversas e, apesar da sua flexibilidade, seu código é bastante seguro. Outra característica marcante é comparabilidade entre diferentes relatórios financeiros. Há mais de três anos a SEC disponibilizou na internet o aplicativo “Financial Explorer” que permite aos investidores fazer de forma rápida e fácil a análise comparativa do desempenho de diversas companhias. O processo de padronização contábil mundial conduzido pelo IASB é de fundamental importância para que toda essa dinamicidade seja difundida nos quatro cantos do planeta.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Laboratório de Tecnologia e Sistemas de Informações (TECSI) da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP é pioneiro no desenvolvimento da jurisdição brasileira do XBRL. O Conselho Federal de Contabilidade e o Comitê de Pronunciamentos Contábeis uniram esforços para implantar o XBRL no Brasil. A Portaria CFC n° 38/10 criou uma comissão destinada a criar a jurisdição do XBRL no nosso país, e credenciou o Conselho Federal de Contabilidade como representante brasileiro junto ao XBRL internacional. A experiência de vários países que utilizaram o XBRL como linguagem das suas centrais de balanços serviu de base para um dos módulos mais ousados do projeto SPED, que ainda não entrou em operação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5542072616110408278?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5542072616110408278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/tecnologia-xbrl.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5542072616110408278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5542072616110408278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/tecnologia-xbrl.html' title='A TECNOLOGIA XBRL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2718169950710221271</id><published>2011-06-21T12:30:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:31:08.699-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>IDIOSSINCRASIA EMPRESARIAL</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo51.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 21/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Adentrar um ambiente corporativo é se deparar com uma entidade constituída de personalidade única. Algumas podem até lembrar outras, mas cada uma é cada uma. Da mesma forma que a criança é influenciada por uma série de circunstâncias e comportamentos dos seus tutores, a empresa também vai sendo moldada pelos valores daqueles que integram seu quadro funcional. De modo geral, esse processo de amadurecimento ocorre espontaneamente e sem controle. Quando o comandante da entidade se preocupa somente com questões de sobrevivência e crescimento patrimonial, acaba abrindo espaço aos subalternos para contribuírem mais acentuadamente na construção da imagem da organização. Isso não é de forma nenhuma um comportamento saudável, visto que se muita gente mexer na mesma panela, a tendência é entornar o caldo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Existem casos curiosos de empreendimentos que devido a circunstâncias favoráveis se expandem em curto espaço de tempo. Quando isso acontece, o próprio crescimento suscita a necessidade de modernização do negócio. Normalmente, o que se segue é uma sequência de decisões que resultam num conjunto de paradoxos administrativos e estruturais. Por exemplo, quem passa na frente do prédio recém-inaugurado se impressiona com a fachada em aço e vidro temperado, mas quando contorna o quarteirão para ter acesso às dependências da empresa pela antiga portaria, se depara com instalações carcomidas e insalubres. Funcionários apáticos se atrapalham e irritam os clientes. Caros equipamentos contrastam com os uniformes puídos dos atendentes. A boa vontade de alguns é combinada com claras evidências da inexistência de formalização de procedimentos. Poucos sabem transferir corretamente as ligações telefônicas etc.etc.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O diferenciador que fica entre o encanto e a decepção está no detalhe. A indústria se utiliza do estudo de tempos e movimentos para aperfeiçoar seu processo produtivo, que nada mais é do que fazer uma série de simulações na linha de produção com objetivo de agilizar as tarefas dos operários. Diferença de segundos resulta num substantivo ganho financeiro. Interessante, é que as demais atividades econômicas não costumam atentar para essa questão do “detalhe”. Alguns exemplos: o atendente puxa bruscamente o documento da mão do cliente e demonstra total desinteresse quando faz o atendimento; o garçom de uniforme sujo não cumprimenta o cliente; a recepcionista com chiclete na boca faz comentários inadequados da sua vida pessoal para pessoas que aguardam atendimento; o porteiro trata o cliente por “meu querido”; comportamentos hostis inviabilizam ações colaborativas e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essas questões nos remetem ao conceito do método indutivo, quando uma série de particularidades contribui para a formação do conjunto. Ou seja, a combinação de vários pequenos deslizes resulta numa mancha que deforma e enfeia belos projetos profissionalizantes concebidos pela alta direção. Assim, é preciso mergulhar um pouco mais fundo na análise dos fatores relativos ao mau desempenho. Da mesma forma que um técnico fica de cronômetro na mão medindo cada movimento do operário na linha de produção, seria interessante também observar nuances comportamentais de uma recepcionista, de um vendedor, de um garçom etc.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A gestão deve influenciar a cultura organizacional e não se tornar refém dela. Daí a importância dos programas de qualidade que ajudam as empresas a se encontrar consigo mesmas, descobrir seus valores e objetivos, e assim projetar para a sociedade uma imagem positiva e confiante.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2718169950710221271?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2718169950710221271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/idiossincrasia-empresarial.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2718169950710221271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2718169950710221271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/idiossincrasia-empresarial.html' title='IDIOSSINCRASIA EMPRESARIAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8310007082860094295</id><published>2011-06-15T06:34:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:32:06.077-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>CONDUTA PROFISSIONAL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo50.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 15/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A observância dos valores respeitados pela sociedade é um traço distintivo do bom profissional. A faculdade inata que cada um possui de distinguir o certo do errado é fundamental para a aceitação do indivíduo pelos grupos sociais. O desenvolvimento de capacidades perceptivas mais aguçadas que permitam a distinção de adequado e inadequado, conveniente e inconveniente, oportuno e inoportuno etc., amplia as possibilidades de influência nas atitudes das demais pessoas e cria oportunidades de ascensão profissional. Os holofotes estão permanentemente voltados para a nossa conduta profissional, o que nos faz lembrar de manter um cuidado zeloso da imagem que projetamos àqueles com quem interagimos cotidianamente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A característica quase que onisciente da sociedade pressiona o indivíduo de forma implacável e o obriga a pautar suas atitudes segundo a cartilha determinada pelos costumes vigentes. Violar regras cristalizadas por longos períodos de adequações morais é arriscar-se ao ostracismo social. Por isso, qualquer ato de ousadia deve ser muito bem calculado. O dramaturgo irlandês Bernard Shaw disse que o progresso depende dos insensatos, visto que o homem sensato não viola regra nenhuma e assim nada cria. Essa infeliz verdade é um grande desafio para quem se dispõe a romper a bolha da mediocridade e, consequentemente vir a ser soterrado por uma avalanche de críticas. Somente os muito fortes costumam sobreviver. Outros tantos naufragam por se atreverem a dizer verdades inconvenientes. Por esse motivo é que enormes quantias de dinheiro são despendidas com serviços de consultorias que são contratadas para dizer aquilo que os empregados não têm coragem de falar.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O ambiente corporativo é um caldeirão de regras, comportamentos e sentimentos de tudo quanto é tipo que borbulham o tempo todo sob enorme pressão. Quanto maior a estrutura, maior a complexidade e mais difícil a manutenção do clima organizacional em níveis adequados de harmonia e estabilidade. Por isso, as empresas devem monitorar tais fenômenos comportamentais e desenvolver estratégias positivas de ação. A formalização de um código interno de ética e conduta profissional é a solução encontrada por muitas entidades para uniformizar um conjunto de valores e práticas consideradas adequadas para o bem-estar de todos, proteção dos ativos tangíveis e intangíveis e garantia de perenidade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Curiosamente, o cidadão de boa fé e de bom senso é capaz de obedecer a volumosos códigos de conduta sem nunca os ter lido. Mesmo assim tais códigos são válidos e extremamente importantes quando se apresentam como balizadores de dilemas éticos aparentemente triviais como, por exemplo, favores ou presentes envolvendo agentes externos. Na ausência de formalização de regras de conduta, o profissional deve ficar atento às armadilhas embutidas nas boas intenções de quem quer que seja. O desconfiômetro deve está sempre sintonizado até mesmo com as sutilezas de gestos amistosos ou sorrisos espontâneos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse estado de coisas não obriga necessariamente a adoção da paranóia como um traço expressivo da personalidade. Cordialidade, respeito ao próximo e compromisso com a qualidade profissional são atributos mais do que suficientes, não havendo necessidade de envolvimento e intimidade com colegas de trabalho. Dessa forma, é possível manter níveis adequados de conforto moral necessários ao bom desempenho das atividades e responsabilidades de cada um.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8310007082860094295?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8310007082860094295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/conduta-profissional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8310007082860094295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8310007082860094295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/conduta-profissional.html' title='CONDUTA PROFISSIONAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8689498146821696296</id><published>2011-06-07T14:42:00.005-05:00</published><updated>2011-07-13T10:34:34.132-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='auditoria'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fraudes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>ERROS, FRAUDES E AUDITORIA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;@ucara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo49.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 07/06/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Não é difícil encontrar administradores consumidos por preocupações relacionadas ao controle interno das suas operações. As áreas sensíveis como os setores de compras, financeiro, RH e TI são mais propensas a incorrer em diversos tipos de irregularidades, seja por dolo ou culpa. Erros decorrentes de negligência ou despreparo são menos danosos para o clima organizacional. A fraude, por conseguinte, possui uma carga de alto potencial destrutivo, visto que a extensão dos estragos vai além da usurpação de bens patrimoniais. E seu efeito negativo leva tempo, muito tempo para se dissipar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Os erros acontecem de forma involuntária, seja por desatenção, inobservância de procedimentos internos ou falta de conhecimento técnico adequado para execução de tarefas etc. O empregado pode também ser induzido ao erro quando é mal orientado por seus superiores ou quando a estrutura organizacional é capenga e os processos internos não são mapeados. Quando diretores e gerentes tropeçam nas próprias pernas ou se aventuram em péssimos negócios não é de se estranhar que o restante da hierarquia faça o mesmo. O ranço da incompetência costuma escorrer de cima para baixo contaminando o que encontra pelo caminho. Portanto, se os sinais de incompetência são visíveis em tudo quanto é área da empresa, é provável que a coisa lá em cima seja muito feia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A fraude é revestida de um caráter perverso. Quando alguém faz esse tipo de coisa numa organização acaba prejudicando todo mundo. Prejudica diretamente o proprietário do patrimônio lesado e marca negativamente os demais. Há casos traumáticos que mudam a empresa para sempre: patrões justos se tornam carrascos paranóicos e funcionários amistosos passam a desconfiar da própria sombra. A fraude se manifesta de formas diversas, seja pela falsificação de documentos ou registro de transações fictícias, dentre outras. A NBC T-12, aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade, contém a seguinte definição: “O termo ‘fraude’ aplica-se a atos voluntários de omissão e manipulação de transações e operações, adulteração de documentos, registros, relatórios e demonstrações contábeis, tanto em termos físicos quanto monetários”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;A existência de um ambiente organizacional complexo justifica a implementação de políticas que visem à proteção do patrimônio. A auditoria (interna e independente) se apresenta como um necessário e oportuno instrumento de prevenção de riscos patrimoniais. Dependendo da complexidade e do volume de operações de uma organização, a auditoria interna se torna imprescindível para identificar fraudes no seu nascedouro. É obvio que procedimentos de auditoria interna só serão eficazes num ambiente regido por normas e procedimentos bem estruturados. Caso contrário, o trabalho do auditor produzirá mais atrito do que resultados práticos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É bom lembrar que existem pessoas excepcionalmente habilidosas na utilização de premissas verdadeiras que resultam em conclusões sofismáticas. Esse pessoal conhece os entremeios da burocracia operacional e sabe exatamente onde estão os pontos frágeis. Também, costuma se opor a qualquer idéia relacionada ao assunto auditoria. Por esses e outros motivos é que o auditor deve reunir qualidades incomuns e ter faro bem apurado.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8689498146821696296?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8689498146821696296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/erros-fraudes-e-auditoria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8689498146821696296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8689498146821696296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/erros-fraudes-e-auditoria.html' title='ERROS, FRAUDES E AUDITORIA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8956138338138989630</id><published>2011-06-01T07:08:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:33:01.075-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>ADMINISTRAÇÃO DO CONSENSO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;@ucara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo47.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 31/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fato corriqueiro é a prática de reuniões para tratar de assuntos relevantes, como por exemplo, a busca de solução de impasses quando todas as alternativas se mostram ruins. Há empresas que são viciadas em exaustivas e improdutivas reuniões, as quais são muitas vezes comandadas pelo chefe maior. De modo geral, os trabalhos são iniciados pela abordagem dos itens da pauta, donde ponto a ponto os assuntos vão sendo discutidos e analisados por diversos pontos de vista. Dessa forma espera-se que a matéria seja estratificada ao ponto de permitir a eliminação das possibilidades de uma decisão errada. Ledo engano. Infelizmente, a lógica racional é um ente arisco e volátil que só existe no terreno conceitual. A verdade é que somos criaturas impulsivas, parciais e egoístas. Ou seja, a nossa lógica é envolvida por outros sentimentos numa espécie de fagocitose. Daí, o risco da “análise dos diversos pontos de vista” não ser feita com sinceridade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;De modo subliminar, o que acontece nas reuniões é a imposição ao grupo de uma decisão já tomada. Os partícipes são induzidos de forma sutil ou não a adquirir um comportamento de manada. Isso pode ser perigoso para a organização quando, meio que a contragosto, as pessoas embarcam numa canoa furada. Agem-se assim porque o chefe faz uma propaganda maravilhosa da tal canoa. Por esse motivo ninguém se arrisca a contrariar o comandante. Pensam antes de tudo na manutenção dos seus empregos, mesmo que todos venham a afundar. Quantas e quantas pessoas ficam caladas em reuniões ao ouvirem verdadeiros descalabros! Afinal, ninguém em sã consciência vai colocar o pescoço na guilhotina nem se tornar alvo da arrogância daqueles que se acham donos da verdade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um evento de grande repercussão que ilustra muito bem a dificuldade de fazer valer a racionalidade é contado pelo Professor nova-iorquino Dan Ariely (HSM 86). “Quando o presidente Bush decidiu invadir o Iraque, reuniu seu gabinete, expôs o que pensava e perguntou a opinião de cada integrante. Ponha-se no lugar da terceira pessoa da roda: seu chefe acaba de dizer que quer invadir o Iraque e dois membros do gabinete disseram que estão de acordo. Não é provável que você se manifeste contrariamente”. Pode-se assim deduzir que administrar o consenso é mais difícil do que administrar o conflito; requer habilidades superiores e percepção aguçada para extrair a opinião sincera das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Se for conduzida de modo saudável, os resultados de uma reunião podem ser extremamente benéficos para a organização. Ressalte-se que é importante manter uma postura autêntica não somente em reuniões, mas em todas as interações que ocorrem no ambiente de trabalho. Dessa forma, o potencial criativo e colaborativo das pessoas dá lugar às práticas demagógicas institucionalizadas, que só servem para aprisionar a organização nos porões da mediocridade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Obviamente que não é nada simples fazer essa transição. Antes de tudo, é preciso coragem e desprendimento da alta gerência. O caminho pode está no desenvolvimento e implantação de uma política sustentada num código de ética e de conduta profissional que conquiste a confiança de todo mundo. É preciso convencer as pessoas de que elas não perderão o emprego se derem sua contribuição para a melhoria dos processos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8956138338138989630?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8956138338138989630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/administracao-do-consenso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8956138338138989630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8956138338138989630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/administracao-do-consenso.html' title='ADMINISTRAÇÃO DO CONSENSO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-1729791902847036768</id><published>2011-06-01T07:00:00.008-05:00</published><updated>2011-07-24T10:33:40.734-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inteligência fiscal'/><title type='text'>INTELIGÊNCIA FISCAL INTERNA</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#003333;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;@ucara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo48.jpg"&gt;Publicado na Revista Editor Fiscal AM junho 2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#003333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mundo de hoje é digital. O Fisco sabe muito bem disso e sorrateiramente trabalha a característica intrínseca desses novos tempos, que é o fator rastreabilidade. Estamos cada vez mais conectados numa rede que se assemelha ao sistema neural do cérebro humano. Departamentos altamente especializados do governo vêm desenvolvendo estudos para criar mecanismos de infiltração insidiosa nessa imensa estrutura de compartilhamento de informações que as relações empresariais produzem diariamente. E não se engane quem acredita que o volume monumental de dados gerados possa inviabilizar um projeto de tamanha envergadura. Tecnologia para isso existe. Dinheiro, o governo tem muito. Pessoal especializado está sendo providenciado. Essa quimera tem nome: Inteligência Fiscal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Protocolo ICMS N° 66/2009 dispõe sobre a instituição do Sistema de Inteligência Fiscal (SIF) e intercâmbio de informações entre as unidades da Federação, tecnicamente denominadas Unidades de Inteligência Fiscal dos Estados (UnIF). O projeto é baseado na mútua cooperação técnica e intercâmbio de informações no interesse das atividades de inteligência fiscal, tudo pautado numa doutrina orquestrada pela Receita Federal do Brasil. O texto da lei parece um manual de detetive, o qual trabalha conceitos metafísicos de interpretação e avaliação de situações complexas, envolvendo elementos psicológicos e cognitivos. Isso sem falar na utilização dos mais avançados recursos de tecnologia da informação. Resumindo, parece que o Fisco está na vanguarda tecnológica quando o assunto é inteligência fiscal. Na retaguarda estão as organizações que ano após ano permaneceram inertes enquanto o Fisco construía sua teia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A área tributária das corporações, antes considerada operacional, passou a ter um caráter estratégico. Escriturar nota fiscal e calcular imposto é agora atividade secundária. Atualmente, os assuntos fisco-tributários ocupam espaço substancial nos processos decisórios da alta direção das organizações empresariais por conta da crescente complexidade das obrigações que o governo não para de impingir aos contribuintes. Análises de entidades especializadas demonstram que 90% das empresas possuem algum tipo de pendência junto ao Fisco. Boa parte dessas irregularidades é consequência da falta de estrutura adequada de controle dos processos internos, o que impacta diretamente o fluxo de caixa e planos de investimento. Tais fatores negativos são mais críticos para quem está em processo de licitação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O planejamento estratégico deve ser alinhado a uma política de inteligência fiscal interna, para que, assim, a empresa não permita que o Fisco conheça suas operações melhor que ela própria. Portanto, é preciso investir pesado na qualificação de empregados, em serviços especializados de consultoria e especialmente numa estrutura de auditoria que procure adotar procedimentos semelhantes ao dos fiscais de renda. Outro ponto importante é a ampliação do conhecimento fiscal através da integração inteligente de informações entre departamentos e unidades da empresa, chegando inclusive ao compartilhamento de conhecimento da legislação tributária com os fornecedores.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É importante sair do gerúndio e partir para a prática efetiva de inteligência fiscal interna. Ou seja, intensificar o controle dos documentos que circulam na empresa e manter um estreito relacionamento com o Contador, que deverá apresentar periodicamente à alta direção um relatório que descreva ocorrências fiscais passadas e faça um esboço das perspectivas fiscais futuras. Além disso, é preciso conhecer em profundidade o sistema de informática utilizado nas operações fiscais; formatos, estruturas, linguagem, padronização, arquivamento, consistência, segurança de dados etc. Importantíssimo também são os procedimentos de produção, utilização e guarda de documentos – o Arquivo Morto não poderá mais ser tratado como depósito de entulhos diversos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Será necessário desenvolver e implementar uma política de Gestão de Risco cuja operacionalização deverá envolver a todos e todos deverão contribuir com seus pontos de vista. Importantíssimo também é ficar sintonizado com os dispositivos legais tributários mais suscetíveis a mudanças. Empresas que desenvolveram procedimentos inteligentes de controle fiscal acabaram descobrindo que pagavam impostos em excesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Foi-se o tempo que a principal ferramenta de trabalho do fiscal de renda era papel e calculadora. Ele evoluiu. E você?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-1729791902847036768?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/1729791902847036768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/inteligencia-fiscal-interna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1729791902847036768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1729791902847036768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/06/inteligencia-fiscal-interna.html' title='INTELIGÊNCIA FISCAL INTERNA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8513943727059070681</id><published>2011-05-24T09:39:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:34:48.180-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>O DESABAFO DA PROFESSORA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo46.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 24/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Artigos publicados&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pode-se afirmar que o dia 10 de maio de 2011 é um marco histórico. Nessa data a Professora Amanda Gurgel de Freitas proferiu o mais lúcido e mais corajoso discurso em defesa do nosso depauperado sistema educacional. O alvo era a Secretária de Educação e um grupo de parlamentares em uma audiência pública na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte. Ela começou sua fala com a exibição do seu contracheque de 930 reais; comentou que esse valor não era suficiente nem para pagar a indumentária que as autoridades presentes utilizavam para frequentar aquela casa. O que se seguiu foi um bombardeio de poderosos argumentos que demoliram o palavreado falacioso, tão utilizado por políticos demagógicos que costumam culpar o professor pelo estado calamitoso da escola pública. Brilhantemente, essa heroína brasileira deixou as autoridades caladas e atônitas diante das verdades que foram obrigadas a engolir.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Apesar do conteúdo denso e impactante da exposição da Professora Amanda, não houve de imediato nenhuma repercussão sobre esse fato inusitado. Nada foi publicado na mídia local; não houve sequer uma notinha nos “releases” oficiais da própria Assembléia, entidade promotora do evento. Suspeitamente, a imprensa preferiu se calar para não expor as vísceras apodrecidas do sistema educacional potiguar. A salvação ocorreu graças a santa internet, redentora dos sem-acesso-à-verdade, pessoas obrigadas a consumir informações pasteurizadas pela mídia oficial. Por isso é que somente após uma semana o acontecimento foi amplamente noticiado por conta da explosão no Youtube e nas redes sociais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A mídia, que antes se calou, agora está explorando exaustivamente o acontecido; estão tentando tornar a imagem da professora mais importante do que a causa que a transformou numa celebridade instantânea. Mesmo assim, o clamor em defesa da educação está se proliferando na internet em escala nunca antes vista na história desse país. Tendo ultrapassado um milhão de visualizações, o vídeo histórico é um despertador barulhento que está apavorando uns e acordando outros. O efeito positivo é ilustrado pelo despertar das consciências que se sentiram estimuladas a promover uma imensa corrente de protestos através de manifestações que pipocam na internet. O efeito negativo pesará sobre as autoridades (in)competentes, as quais serão obrigadas a mudar urgentemente seus caquéticos discursos. Para esse tipo de gente, o tal vídeo é simplesmente um pesadelo apavorante.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse fantástico episódio apresenta-se como uma grande lição de cidadania. Mostra tacitamente o poder do cidadão, que habitualmente se comporta como um boi manso e inconsciente da sua força. A própria Amanda Gurgel disse não entender toda essa repercussão, visto que simplesmente descreveu a rotina vivenciada por alunos e educadores. Talvez o grande mérito dessa cidadã esteja na forma como tratou do assunto: com propriedade, com tranquilidade, com assertividade, com inteligência e principalmente com muita coragem. Se tivesse se descabelado, gritado ou insultado os presentes à audiência ela seria dada como louca e esquecida pouco depois. Mas não. Ela demonstrou a eloquência daqueles que são eleitos para defender o povo e não o fazem. Os deputados presente deveriam morrer de vergonha, se é que isso seja possível para esse tipo de gente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8513943727059070681?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8513943727059070681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/o-desabafo-da-professora.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8513943727059070681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8513943727059070681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/o-desabafo-da-professora.html' title='O DESABAFO DA PROFESSORA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6714461975065286107</id><published>2011-05-17T09:04:00.020-05:00</published><updated>2011-07-24T10:35:31.946-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><title type='text'>PODEMOS REVOLUCIONAR A EDUCAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51)"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,153);font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(85,136,170); TEXT-DECORATION: none" href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:0;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo45.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio AM 17/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51)"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:arial;"&gt;&lt;b style="TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(85,136,170); TEXT-DECORATION: none"&gt;&lt;a style="COLOR: rgb(85,136,170); TEXT-DECORATION: none" href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;Artigos publicados&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20px"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O intelectual marxista Leon Trotski afirmou que quando o cidadão apático desperta e daí por diante começa a participar ativamente da administração do país, logo adquire consciência do imenso poder que está em suas mãos; poder de fazer acontecer, poder de desarticular as putrefatas estruturas que oprimem os desamparados, poder de mudar o destino da nação. Há no site www.reginaldo.cnt.br/1968 um fantástico relato que ilustra muito bem essas questões. Era maio de 1968 na França, quando a reação de Daniel Cohn-Bendit à provocação do ministro da juventude culminou na expulsão desse aluno da universidade de Nanterre. Seus colegas reagiram em protesto acendendo assim o estopim que deflagrou a mais ampla revolução popular da história moderna, o consagrado MAIO DE 68.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20px"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20pxfont-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Nessa época, a França vivia um momento de grande prosperidade econômica onde o Estado e a elite burguesa acreditava piamente que o tempo das revoluções populares tinha ficado lá no passado. Mal sabiam eles que por baixo da aparente calmaria da classe trabalhadora havia um crescente descontentamento que fermentava e se proliferava por todos os segmentos da sociedade. Os dirigentes achavam que a população estava mais preocupada com a manutenção dos seus empregos. Acreditavam que o povo era incapaz de se organizar, de lutar pelos seus direitos. E assim, com o poder das massas fragmentado era fácil neutralizar uma ou outra ação de rebeldia. Mas quando a nação inteira de trabalhadores tomou as ruas no mais fantástico e subversivo levante popular, o governo foi obrigado a desfiar um rol de concessões e por muito pouco o poder republicano não desabou de vez. Tanto que o então presidente Charles de Gaulle, pronto para abandonar o país, disse certa vez: “O jogo acabou. Em poucos dias os comunistas estarão no poder”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20px"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20pxfont-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Os fatos acima ilustram com propriedade as consequências das ações populares organizadas. É fato sabido de todos que existe uma onda de descontentamento que se estende de norte a sul do nosso país. Tal descontentamento é protagonizado pela classe docente que, desprezada por décadas pelo poder público, resolveu finalmente despertar e assim exigir respeito da sociedade. As ações ainda são muito tímidas e demonstram a grande fragilidade de qualquer movimento: a falta de articulação organizada. De qualquer forma é melhor do que a apatia vigente em décadas passadas. O professor se tornou mais consciente do seu papel na construção da nação e agora se encaminha para o centro do palco social. Também há uma grande mobilização da mídia em torno do assunto educação. Mas ainda falta muito por fazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20pxfont-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O princípio da cidadania encabeça a nossa carta magna, demonstrando assim a extrema importância da participação ativa do cidadão na administração do país e envolvimento nas coisas públicas. Isso significa sair do acanhamento e mostrar para o mundo que os bonitões lá do topo da pirâmide social foram construídos pelo professor. De nada adianta criar secretarias entupidas de apadrinhados políticos para desenvolver projetos de melhoria da qualidade da educação. De nada adianta constituir ONGs voltadas para projetos educacionais, que muitas vezes só servem para encher os bolsos dos seus dirigentes. De nada adianta criar metodologias mirabolantes e esquecer de estabelecer um plano sério de carreira para o professor, de remunerar dignamente a atividade em sala de aula e as atividades de planejamento e correção de provas. Resumindo, respeitar o Educador. Tudo que for desenvolvido, tudo que for planejado será transmitido ao aluno pelo professor. Não é o secretário de educação que dá aula. Os alunos não querem saber de intelectuais e burocratas que criam teorias educacionais mirabolantes. Eles querem saber se o professor é capaz de lhe preparar para a vida pessoal e profissional. É isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20px"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="COLOR: rgb(51,51,51); LINE-HEIGHT: 20pxfont-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Então, professores, o momento é mais do que favorável para revolucionar a nossa tão esmolambada Educação. Vamos livrá-la dos farrapos e vestí-la com roupas novas. Dispomos de uma espetacular ferramenta, que são os BLOGs da internet. Vamos usá-los então. Se cada professor se dedicar a expor suas idéias num BLOG, criar grupos de discussão, trocar experiências, criar BLOGS voltados para grupos de estudos, BLOGS de alunos, BLOGS de funcionários das secretarias etc., poderemos formar uma rede de conexões infinitas. Não nos preocupemos em escrever bonito. O importante não é a forma, e sim o conteúdo. Miremos no MAIO DE 68. Podemos sim, revolucionar a educação desse nosso Brasil.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6714461975065286107?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6714461975065286107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/podemos-revolucionar-educacao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6714461975065286107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6714461975065286107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/podemos-revolucionar-educacao.html' title='PODEMOS REVOLUCIONAR A EDUCAÇÃO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-1430403995849262730</id><published>2011-05-10T17:52:00.011-05:00</published><updated>2011-07-24T10:36:13.112-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>DIGNIDADE AO PROFESSOR</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="LINE-HEIGHT: 20px"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,153);font-family:arial;font-size:13;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:17;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="text-decoration: none; " href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family: arial; "&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: arial; "&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial; "&gt;&lt;span style="text-decoration: none; "&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo44.jpg"&gt;Publicado no Jornal do Commercio Manaus/AM 10/05/2011&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial; "&gt;&lt;b style="text-decoration: none; "&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Artigos publicados&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(51, 51, 51); font-family: verdana; "&gt;De que matéria-prima é feita uma nação? Monteiro Lobato disse que uma nação se faz com homens e livros. Um agricultor habilidoso separa as melhores espigas para semente. Dessa forma, ele trabalha com o intuito de melhorar constantemente a qualidade da sua colheita. Providencialmente, Finlândia e Coréia do Sul fazem algo semelhante no seu processo educacional, onde os melhores alunos são convidados a ingressar na docência. Não é à toa que esses países ostentam altíssimos níveis de desenvolvimento científico e tecnológico. Ano após ano repetem a façanha de mostrar ao mundo a razão da sua grandiosidade, tal, qual seja, o seu material humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(51,51,51)"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A ululância candente do óbvio salta aos olhos e mesmo assim aturamos uma série de subterfúgios, teorias e infindáveis debates que mais parecem aliterações cacofônicas (um cachorro correndo atrás do próprio rabo). Trocando em miúdos, em vez de muita gente se debruçar em exaustivas discussões filosóficas acerca da melhoria da qualidade educacional, esse pessoal deveria simplesmente planejar formas de conferir dignidade ao Educador oferecendo-lhe uma carreira promissora e bem remunerada. O problema é que muitos buscam uma fórmula algorítmica que produza alunos brilhantes a partir de professores medianos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O sucesso de alguns países no campo educacional parece não nos servir de modelo a ser seguido. O foco dessas nações avançadas é uma liturgia em torno da figura emblemática do professor; sentimento compartilhado por toda a sociedade. No Brasil, o professor é despido dessa aura divina, atuando apenas como um apagado figurante no teatro social, sendo que muitas vezes é esquecido nos bastidores da vida. Mesmo assim, alardeiam-se nos vários segmentos da mídia as nossas intenções de ingresso no grupo dos países do primeiro mundo. Certamente, faremos história se conquistarmos essa proeza à revelia da valorização do professor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;É impressionante como o gigantismo da máquina estatal derrama rios de dinheiro no poço sem fundo da burocracia, da ineficiência, do fisiologismo, dos esquemas diversos, da corrupção etc. E mesmo assim não sobra verba para oferecer uma remuneração decente ao professor. O governo dispõe de caixa para pagar dez mil reais a um assessor parlamentar e não pode pagar mais que um salário mínimo para muitos professores dos rincões desse nosso Brasil. O tal assessor pode até ser analfabeto, mas o professor deve reunir uma infinidade de qualificações que lhe permita forjar a massa crítica que define a face de uma nação. Tal realidade é algo que angustia e revolta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Atualmente, um clima de desilusão permeia a mente de muitos alunos em relação à carreira de professor, onde acompanham diariamente as agruras da vida dos seus mestres. Por isso ambicionam profissões menos sacrificantes e mais rentáveis. Isso acontece até mesmo nos cursos de pedagogia – uma tragédia para as próximas gerações. Um outro aspecto curioso é que os alunos egressos dos cursos de pedagogia são majoritariamente oriundos das classes sociais mais baixas, pessoas de difíceis condições sociais que escolheram um curso mais simples e mais barato; uma antítese à prática da Finlândia e da Coréia. O futuro professor já começa desmotivado com o que lhe espera depois de formado. Somente aqueles com forte espírito messiânico angariam entusiasmo para abraçar resignadamente a nobre causa da educação. Assim, há que se pensar na sorte dos alunos quanto ao tipo de professor que terão em sala de aula, se os engajados ou os conformados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que tipo de cidadão será constituído por um professor despreparado e mal remunerado? Assusta-nos o fato de que quanto mais nova a criança, pior a qualidade do ensino. Sem base, o aluno segue descompensado através das várias etapas da sua escolaridade. É fato recorrente nas salas de aula a presença de alunos absolutamente deslocados por falta de conhecimento que deveriam ter obtido nas séries anteriores. As mensalidades mais altas das escolas particulares de referência estão justamente no complexo processo de formação educacional da criança bem novinha. Mas isso é privilégio de uma classe social muito restrita, cujos filhos irão morar no exterior assim que estiverem prontos para a vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-1430403995849262730?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/1430403995849262730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/dignidade-ao-professor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1430403995849262730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1430403995849262730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/05/dignidade-ao-professor.html' title='DIGNIDADE AO PROFESSOR'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-679111068917686231</id><published>2011-04-27T13:19:00.010-05:00</published><updated>2011-07-24T10:36:51.214-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inteligência fiscal'/><title type='text'>Novos tempos, novos desafios</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial; "&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo43.jpg"&gt;&lt;b&gt;Publicado na revista Editor Fiscal - maio/2011 - pág. 34&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: arial; "&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/curriculo/rege-cv-publicacoes.htm" style="color: rgb(204, 0, 0); "&gt;&lt;b&gt;Artigos publicados&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigos/artigo-cancao-renatorusso.mp3"&gt;OUÇA A CANÇÃO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 14px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“É a verdade o que assombra; o descaso que condena; a estupidez, o que destrói. Eu vejo tudo que se foi e o que não existe mais...” Renato Russo canta essas palavras com sentimento de alerta misturado com lamento. De fato, raras são as pessoas que apreciam mudanças tempestuosas, principalmente o empresário aturdido com o impacto de tantas modificações fiscais ocorridas nos últimos anos. Foi-se o tempo da empresa que só se preocupava em vender e receber; tempo em que gestão contábil/fiscal era coisa de multinacional. A realidade agora é outra e sua teimosia ostensiva anda assombrando aqueles que insistem no velho modelo de negócio. Não basta somente vender, é preciso controlar os processos sistêmicos da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empresariado brasileiro é historicamente averso a controles de processos internos. A maioria começou com um pequeno estabelecimento onde podiam utilizar o olhômetro para controlar tudo ao seu redor. Com o passar dos anos as estruturas se expandiram, com exceção de uma determinada região do cérebro desses empreendedores. Ou seja, por mais que o volume de operações se agigantasse, mantinha-se a mesma prática administrativa lá do tempo da lojinha. Quando surgia a necessidade de automatização de processos críticos do negócio, a opção escolhida era sempre a mais barata, não importando a qualidade da informação produzida e tampouco a capacitação profissional dos empregados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confúcio mencionou dois métodos para adquirir sabedoria. Primeiro, através da reflexão, que é o mais nobre; segundo, por meio da experiência, que é o mais amargo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da onda de reclamação e resistência ao projeto SPED, pode ser que esse novo conjunto de obrigações impostas pelo governo provoque uma oportuna e necessária revolução na cultura empresarial brasileira. De forma geral, todos estão despertando e aprendendo, seja pela reflexão ou pela experiência. Até os anacrônicos estão se mexendo porque o bolso deu o alerta. Já os sensatos, além de estarem se municiando com recursos estratégicos para se adaptarem a esse novo ambiente, estão também visualizando as vantagens do SPED. A mais importante é que finalmente o computador deixará de ser um instrumento que encarece e complica processos manuais. Ao contrário do que muitos vaticinavam o computador não opera milagres. Ao invés disso, já causou muita confusão em empresas que funcionavam muito bem antes dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sinal de alerta soou no caixa. Como fica cada vez mais difícil sonegar, todo centavo precisa ser economizado. Assim, muitos estão percebendo que o ralo do desperdício de dinheiro está no alto custo da enferrujada e ineficiente máquina administrativa – os processos são praticamente inexistentes, as pessoas são despreparadas, os recursos de informática são insuficientes, gestão estratégica é palavrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem saiu na frente já sincronizou seus processos comerciais com fornecedores e clientes, onde a comunicação é eletrônica e os resultados das operações é todo absorvido pelo sistema interno de informática, preservando assim a integridade da informação. Aqui, a palavra-chave é cadastro. Cadastro é o núcleo onde ao seu redor gravita uma série de operações. Cadastro eficiente requer inteligência, profissionalismo, atenção e muito capricho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A automatização inteligente dos processos de compra, armazenamento, venda e recebimento produz conhecimento suficiente para alçar a empresa à níveis mais altos de controle, como por exemplo, gestão integrada de processos, prática orçamentária, gestão de risco, elaboração de cenários e análise estratégica do negócio. Para que essa linha seja percorrida o empresário precisará reinventar-se a si próprio e sair do estado de paralisia de paradigma. Alguma coisa deverá ser feita, mesmo que seja preciso bater a cabeça na parede até surgir uma faísca de iluminação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho é sem volta e a complexidade só aumenta a cada dia que passa. 2012 é anunciado com o ano em que os pequenos e médios empresários passarão pelo teste mais importante do SPED, que pouco tempo atrás sacudiu as grandes empresas. Não é absolutamente necessário tornar amarga essa travessia; é possível fazê-la de forma serena. Tudo é uma questão de escolha. O mercado dispõe de recursos e tecnologia para prover de subsídios aqueles que estão dispostos a encarar as mudanças de forma positiva. Há também entidades educacionais prontas para capacitar tanto empregados quanto patrões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A canção tratada no início do texto termina da seguinte forma: “E nossa história não estará pelo avesso assim, sem final feliz. Teremos coisas bonitas pra contar. E até lá, vamos viver. Temos muito ainda por fazer. Não olhe pra trás; apenas começamos. O mundo começa agora. Apenas começamos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-679111068917686231?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/679111068917686231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/04/novos-tempos-novos-desafios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/679111068917686231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/679111068917686231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/04/novos-tempos-novos-desafios.html' title='Novos tempos, novos desafios'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7922156805350540285</id><published>2011-04-03T23:28:00.007-05:00</published><updated>2011-07-13T10:46:05.441-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='justiça fiscal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>JUSTIÇA FISCAL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Publicado na revista Editor Fiscal - abril/2011 - pág. 32 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/artigo42.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br/artigo42.jpg&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Por anos a fio acompanhamos as incansáveis vozes que vêm nos alertando para o insustentável peso da carga tributária. As diversas instâncias das entidades fazendárias habituaram-se ao despudor de majorar os impostos a seu bel-prazer, convictas de que o contribuinte engoliria todos os sapos que empurrassem na sua garganta. Para esquivar-se da voracidade do Fisco, o contribuinte se acostumou à prática descarada da sonegação. O resultado dessa sopa de rapadura com jiló é um ambiente tributário funesto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A deformação da nossa realidade fiscal culminou numa espécie de violação do inciso II do artigo 150 da Constituição Cidadã, que proíbe tratamento desigual entre contribuintes. O mais articulado e enfronhado nos altos círculos do poder escorre ileso pelas garras do Fisco, enquanto o ingênuo e deslocado do esquema é incumbido de pagar o pato – pagar por ele e pelo outro. Afinal de contas, o Estado precisa saldar seus compromissos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Até que ponto um hospedeiro suporta o carcinoma que lhe exaure as forças? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um fenômeno relativamente recente aponta para um novo ordenamento desse cenário dantesco. O projeto SPED vem gradualmente demonstrando seu propósito - seus múltiplos tentáculos estão se movimentando com agilidade vertiginosa. As consequências, nesse primeiro estágio, são tortuosas. Ou seja, aquele que sonegava agora está pagando demais. Na conjuntura anterior o Fisco utilizava um canhão sem alça de mira na expectativa de que os estilhaços do projétil respingassem em um ou outro contribuinte. Agora, o canhão está com mira laser (o tiro é preciso e desproporcional). O SPED pode desencadear uma ruptura do atual modelo tributário e provocar uma revolução na cultura empresarial brasileira. Quando todos estiverem pagando, todos se unirão em bloco para exigir um ambiente tributário mais justo e organizado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O grande problema é que a maioria dos contribuintes brasileiros nunca exerceu plenamente sua cidadania; nunca cumpriu plenamente seus deveres nem jamais teve noção exata dos seus direitos. Nesse quesito, somos uma nação de analfabetos. Problema maior é que agora a balança pendeu para um dos lados. O coletado não tem mais como fugir dos seus deveres e não sabe como exigir os seus direitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Fazer valer o direito é algo muito mais complexo do que se pode imaginar, visto que para mudar um homem é preciso começar pela avó dele. Como determinadas modalidades de reivindicações são rarefeitas, os juízes não possuem familiaridade com certos tipos de demandas. Quanto aos órgãos fazendários, esses negam acintosamente direitos fundamentais previstos na Constituição Federal, legislação complementar e até mesmo no próprio Regulamento do ICMS, como é o caso do represamento de créditos fiscais de uma infinidade de contribuintes que o órgão se recusa a compensar com débitos da mesma natureza tributária. Aos requerentes é transmitida a mensagem de que é mais inteligente engolir o sapo calado do que passar anos se desgastando na Justiça. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As cristalizações jurisprudenciais são consequências das demandas da sociedade via intenso debate e questionamento envolvendo interesses dos mais diversos. No caso específico da matéria tributária tais questionamentos se concentram mais na visão dos teóricos do que no exercício prático nos tribunais. Daí, o motivo da intransigência das instâncias administrativas fazendárias e reticência dos juízes, que muitas vezes se debruçam em elucubrações para decidir o óbvio e insofismável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Será que o nosso subdesenvolvimento é a razão da existência desse estado de coisas? Ou será que o cerne do desenvolvimento de um país está justamente na mentalidade do seu povo? Desenvolvimento é uma questão de atitude? Se positivo, por que então não agir? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filósofo alemão Peter Koestenbaum afirmou que a coragem é o reino da vontade. Assim, está mais do que na hora do encurralado contribuinte reagir, visto que a inércia dos resignados é a pedra angular que sustenta a tirania do Fisco. Se a maioria se levantar em ações judiciais o país vai parar devido ao extenso leque de inconstitucionalidades que permeia toda a legislação tributária. A coisa está tão contaminada que remendo nenhum será capaz de dar jeito nesse salseiro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Conclui-se que o caminho mais inteligente é o da legalidade. Cumprindo seus deveres legais, o contribuinte terá poder suficiente para colocar o Fisco no seu devido lugar. Não há outra saída!! É isso ou continuaremos nessa balbúrdia que sérios problemas têm trazido ao nosso país.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artigo41.rg3.net/"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7922156805350540285?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7922156805350540285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/04/justica-fiscal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7922156805350540285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7922156805350540285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/04/justica-fiscal.html' title='JUSTIÇA FISCAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2479082850624287337</id><published>2011-01-29T05:45:00.005-06:00</published><updated>2011-07-24T10:38:05.336-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inteligência fiscal'/><title type='text'>O RASTRO DA ONÇA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio edição 30_31/01/2011 – Manaus/AM - pág. A4&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/photo/Qts6mB2R/041_o_rastro_da_onca.html"&gt;http://www.4shared.com/photo/Qts6mB2R/041_o_rastro_da_onca.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo41.rg3.net/"&gt;www.artigo41.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Avizinham-se ondas e mais ondas que irão varrer uma significativa parcela do nosso ambiente empresarial – uma força tsunâmica que atropelará principalmente os incautos e despreparados. Após anos de anúncios, parece que dessa vez é pra valer. O Fisco diz que finalmente está alcançando a tão propalada inteligência fiscal (Protocolo ICMS 66/2009). Tal empreitada é seriamente comprometida por um fenômeno que há décadas emperra o desenvolvimento do país. Trata-se do descompasso entre a prolixa e indecifrável complexidade da legislação tributária e a sua efetiva aplicabilidade. Basta lembrar que os técnicos de uma conceituada “software house” alemã não conseguiram preparar o mais poderoso sistema de gestão conhecido para atender as necessidades fiscais da maior empresa do Brasil. Isso, apesar de muito dinheiro despejado no projeto. Se uma empresa de porte gigantesco, que investe maciçamente na capacitação do seu capital intelectual passa diariamente por dificuldades relacionadas ao cumprimento das normas tributárias, que dirá as que não dispõem de tantos recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo de anos vivemos uma esquizofrenia tributária onde a aplicação de procedimentos fiscais está dissociada do texto da lei. Isso acontece porque os dispositivos legais estão entremeados por uma série de condicionantes pormenorizadas, que ainda por cima encontram-se conectadas a uma teia de normativas profusas que se expandem e se multiplicam em escala geométrica. O legislador é também prolífico na criação de regulamentos absolutamente impraticáveis. Um bom exemplo são as regras da substituição tributária do ICMS que estabelece particularidades tão minuciosas que nem o próprio ente arrecadador respeita. Daí o motivo de peregrinações diárias à Praça 14 para se dizer ao Fisco que ele não aplicou a lei que ele mesmo criou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não era de se esperar que o legislador imprimisse racionalidade às normas tributárias? A quem interessa tanta complicação? Por que as coisas desembocam em uma confusão dos diabos? Será que não está aí o combustível que alimenta a corrupção? De certo, quem se beneficia dessa mixórdia é a indústria das ações judiciais. Aquele que se aventura na aplicação da legislação tributária em sua profundidade absoluta mergulha num labirinto sem fim. Não é à toa que tanto se fala, mas não se combate a famigerada insegurança jurídica, principalmente o aspecto da ilegalidade potencial, quando o cidadão é impossibilitado de cumprir todas as normas estatais destinadas a regulamentar a sua vida. Daí, que para garantir a funcionalidade das suas operações muitas empresas se utilizam de expedientes tortuosos, como o tráfico de influência, para se manter na legalidade – um paradoxo dentro do paradoxo. Ou seja, se valem da consultoria de altos funcionários públicos para garantir a proteção do seu patrimônio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A onda do momento, que tem provocado muito rebuliço, é o projeto SPED. O prognóstico aponta para a total sistematização da estrutura fiscal do Brasil, onde as operações de todas as empresas estarão interligadas em um único sistema – uma espécie de “big brother” que lembra o filme Matrix. O ponto crítico desse ambicioso empreendimento está na sua incompatibilidade com a realidade tributária brasileira. Se o SPED terá tentáculos suficientes para alcançar em profundidade tudo quanto é operação fiscal, então a nossa legislação tributária terá que passar por uma transformação radical a fim de conferir lógica ao que hoje não tem lógica nenhuma. Um sistema de processamento eletrônico de dados não é um juiz que a todo instante interpreta o mesmo fato de forma diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto que deve ser observado é se o Fisco dispõe de estofo suficiente para digerir uma estrutura de tamanha grandeza, visto ser flagrante o despreparo de muita gente que hoje ocupa até mesmo cargos estratégicos em órgãos fazendários. Empreitadas dessa magnitude não dependem somente de equipamentos caros e aquisição de tecnologia de ponta. Por mais que tente, uma criança de um ano de idade jamais conseguirá dirigir um carro. Ela terá que comer muito feijão até estar pronta para encarar o desafio. O SPED obrigará o Fisco a se elevar a um outro nível de consciência organizacional. Até que isso aconteça milhões de toneladas de feijão deverão ser consumidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dos pesares, não se deve subestimar as ações do Fisco. É bom lembrar que ele está municiado com artilharia de grosso calibre. O momento é oportuno para o desenvolvimento de uma inteligência fiscal interna que possa amortecer os impactos do SPED. Por enquanto, ninguém sabe exatamente que cara tem o bicho, mas os seus sinais já são perceptíveis. Ou seja, os rastros mostram que a onça é grande e deve estar faminta.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2479082850624287337?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2479082850624287337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/01/o-rastro-da-onca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2479082850624287337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2479082850624287337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2011/01/o-rastro-da-onca.html' title='O RASTRO DA ONÇA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-1364553050489224694</id><published>2010-07-08T16:22:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T10:39:08.779-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>DEDICAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 08/07/2010 – Manaus/AM - pág. A3 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo40.rg3.net/"&gt;http://www.artigo40.rg3.net/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando um jardim nos chama atenção a ponto de pararmos para contemplá-lo é porque mãos habilidosas lhes dedicaram muito carinho e cuidado. Em contrapartida, as flores agradecem irradiando beleza e vitalidade. Dedicar-se é transferir para o objeto da nossa atenção a parte mais nobre da essência que guardamos no fundo da alma – quanto mais nos dedicamos a uma causa, mais aguçado e criativo fica o nosso espírito. Assim como a vivacidade das flores, um trabalho bem feito produz encantamento e distinção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa é provida de argúcia suficiente para perceber desde a concretude de uma escultura bem talhada quanto à abstrata atmosfera de um ambiente gerido com harmonia e competência. Ou seja, a dedicação adquire materialidade ostensiva ao atingir os sentidos do espectador. Portanto, o autor de uma bela obra vivencia tanto o prazer da própria realização quanto o reconhecimento público do seu trabalho. No caso das organizações formais o mérito é compartilhado por todos do ambiente laboral, visto que o efeito positivo só acontece via comprometimento dos que acreditam e apóiam uma proposta justa e inovadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, pergunta-se por que tantas atividades diárias deixam de ser executadas com esmero; por que tanta coisa feia, mal-feita? Onde estariam as raízes desse tipo de comportamento e que estranho prazer envolve uma pessoa que faz tudo torto. Com certeza é um prazer corrosivo, danoso, que só mal faz ao seu autor. Pessoas de bem com a vida não se comprazem com atitudes desse tipo. Ao contrário, transmitem energias positivas a tudo que tocam e ao mesmo tempo são beneficiadas pela ressonância simbiótica das suas ações. Trabalhar bem faz bem; tratar bem o colega de trabalho faz bem também. Agindo dessa forma, chega-se ao final do dia com o fardo aliviado de fadigas e amarguras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos qualitativos das atividades laborais observáveis em um trabalhador revelam uma ampla gama de características comportamentais que podem ser utilizadas como balizadores do potencial profissional. Por isso, é bom aguçar os radares para interpretar sinais advindos de pares e superiores a fim de identificar em si mesmo cacoetes ou condutas que possam denunciar falta de compromisso com os valores da empresa ou descaso com as suas crenças. De qualquer forma, uma dedicação verdadeira é capaz de atenuar eventuais mal entendidos. Com o tempo, o esforço acaba ficando patente perante todos da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É comum nos ambientes organizacionais se identificar com muita facilidade o mais e o menos dedicado dos funcionários. Normalmente, a pessoa mais dedicada goza respeito dos colegas, mesmo que esteja posicionada na base do organograma. Por exemplo, a competência do office-boy em solucionar problemas embaraçosos transforma-se em tema de conversa da alta direção. Esse profissional dificilmente perderá o emprego e ainda poderá ser alçado a um cargo melhor. Casos desse tipo ocorrem em razão do trabalho feito com dedicação. No outro extremo, os descomprometidos e desconectados dos valores da empresa encabeçam a lista das oportunas reduções de quadro de pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por conseguinte, vamos então voltar para as nuances mais sutis do nosso comportamento; fazer um exercício prático de introspecção para identificar o quanto de valor podemos agregar ao nosso desempenho profissional. Ademais, o mercado de trabalho está sedento de profissionais capazes de fazer a diferença num mercado de altíssima competitividade. Domingo passado foi manchete na imprensa local que 5.697 vagas não foram preenchidas por falta de profissionais habilitados. Dedicação também deve ser aplicada à própria carreira profissional na forma de estudo, planejamento, treinamento, capacitação, leitura, pesquisa etc. Muitas vezes, a evolução para padrões mais elevados de qualidade de vida pessoal e profissional depende unicamente de uma atitude, de uma decisão de mudar, de esforçar-se até o limite de uma catarse para então, aliviados dos paradigmas já enferrujados, possamos experimentar uma vida plena de possibilidades. Dediquemo-nos então a fazer tudo com excelência, agindo com responsabilidade e inovando sempre.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-1364553050489224694?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/1364553050489224694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/07/dedicacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1364553050489224694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/1364553050489224694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/07/dedicacao.html' title='DEDICAÇÃO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7696830851643697656</id><published>2010-06-15T16:38:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:39:58.968-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>Contabilidade para não contadores</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 10/06/2010 – Manaus/AM - pág. A4&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo39.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;www.artigo39.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ousados projetos de reestruturação organizacional ou de melhoria de controles internos desembocam em um mar de frustrações, muitas vezes, por incapacidade do gestor de abraçar uma causa com as próprias pernas. Infelizmente, a carga de responsabilidade que altos executivos suportam é muito pesada; decisões baseadas no seu discernimento e julgamento determinam os rumos que a organização deve tomar. A questão é se existe preparo suficiente para avaliação acertada de cada problema que se apresenta. Normalmente, assuntos relacionados à atividade-fim de um negócio são habilmente administrados. A coisa complica quando o gestor se vê obrigado a decidir, por exemplo, pela aquisição de um ou de outro sistema de gestão ERP, ou então desenvolver estratégias contábeis que resguarde a empresa de riscos internos e externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Complexas ferramentas de gestão demandam conhecimento específico; implantá-las de qualquer forma expõe a estrutura funcional a um choque desnecessário. É preciso que tal estrutura seja reforçada por uma cultura profissional adequada. Caso contrário, o processo desanda fragilizando ainda mais o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avaliar o desempenho de profissionais de áreas altamente especializadas sem conhecimento de causa leva o gestor a ações escalafobéticas e intempestivas. Ao profissional especializado resta o espanto frente a questionamentos tempestuosos e irracionais. De fato, lidar com a ignorância e com convicções tortuosas inviabiliza qualquer ímpeto motivacional. O resultado dessa química reversa é uma sucessão de conflitos com consequências danosas para ambos os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom exemplo dessa dicotomia é o ajuizamento deformado da contabilidade, sua função e utilidade para o controle do patrimônio de uma organização. Muita gente que deveria conhecer nunca se interessou por essa coisa enigmática chamada contabilidade. Por anos a fio o contador foi tido por muitos donos de empresas como o oráculo dos regulamentos tecno-fisco-tributários. Sua impenetrável linguagem técnica desencorajava aqueles que tentavam saber um pouco mais sobre o assunto. Esse tempo passou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contabilidade é coisa séria. Agora, muito mais. Buscar conhecimentos contábeis para melhor interagir com o contador é uma atitude saudável. Não se trata aqui de imiscuir-se na seara alheia. Apesar das muitas responsabilidades que os administradores já carregam nas costas não há como fugir de mais essa. Uma série novas exigências legais vem abarrotando as empresas de controles fiscos-contábeis e onerando seu custo administrativo. Inobservância de tantas novas exigências expõe a organização a iminentes riscos de autuações fiscais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura conceitual do novo modelo contábil instituído pela Lei 11.638/2007 contempla maior interação das atividades do contador com as do administrador devido a conceitos de subjetividade responsável, aspecto qualitativo da informação contábil, segurança na condução da gestão etc. A colaboração de diretores e executivos em geral é muito importante para proporcionar consistência aos relatórios financeiros produzidos pelo departamento contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dupla função de atendimento fiscal e gerencial demanda, consequentemente, serviço dobrado. Tanto um quanto o outro são críticos para o bom funcionamento de um ente jurídico e os dois devem ser objeto de constante discussão e aperfeiçoamento. Além do mais, um bom embasamento contábil propicia ao gestor uma visão amplificada da sua organização. A contabilidade é um fantástico instrumento de controle do patrimônio. Quão surpresos ficam aqueles que descobrem seu inesgotável potencial de suporte à gestão. E quantos projetos de implantação de controles gerenciais seriam bem sucedidos caso administradores e contadores falassem a mesma língua. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Conhecimento contábil não é importante somente para executivos. A disseminação dos sistemas de gestão ERP demandou diversas necessidades de capacitação profissional dos operadores dessa moderna ferramenta de controle de processos. Dentre as novas habilidades requeridas, a contabilidade é uma delas. Portanto, é recomendável buscar no mercado treinamento de contabilidade para não contadores&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7696830851643697656?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7696830851643697656/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/contabilidade-para-nao-contadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7696830851643697656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7696830851643697656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/contabilidade-para-nao-contadores.html' title='Contabilidade para não contadores'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7972800245304686927</id><published>2010-06-15T16:24:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:40:51.990-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resolução CFC 1255'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><title type='text'>REPERCUSSÕES DO SPED</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 15/06/2010 – Manaus/AM - pág. A4 &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo38.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#339999;"&gt;www.artigo38.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Estamos no mês de entrega da Escrituração Contábil Digital (ECD) e só agora é que muitos contadores acordaram para a seriedade do assunto. Só agora estão correndo atabalhoadamente atrás de treinamentos, leituras, pesquisas etc. Só agora estão procurando os técnicos do departamento de T.I. para averiguar questões de compatibilidade e adequação. Só agora estão descobrindo que sua escrituração contábil terá que ser amplamente reformulada para passar no crivo do PVA (programa validador e assinador – IN RFB 848/2008).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O Decreto 6.022, que instituiu o SPED, data de 22/01/2007. Diversas empresas que estavam sujeitas ao acompanhamento econômico-tributário diferenciado transmitiram sua ECD ano passado. Não há então justificativa aceitável para tanta correria em cima da hora. Também não há justificativa para, nesse momento, responsabilizar outros departamentos pela inércia do contador. As ações necessárias ao cumprimento do SPED que fossem de responsabilidade dos setores de T.I. ou Financeiro, por exemplo, só poderiam ser implementadas mediante orientação do contador. Não compete a esses setores a obrigatoriedade do conhecimento de normas fisco/tributárias. Isso é uma prerrogativa do contador. Daí, que orientações pertinentes ao assunto em questão deveriam ter sido prestadas no segundo semestre de 2008, quando do planejamento da escrituração contábil de 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um dos pontos mais inquietantes da ECD está relacionado à obrigatoriedade da produção de dados analíticos. Quem escriturou contas Clientes e Fornecedores por totais movimentados terá que fazer o desdobramento em livro auxiliar. O problema é se tal cuidado não foi oportunamente observado nos controles internos de cada um dos meses de 2009. Se os devidos cuidados não foram tomados tempestivamente, será preciso agir com urgência, ou seja, fazer a composição analítica de cada período (vendas/recebimentos; compras/pagamentos). A responsabilidade pela orientação sobre a forma de adoção de procedimento que gerasse informação contábil adequada é exclusiva do contador. Isso vale para toda modificação de configuração dos controles internos e contábeis necessários ao atendimento das normatizações legais do SPED.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Vale ressaltar que a ECD base 2010, entrega 2011, demanda cuidado redobrado. A Resolução CFC 1.255, que entrou em vigor em 01/01/2010 estabeleceu importante mudança no reconhecimento contábil de receita e respectivos tributos diretos. É recomendável a leitura da seção 23 da supracitada resolução, além das 22 páginas do CPC 30. É bom verificar se o plano de contas atende às Leis 11.638/2007, 11.941/2009 e Res. CFC 1.255/2010; também, se o grupo de custo está adequadamente estruturado e se existe um eficiente controle de retenção de tributos. Há várias outras observações a fazer.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Em consideração ao processo de convergência da nossa contabilidade às normas internacionais, A Resolução CFC 1.255 aprovou a NBC T 19.41 (Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas). O objetivo desse dispositivo legal foi encerrar a discussão sobre a adoção da contabilidade internacional para pequenas e médias empresas. Suas 255 páginas são um resumo das 43 orientações do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Devido à insuficiente clareza do texto, é mais adequado recorrer ao CPC correspondente de cada seção desse texto legal.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Avizinham-se ondas e mais ondas de mudanças. A Instrução Normativa RFB nº 989, de 22 de dezembro de 2009 instituiu o E-Lalur, que ainda não é obrigatório porque o governo não disponibilizou o software. A transmissão conjunta da ECD com o E-Lalur permitirá a operacionalização de um dos projetos mais ambiciosos do SPED, que é a Central de Balanços - prevista para entrar em operação ano que vem. O governo vai montar o balanço das pessoas jurídicas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tem mais! Está previsto SPED para empresas do lucro presumido; as contas contábeis indedutíveis do imposto de renda devem ser desdobradas; é necessária a existência de balanço de abertura em 01/01/2010 para adequação à Resolução 1.255/2009; todos os balanços deverão ser acompanhados de notas explicativas etc. Enfim, o contador precisará ter ombros semelhantes ao do mitológico Atlas para sustentar um mundo de tantas responsabilidades. Será que estamos preparados para tudo isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7972800245304686927?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7972800245304686927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/repercussoes-do-sped.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7972800245304686927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7972800245304686927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/repercussoes-do-sped.html' title='REPERCUSSÕES DO SPED'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8851127796786431582</id><published>2010-06-03T19:12:00.009-05:00</published><updated>2011-07-24T10:43:09.447-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>APOCALÍPTICO SPED</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 03/06/2010 – Manaus/AM - pág. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#00cccc;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.artigo37.rg3.net/"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;www.artigo37.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No dia 23 de outubro de 2001 foi publicado no DOU a IN SRF 86 que dispunha sobre informações, formas e prazos para apresentação de arquivos digitais a Receita Federal. Essa instrução normativa alcançava empresas que utilizassem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras, escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal, excluído pessoas jurídicas enquadradas no Simples. Tais arquivos digitais só eram apresentados ao fisco mediante intimação, sendo vedado o compartilhamento com outras administrações fiscais (Estados e Municípios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorrateiramente, o governo, através da Emenda Constitucional nº 42, Art. 37, Inciso XXII, estabeleceu o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, além da atuação integrada das administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Foi aberto assim, caminho para o Decreto 6.022/2007, que instituiu o Sistema Público de Escrituração Digital, o qual foi complementado por um rol de dispositivos legais acessórios, como a IN DNRC 107/2008, Resolução CFC 1.020/2005, IN RFB 787/2007 etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Art. 3º do supracitado Decreto 6.022 determina que além das administrações tributárias federal, estadual e municipal, são usuários do SPED as entidades da administração pública federal direta e indireta que tenham atribuição legal de regulação, normatização, controle e fiscalização dos empresários e das sociedades empresárias. O Art. 4º estabelece limite de competência de tais usuários e observância aos sigilos comercial, fiscal e bancário. Assim, o Banco Central terá acesso ao SPED. Também, a CVM, Ibracon, INSS; Fazendas Estaduais e Municipais. Isso, até onde se sabe. O que não se sabe é como, na prática, a coisa vai funcionar. Principalmente, se o artigo 4º vai impedir a ação de arapongas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí, que um determinado órgão que receber balanço em um processo de licitação pública poderá pedir validação da peça contábil à Receita Federal. A Fazenda Municipal tem prerrogativa de se valer do repositório de dados do SPED para efetuar cruzamentos com informações colhidas em diligências fiscais. Quanto ao faminto fisco previdenciário, esse, certamente fará incursões virulentas no repositório do SPED – o suporte legal já existe. Trata-se da Lei 8.212/1991, Art. 32, Inciso II, que manda lançar mensalmente em títulos próprios da contabilidade, de forma discriminada, os fatos geradores de todas as contribuições da empresa e os totais recolhidos. Acrescenta-se a isso a obrigatoriedade da observância das 85 páginas do CPC 33 com sua complexa e filosófica definição de benefícios a empregados. Portanto, muitíssimo cuidado com a contabilização de valores que envolvam empregados e prestadores de serviços. As multas são astronômicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SPED está tirando o sono de muitos empresários e o emprego de muitos contadores. Quem vinha mantendo sua contabilidade em ordem e seus processos de controle interno organizados, teve ou está tendo poucas dificuldades na digestão desse sapo gordo e enverrugado. Na realidade, o SPED é um grande teste de organização contábil e empresarial. Os profissionais que manipularam a integridade da informação contábil estão nesse momento envoltos em amarguras e tormentos para sair da areia movediça – quanto mais se mexem, mais afundam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil enganar o SPED. Basta lembrar que uma escrituração contábil decente deve observar grande variedade de preceitos técnicos e legais que nunca foram rigorosamente obedecidos pela maioria dos contadores. A checagem do SPED é eletrônica, o fiscal não é mais de carne e osso. Agora, ele é uma poderosa inteligência artificial. Por exemplo, o SPED tomará o saldo anterior da conta Clientes, adicionará vendas, deduzirá o saldo atual da mesma conta Clientes e cruzará o resultado com as disponibilidades. Em vista de tantas possibilidades, é muito importante confrontar dados do balanço e da DIPJ com as demais declarações apresentadas ao fisco - tudo está sendo cruzado; as chagas estão sendo expostas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apocalíptico: [Do grego apokalyptikós, 'que revela'] Difícil de compreender; obscuro; pavoroso; fim do mundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8851127796786431582?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8851127796786431582/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/apocaliptico-sped_03.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8851127796786431582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8851127796786431582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/apocaliptico-sped_03.html' title='APOCALÍPTICO SPED'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-156332016107306025</id><published>2010-06-01T12:11:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:44:39.382-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='burocracia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>CONSIDERAÇÕES SOBRE O SPED</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 01/06/2010 – Manaus/AM - pág. A4&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo36.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;www.artigo36.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Antes da criação dos estados nacionais, não existia uma prática tributária sistematizada. Os exércitos eram constituídos quando ocorriam conflitos bélicos e dispensados quando as guerras acabavam. Com a criação dos estados nacionais, surgiu a necessidade de manutenção de um exército permanente para garantir a integridade territorial. Dessa forma, as pessoas passaram a financiar a máquina do estado. Só que não mais esporadicamente, mas de forma permanente e sistematizada. Surgiu aí o embrião do braço armando e financeiro do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estado copiou as práticas da igreja para se organizar como uma entidade burocrática. Ou seja, regido por normas voltadas principalmente para o controle da arrecadação de tributos. Desde então o embate entre contribuinte e agente arrecadador resultou em ações rocambolescas do primeiro para defender o seu bolso, e métodos mirabolantes do segundo para garantir a sua parte na riqueza produzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fisco brasileiro é particularmente voraz e burocrático ao extremo. Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), publicado pela Gazeta Mercantil em 03/10/2008, mostra que num período 20 anos foram editadas 240.210 normas tributárias, sendo que somente 7,3% desse total estão em vigor. São 2.697.558 artigos, 6.285.311 parágrafos e 20.096.809 incisos. Esse volume insano de normas retrata o esforço do fisco em acuar o contribuinte para garantir o cumprimento da legislação tributária. Em meio a esse turbilhão de dispositivos legais as ações que demonstraram eficiência foram os mecanismos de inteligência fiscal e investimentos maciços em infra-estrutura de tecnologia da informação. Desde as primeiras declarações de imposto de renda entregues em disquete, a máquina fiscal do estado brasileiro vem desenvolvendo uma eficiência assustadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antigamente, o contribuinte se valia dos seus registros para calcular seus impostos na forma da lei e em seguida rezava para que suas contas nunca fossem devassadas por uma fiscalização. Devido a insuficiente estrutura nos quadros de agentes fiscalizadores, ficava definitivamente valendo aquilo que era recolhido. O fisco não dispunha de meios para avaliar a correta aplicação da lei junto a todos os contribuintes. Com o advento das normas voltadas para declaração prévia daquilo que era recolhido e a evolução dos meios eletrônicos de entrega dessas obrigações acessórias, o contribuinte passou a ser mais cauteloso em vista dos cruzamentos de informações. Um avanço espetacular nesse sentido ocorreu com a implantação do Sintegra, que formou uma rede de troca de informações entre os entes federativos possibilitando um controle inteligente das operações de compra e venda de mercadorias. Os registros de tais operações passaram a ser armazenadas no RIS (Rede de Informações Sintegra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência do Sintegra contribuiu sobremaneira para o desenho do que viria em seguida. O Decreto n° 6.022/2007 instituiu o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), o qual obriga várias empresas a repassar para o fisco todos os seus registros contábeis e fiscais na forma de arquivos eletrônicos. Vários outros dispositivos legais estão envolvidos na operacionalização dessa nova modalidade de controle fisco-tributário. Dentre as mais importantes está a MP n° 2.200-2/2001 que Instituiu a Infra-Estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP- Brasil), uma forma de garantir a autenticidade, integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica e das aplicações habilitadas que utilizarem certificados digitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SPED é o instrumento que unifica as atividades de recepcionar, validar, armazenar e autenticar os livros e documentos que integram a escrituração comercial e fiscal de grande número de empresas, mediante fluxo único e computadorizado de informações (art. 2º Dec. 6.022/07). Tem como objetivo tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários com a melhoria do controle dos processos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deduz-se então que dessa forma o fisco se tornará onipresente nas organizações - uma espécie de Big Brother. O SPED dará ao fisco um imenso poder de controle, visto que ele poderá fazer uma infinidade de processamentos a partir do seu repositório de dados. Existem tecnologias avançadas de garimpagem de dados (data mining) que se bem trabalhadas podem produzir informações de alta relevância e identificar operações irregulares em negócios aparentemente legais.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-156332016107306025?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/156332016107306025/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/apocaliptico-sped.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/156332016107306025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/156332016107306025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/06/apocaliptico-sped.html' title='CONSIDERAÇÕES SOBRE O SPED'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2621196846804064556</id><published>2010-05-14T12:23:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:46:46.195-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>LIMITES DA ÉTICA PROFISSIONAL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 11/05/2010 – Manaus/AM - pág. A3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo35.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#336666;"&gt;www.artigo35.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O escândalo Enron, que eclodiu no final de 2001, revelou quão tênue linha separa comportamentos tão valorizados pelo voraz ideário capitalista das práticas antiéticas ou até mesmo práticas criminosas. Na realidade, a fronteira entre o ousado e o profano acaba se cruzando e se confundindo sem que seja possível identificar onde termina um e começa o outro. A face mais cínica do chairman da Enron, Kenneth Lay, é que ao mesmo tempo em que transformava a empresa num cassino - jogando com a vida de milhares de acionistas, dava palestras sobre ética e estampava capas de revistas famosas.  O desastroso resultado, como todos sabem, marcou profundamente o modelo capitalista americano que prega o enriquecimento a qualquer custo. O proficiente economista Paul Krugman, declarou que "Nos próximos anos, o escândalo da Enron, e não o 11 de setembro será visto como o grande divisor de águas na história da sociedade dos Estados Unidos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui, em terras tupiniquins, temos a nossa mal-afamada “Lei de Gérson”, seguida à risca pelas pessoas que gostam de levar vantagem em tudo. Novamente, e semelhante ao exemplo norte-americano, os asseclas desse princípio atropelam tudo que vêem pela frente, amparados por justificativas das mais diversas. Uma delas diz que o “mercado é quem manda” – uma expressão até certo ponto desprovida de guarda-chuva ético, dependendo do contexto em que é utilizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Relacionamentos profissionais bem-sucedidos são pautados por comportamentos que vão além da observância de normas legais. O ingrediente ético conta muito, além de cordialidade, respeito mútuo e acima de tudo, confiança, que é a espinha dorsal do capitalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O eminente filósofo Peter Koestenbaum disse que “toda interação comercial ou de trabalho é uma forma de confronto – um conflito de prioridades, uma luta de dignidades, uma batalha de idéias”. Essa oportuna e feliz afirmação nos leva a refletir sobre os melindres circunstanciais de uma negociação. Dependendo da habilidade ou inabilidade dos proponentes, a coisa pode ser satisfatória para todos ou se degenerar em frustração e desconfiança. Concluída a contento a etapa inicial, o passo seguinte é manter as conquistas obtidas na mesa de negociação com zelo e prudência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postura ético-profissional deve ser a tônica do comportamento de qualquer pessoa em qualquer que seja o ambiente que transita. Atitudes megalomaníacas, egocêntricas, preconceituosas, estapafúrdias e ignóbeis contaminam seriamente as condições necessárias para o bom desempenho de uma organização. Um elemento nocivo possui grande poder de destruição – seus tentáculos permeiam toda a estrutura funcional. O grande risco acontece quando práticas danosas são camufladas por raciocínios maniqueístas e reacionários, que colocam posições cartesianas acima dos ideais de dignidade humana. Se tais ações nefastas não encontrarem barreiras no pensamento lúcido de uma mente ponderada, todos correrão perigo de se tornarem reféns de um sistema pervertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vigilância torna-se assim a palavra de ordem. É importante exercitar nosso senso crítico para desanuviar a área cinzenta que mistura no mesmo caldo ousadia, ganância, perspicácia, malícia, competência, mau-caratismo, determinação, ardil, energia, desfaçatez etc. Ou seja, devemos aguçar nossos radares para detectar indivíduos que ultrapassaram as fronteiras do tolerável. Quem se aventura pela zona cinzenta ficará tentado mais dia ou menos dia a ir muito mais além. Foi o que fez Kenneth Lay, é o que faz muita gente que estampa páginas policiais - é o que faz muitas pessoas que não chegam a tanto, mas que arruínam empreendimentos promissores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regras claras e medidas preventivas devem ser muito bem trabalhadas a fim de resguardar o ambiente organizacional de elementos sinistros. Quando a erva daninha é extirpada o precioso grão cresce viçosamente expondo seu vigor e exuberância – uma regra aparentemente óbvia, mas que passa desapercebida pela maioria dos gestores. O estandarte da causa ética deve ser hasteado bem alto para que todos compreendam a mensagem. Dessa forma, será possível distinguir homens capazes de homens capazes de tudo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2621196846804064556?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2621196846804064556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/05/limites-da-etica-profissional.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2621196846804064556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2621196846804064556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2010/05/limites-da-etica-profissional.html' title='LIMITES DA ÉTICA PROFISSIONAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8873993826243556090</id><published>2009-11-12T17:53:00.006-06:00</published><updated>2011-07-24T10:48:53.403-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>UM NOVO ACORDO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 12/11/2009 – Manaus/AM - pág. A6&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artigo34.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo34.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A nossa estrutura social tal qual a conhecemos é resultante de um processo iniciado há alguns milênios e que nos dias atuais demonstra um altíssimo nível de complexidade. A configuração sistêmica dessa estrutura exerce uma força acachapante sobre o indivíduo, restando quase que somente a alternativa da resignação. Assim, o comportamento da pessoa humana é direcionado segundo os ditames da ordem estabelecida, a qual determina uma infinidade de regras de conduta e de relacionamentos interpessoais. É por isso que desafiar paradigmas requer do contestador um municiamento poderoso. Em alguns casos os paradigmas amadurecem, apodrecem e caem sem que seja necessária nenhuma espécie de insurreição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De forma geral, as grandes revoluções são marcadas por algum tipo de proposta relacionada ao atendimento de anseios populares de melhoria das condições de vida de um povo. Ou seja, é preciso a anuência do conjunto da sociedade para que uma determinada configuração de ordenamento social perdure por longas eras. Essas configurações são caracterizadas pelos acordos que as pessoas fazem entre si, os quais precisam estar consubstanciados por um caráter de legitimidade. As pessoas concordam em transferir parte do seu poder para outrem em troca da manutenção de um ambiente favorável ao convívio social. Também, entre pares, vão se definindo balizadores para que os direitos de cada um sejam respeitados sem que haja necessidade de interferência de agentes de instâncias superiores. É o que se pode chamar de acordos de convivência social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo que o nosso discernimento percebe como norma social é fruto da criação humana. Isso significa que algum tipo de prática ou ideologia tido como inadequado é passível de modificação, bastando apenas o estabelecimento de um acordo que seja adequado a uma nova realidade. Sendo assim, as pessoas podem decidir ser mais educadas no trânsito, mais criteriosas ao escolher seus governantes; podem se organizar na forma de entidades para lutar por melhorias nas suas comunidades ou dar um basta ao clima de insegurança. Enfim, como diz uma bela canção de Michael Jackson, as pessoas podem fazer do mundo um lugar melhor para se viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas empresas já vigora um padrão de conduta pautado na ética dos relacionamentos profissionais, o que propicia um ambiente voltado à proteção da dignidade das pessoas e desenvolvimento dos potenciais criativos. Esses agrupamentos humanos se comportam de forma bem diferente dos funcionários de uma empresa que não procura proteger as pessoas de boa índole dos nefastos. O fato é que muitos empregados são alvos de práticas tenebrosas devido a ciúmes, inveja ou pura maldade de pessoas situadas nos mais diversos níveis hierárquicos. Tais indivíduos ruins se assemelham a uma erva daninha que se não for neutralizada pode provocar estragos de grandes proporções na estrutura de uma organização econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fenômeno que muito perturba aquele que se utiliza do exercício da reflexão, é a apatia das autoridades constituídas frente à escalada da violência. A mídia denuncia diariamente e com ênfase estarrecedora a incompetência do Estado para tratar do assunto. O que pipoca nos noticiários são as brigas das diferentes esferas do governo quando tentam ensaiar uma reação conjunta ao crime organizado. Enquanto isso, a criminalidade ganha eficiência por possuir uma agilidade que o poder constituído não tem. Resumo da ópera: a sociedade simplesmente não decidiu, verdadeiramente, resolver o assunto de uma vez por todas. Ou seja, falta um novo acordo. Na década de 70 a cidade de Nova York, nos Estados Unidos da América era dominada pelo crime até que um dia a paciência acabou e as forças emanadas da sociedade organizada resolveram dar um basta naquilo tudo e implantar o regime de tolerância zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na área educacional, assim como nas relações sociais, as pessoas vêm melhorando seus níveis de instrução e se comportando de maneira mais cordial com seus semelhantes. Muitos jovens amadurecem mais cedo e mais cedo constroem uma carreira profissional promissora. Isso significa que novos acordos vão sendo firmados e novas posturas vão sendo adotadas. Nesse ritmo, quem sabe assim possamos firmar novos acordos sociais e evoluir como uma nação comprometida com valores que priorizem a dignidade humana.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8873993826243556090?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8873993826243556090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/11/um-novo-acordo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8873993826243556090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8873993826243556090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/11/um-novo-acordo.html' title='UM NOVO ACORDO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-9078600907270043110</id><published>2009-10-29T14:11:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:49:34.504-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>ÉTICA E DESENVOLVIMENTO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 29/10/2009 – Manaus/AM – Pág. A3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo33.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.artigo33.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Do ponto de vista filosófico, ética é uma reflexão sobre a moral. Isso significa que os valores, os costumes e a práxis de uma sociedade precisam ser periodicamente reavaliados. O resultado desse exercício é a conquista de um ambiente propício ao desenvolvimento cultural e tecnológico de uma nação. Assim, surgem e se mantém vivas as grandes civilizações, sendo que os valores de algumas delas atravessaram os séculos com um vigor monumental, como é o caso das culturas grega e judaica. A força para alcançar a grandeza está na capacidade de conciliação de interesses pessoais e adoção de um padrão de comportamento que coloca o grupo acima do indivíduo. Pesa também nesse processo o aprimoramento do senso crítico e alto grau de instrução dos construtores da pátria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A combinação de uma série de variáveis positivas acaba criando condições necessárias ao avanço social e tecnológico de uma nação. No sentido inverso, o conjunto de variáveis negativas pode frear ou estagnar um progresso em curso. Foi o que aconteceu com os árabes, que prosperaram na época em que a igreja manteve a Europa nos porões do obscurantismo. Quando os ideais iluministas libertaram o povo europeu das garras da tirania papal, os árabes fizeram o contrário: tomaram o caminho do dogmatismo fundamentalista. As consequências estão aí, à vista de todos, com a opressão de um lado produzindo pobreza, guerras e atraso; e a liberdade do outro, gerando altos índices de desenvolvimento humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida do desenvolvimento de um país é a medida do desenvolvimento de cada um dos seus membros. É o resultado conjugado das idéias evoluídas de um povo que forma uma grande nação; é o conjunto da sociedade que determina a sua forma de funcionamento, ou seja, qualidade dos serviços públicos, distribuição justa de oportunidades, liberdade de expressão e, obviamente, o exercício da ética que lubrifica as engrenagens da máquina social. Quando um pai, passeando pela cidade acompanhado do filho, joga papel no chão, cruza o sinal vermelho, xinga outros motoristas, compra produto roubado ou estaciona na vaga de um deficiente, além de ser, estar formando outro péssimo cidadão. Esses maus cidadãos são presas fáceis – são eles que colocam no poder as suas cópias amplificadas: gente da pesada que atua de forma predatória, que se comporta como um câncer social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta da visão de conjunto e de noção da importância do ator social produz uma massa de cidadãos de baixo senso crítico. Assim sendo, uma nação não conseguirá caminhar tendo os pés amarrados pela ignorância da maioria dos seus integrantes. Grupos políticos ou sociais não podem, presunçosamente, pretender andar ao lado das nações desenvolvidas tendo os pés leprosos. É preciso antes, curar as feridas culturais através de políticas eficientes de educação e justiça social. O fato é que desenvolvimento humano não combina com falta de ética, visto que ética é a pedra angular da estrutura social. Um povo ético exigirá governantes éticos, práticas éticas na política e em todas as ramificações da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de globalização está acirrando a competitividade e estabelecendo padrões mais rígidos de qualificação profissional, além de exigências relacionadas a práticas de responsabilidade social e ambiental. Quiçá, os interesses econômicos desencadeiem um processo de evolução da nossa sociedade, visto que os  concorrentes internacionais estão se destacando graças a altos níveis de desenvolvimento humano. As empresas forçarão o poder público a tratar com seriedade o assunto educação, e quanto maior for o número de cidadãos bem educados, menor será a quantidade de dirigentes ruins; menor o grau de cinismo, demagogia e politicagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esforços que a nossa sociedade vem fazendo na área educacional já mostram resultados positivos. Prova disso são os discursos artificiosos, repetitivos, cansativos e grotescos de políticos que expõem sua ridícula imagem na televisão. Esse fenômeno acontece quando o eleitor usa filtros éticos adquiridos na sua formação educacional. Queira Deus, um dia possamos, verdadeiramente, repudiar as podridões que borbulham diariamente na mídia, assim como fazem os países escandinavos, onde qualquer desvio de conduta é tratado como uma falha grave. Nós, aqui, por enquanto, continuamos engolindo sapos, lagartos, cobras, desmandos, desvios, agressões, injustiças, demagogias, corrupções etc. – tudo temperado com a fortíssima pimenta impunidade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-9078600907270043110?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/9078600907270043110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/etica-e-desenvolvimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9078600907270043110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9078600907270043110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/etica-e-desenvolvimento.html' title='ÉTICA E DESENVOLVIMENTO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6585764590044241271</id><published>2009-10-25T13:07:00.008-05:00</published><updated>2011-07-24T10:50:12.753-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 22/10/2009 – Manaus/AM – Pág. A3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo32.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo32.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Na caminhada da vida temos necessidade de que alguém nos guie, e depois de certo momento nos tornamos um navegador solitário. Quando nos sentimos um pouco perdidos nos damos conta de que não seguimos mais com o nosso guia - traçamos nossa meta totalmente a sós e depois nos apercebemos de que alguém está ao nosso lado. Aquele que nós seguíamos não é mais o nosso guia, mas ele está em nós. Nós o absorvemos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cada pessoa que chega a esse mundo traz consigo a árdua missão de escrever infinitas páginas da gigantesca enciclopédia da sua vida. Muita ajuda dos que chegaram antes será necessária nessa jornada épica. Os mais velhos terão a função de retransmitir os códigos necessários à formação de mais um componente do tecido social. As primeiras e mais importantes referências são os pais, que contribuirão de forma intensa para a formação do caráter dos seus descendentes. Os vínculos afetivos entre pais e filhos são poderosos, visto que além de dar a vida, são os genitores que pavimentam e apontam o caminho para os rebentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pouco mais crescida a criança tomará contato com o outro grande formador do seu caráter; uma pessoa que, além disso, terá a responsabilidade de prepará-la para a vida social e profissional. O professor é o grande guia que segura na mão do aluno e o conduz pela longa jornada do conhecimento, lhe proporcionando os instrumentos e habilidades necessários para que possa se integrar plenamente ao convívio dos seus semelhantes de forma sadia e construtiva. Daí, que a relação professor/aluno é muito forte. A criança percebe a função construtiva do seu professor; ela absorve a energia emanada do mestre e essa força vai elucidando os enigmas do mundo. Na idade adulta, o homem terá cristalizado na sua alma as palavras e as lições aprendidas dos seus pais e professores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É prazeroso perceber no aluno a inquietação que atiça a sede de conhecimento. O conhecimento liberta o homem da dúvida e da escuridão; leva a um relacionamento fraternal com o próximo e a ações altruístas. Uma única aula é capaz de provocar uma revolução da cabeça de um aluno, o que nos faz refletir sobre a grandiosidade e responsabilidade do papel do professor. É muito importante que o professor tenha consciência das suas atribuições, as quais se revestem de dignidade sacerdotal. Quando isso acontece o trabalho junto aos alunos ganha uma aura de encantamento e elevação. Caso contrário, uma atuação protocolar, desprovida de comprometimento e entusiasmo, torna o aprendizado insosso e vazio. Por isso, não é nada bom que alguns profissionais trabalhem na docência sem abraçá-la com a sua alma; não é recomendável que busquem apenas um complemento de renda financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aluno precisa sentir que o conteúdo recebido está vitaminado com empenho e dedicação do mestre. Dessa forma, os aprendizes ficarão mais fortes e preparados para os embates fora da sala de aula. O mestre dever ter sensibilidade aguçada para perceber a capacidade cognitiva dos seus alunos; deve conduzir seus aprendizes por caminhos psicológicos até que cheguem à compreensão de um assunto complexo; deve trabalhar os modelos mentais dos educandos, fazendo com que aprendam mesmo sem se darem conta disso. Quando o professor trabalha dessa forma, os resultados são impressionantes e os alunos respondem de forma espetacular. Toda pessoa sente as boas intenções daqueles que querem o nosso bem – isso é algo tão primário que até um bicho fica quieto quando está sendo cuidado por um médico veterinário. O compromisso com a qualidade do ensino deve estar impregnado nas atividades diárias do professor. Dessa forma, ele pode estabelecer uma fina sintonia com seus alunos, gerando assim benefícios para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho conjunto de vários profissionais está proporcionando excelentes resultados na Fametro, sendo que grandes esforços têm sido empreendidos no aprimoramento da qualidade do ensino. Inspirados pelos valores da instituição, alunos e professores são conclamados a unirem forças na busca de melhores níveis de excelência acadêmica. Dessa forma, está sendo moldada uma estrutura que muito em breve ganhará seu merecido destaque na sociedade manauense. É importante destacar que muito além de belas, modernas e confortáveis instalações, o professor continuará ocupando o centro de toda a dinâmica educacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6585764590044241271?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6585764590044241271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/relacao-professoraluno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6585764590044241271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6585764590044241271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/relacao-professoraluno.html' title='RELAÇÃO PROFESSOR/ALUNO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-9130161066168713537</id><published>2009-10-21T06:35:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T10:51:18.908-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>ÁREAS DE RESPONSABILIDADE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 15/10/2009 – Manaus/AM – Pág. A3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://www.artigo31.rg3.net/"&gt;www.artigo31.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As organizações&lt;/span&gt; com certo grau de complexidade são divididas em departamentos os quais funcionam como subsistemas de um sistema maior que é a empresa. Cada departamento possui um nível de autonomia suficiente para que possa funcionar como uma unidade de negócio. Modernos modelos de gestão são estruturados a partir de células altamente especializadas que se relacionam com as demais observando todo um conjunto de preceitos e valores estabelecidos pela alta direção. Dessa forma, o conjunto ganha força e eficácia porque todos querem demonstrar altos níveis de desempenho. E a sinergia só poderá acontecer se houver mecanismos capazes de aferir com precisão os recursos consumidos e os resultados produzidos nas respectivas áreas de responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada área de responsabilidade deve ser administrada como se fosse uma pequena empresa. Os responsáveis deverão ser capazes de elaborar orçamento, gerenciar diversos tipos de recursos, saber se relacionar com outras áreas, ficar atento aos indicadores de desempenho etc. Esse modelo de gestão distribui a responsabilidade, diminui o fardo administrativo do executivo principal e não sobrecarrega as áreas de controle interno. O departamento de contabilidade é o maior beneficiado, visto ser a desembocadura de todos os processos que afetam o patrimônio da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale ressaltar que não é função da contabilidade ficar corrigindo erros de outros departamentos. Cada erro detectado deverá ser objeto de comunicação formal ao setor competente cabendo adoção de medidas corretivas pelo respectivo gestor. Adicionalmente, o contador providenciará um registro do fato em algum tipo de relatório de ocorrências. O importante é reforçar mais e mais a idéia da responsabilização – o que os americanos chamam de accountability. Problemas graves acontecem nas empresas devido ao jogo de responsabilidade. Ou seja, enquanto um não faz o serviço, o outro trabalha dobrado. Assim, o sistema inteiro fica desregulado. E, como todos sabem, uma máquina desregulada consome mais recursos e produz menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impressionante o poder destrutivo encerrado em comportamentos corriqueiros que ocorrem diariamente em muitas empresas: É programação intempestiva de suprimento, é imposto pago indevidamente, é produto entregue ao cliente errado, é cadastro incompleto, é informação distorcida, é máquina quebrada por mau uso, é contrato assinado sem análise etc. Imaginemos uma grande organização que de uma hora para outra começa a pipocar problemas por tudo quanto é lado, e imaginemos o departamento que sofrerá todos impactos. Não é correto que a contabilidade absorva passivamente erros e mais erros. Ela deve sim, ao identificar um erro, recusar-se a receber o processo, fazendo de imediato a devolução ao setor competente para as devidas correções. Quando uma pessoa é obrigada a consertar um erro que cometeu e ainda sofrer grande exposição via relatório, ela certamente será mais cuidadosa. Agora, quando ninguém está olhando e os erros se dissolvem no caldo organizacional, pouquíssimos funcionários serão caprichosos nas suas tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, não é o contador que tem que adivinhar a origem de um crédito no extrato bancário; o responsável pelo esclarecimento deve ser alguém do departamento financeiro. A ausência de resposta satisfatória denunciará fortes indícios de ingerência, que poderá se agravar para suspeitas mais sérias quanto à condução de uma área de responsabilidade extremamente sensível. Da mesma forma, o responsável pelo suprimento deve responder por faltas de materiais ou distorções nos controles do seu setor. A empresa deverá se municiar de contra-argumentos propiciando uma estrutura de controle interno de alta performance para que as pessoas não escondam suas incompetências ou conduta reprovável nas falhas do sistema de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um sistema de gestão bem estruturado e administrado faz emergir tanta coisa cabeluda que arrepia até casca de ovo. As delimitações de áreas de responsabilidade, com definições detalhadas de atribuições, metas, modelos de conduta, premiações, punições etc., provocam verdadeiras revoluções por simplesmente evidenciar as competências de cada um.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-9130161066168713537?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/9130161066168713537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/areas-de-responsabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9130161066168713537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/9130161066168713537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/areas-de-responsabilidade.html' title='ÁREAS DE RESPONSABILIDADE'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2077222366312278617</id><published>2009-10-21T06:29:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:52:12.290-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>O ZELADOR DO BANHEIRO</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 08/10/2009 – Manaus/AM – Pág. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.artigo30.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo30.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Durante o processo de análise contábil de uma empresa industrial, o contador arrolou uma série de pendências documentais e em seguida solicitou esclarecimentos dos setores competentes. Para sua surpresa não houve retorno das solicitações; as pessoas que produziam determinadas informações ou operacionalizavam atividades administrativas ou produtivas simplesmente não se sentiam responsáveis por prestar nenhum tipo de esclarecimento ao departamento de contabilidade. Nas suas concepções, a contabilidade é que deveria se virar para fazer o seu trabalho. Tal comportamento seria aceitável até certo ponto se a estrutura organizacional interna fosse de uma eficiência primorosa. Um dos problemas é que constava nos extratos bancários um rol de operações de fechamento de câmbio relacionado a operações de importação, sendo que o departamento financeiro não sabia fazer conexão entre os débitos na conta corrente com os processos de entrada de insumos importados. O setor responsável pela recepção e controle de materiais tinha um grande volume de documentos de importação arquivado em pastas, mas ninguém sabia vincular as operações de recepção de materiais com as operações financeiras. Para complicar um pouco, os fechamentos de câmbio eram feitos por uma unidade comercial que ficava a 5000 km de distância, que simplesmente ia pagando, pagando...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O contador, claro, trabalhou feito louco para montar um imenso quebra-cabeça onde ficaram faltando muitos esclarecimentos. Mesmo com muita cobrança e insistência os documentos não apareceram e ninguém foi responsabilizado pelos desmandos. Os diretores achavam que o contador era o único responsável e que, portanto deveria dar um jeito na situação. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Continuando seu trabalho, o contador passou dias relacionando listas imensas de retenções de impostos com os respectivos recolhimentos. Ao final do trabalho entregou a lista de pendências ao departamento financeiro. O contador identificou também operações bancárias na casa de milhões de reais que ninguém sabia dizer do que se tratava – uma coisa simplesmente assustadora. O encarregado financeiro dizia que quem movimentava tais contas “era o pessoal de São Paulo”. Ao contactar o escritório de São Paulo, a resposta é que quem “cuidava” dessas operações era o setor financeiro da sede do grupo empresarial, sendo que essa tal pessoa era incomunicável. Mas aí, surgiu a possibilidade de&lt;br /&gt;uma terceira pessoa, que tinha uma empresa parceira em Curitiba, que poderia ajudar nos esclarecimentos das operações. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O absurdo do absurdo é que se tratava de valores de grande monta. Não eram cifras na casa de mil, dois ou dez mil reais. Eram milhões!!! O contador ficou apavorado com essa configuração financeira de alta densidade nebulosa. Na realidade, uma negríssima nuvem encobria as operações financeiras dessa empresa. Mais isso não era o bastante. O contador verificou vários lançamentos que levaram a conclusão de que a empresa possuía mais contas bancárias além das conhecidas. Mexendo, mexendo, percebeu que faltavam extratos bancários de oito contas bancárias, o que redundou em mais lutas e cobranças até os extratos aparecerem. Quando apareceram, a coisa ficou mais enrolada devido ao aumento das dúvidas. Ou seja, quanto mais documento aparecia, mais feia ficava a coisa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A empresa havia adquirido um sistema de gestão que era o supra-sumo dos sistemas ERP. A questão é que as características do sistema estavam anos luz distante da habilidade dos seus operadores. É como se fosse entregue um submarino nuclear para um motorista de táxi. As consequências, obviamente, foram desastrosas: era informação que entrava automaticamente, era informação que entrava manualmente (e errada); era estorno para todo lado, ajustes, controles paralelos em planilhas eletrônicas etc. Para completar a contabilidade era quebrada em três pedaços, como se fossem três empresas. O motivo dessa fragmentação era a falta de um módulo integrador. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Havia muitas outras escabrosidades, mas mesmo assim somente o contador era cobrado por resultados. Ele tinha que fazer o balanço devido a uma necessidade imperiosa da empresa. Após estafantes e longas jornadas de trabalho, o balanço ficou pronto, mas cheio de pendências. O diretor da empresa ainda teve o atrevimento de dizer que o balanço estava errado. Na cabeça do diretor, a contabilidade tinha a obrigação de adivinhar tudo que um batalhão de funcionários fazia, mas que não contava para ninguém; tinha que dar um jeito em tudo quanto era baderna que rolava solta no ambiente de trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2077222366312278617?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2077222366312278617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/reginaldo-de-oliveira-e-mail.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2077222366312278617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2077222366312278617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/reginaldo-de-oliveira-e-mail.html' title='O ZELADOR DO BANHEIRO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5635763793358634388</id><published>2009-10-21T06:15:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:52:41.807-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='educação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='voluntariado'/><title type='text'>Diferencial competitivo do voluntariado</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail – &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 01/10/2009 – Manaus/AM – Pág. A3&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artigo29.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;www.artigo29.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Vivemos um tempo onde as pessoas se isolam uma das outras e dessa forma algumas delas padecem de necessidades básicas e outras amarguram o vazio existencial. A consequência da objetividade pragmática que domina o senso comum daqueles que estão numa fatigante escalada social é o bloqueio da percepção para a poesia da vida, para o valor do abraço de um amigo ou para uma agradável brisa de um dia reconfortante. Quando atingimos o tão sonhado patamar social - objeto de um plano cuidadosamente posto em prática, descobrimos muitas vezes que de tanto lutar pela vida esquecemos de viver. Reconhecemos que o grande e verdadeiro projeto é aquele que nos enche de satisfação e orgulho quando é realizado. E esse sentimento está diretamente ligado à idéia de fazer a diferença nesse mundo sendo útil ao próximo e a comunidade em que vivemos; é o ideário de ser parte integrante de um grupo, de ser aceito, de interagir com as energias positivas à nossa volta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A prática do voluntariado é uma excelente oportunidade de experimentar o prazer de fazer outra pessoa feliz, além de aprender com as diferenças. Ao mesmo tempo, ainda nos ajuda a refletir sobre a nossa vida e o que fazemos dela. Muitas vezes reclamamos de tudo e de todos como se o mundo fosse nossa babá. A proximidade com pessoas que vivem numa realidade bem diferente da nossa nos faz mais humanos e maduros, visto que nesse processo é feito o exercício da empatia, qualidade essencial nos relacionamentos interpessoais nas empresas. O voluntário é como um ator social e agente de transformação, que doa seu tempo e conhecimentos e presta serviço não remunerado beneficiando a comunidade ao qual está inserido, manifestando assim seu espírito solidário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Oferecer-se voluntariamente para trabalhar em atividades de cunho social transforma seu praticante numa pessoa muito bem quista pela sociedade e pelas empresas. O trabalho voluntário está evoluindo para se transformar num diferencial competitivo no futuro, apesar de atualmente ainda não ser considerado como critério de desempate em processos de seleção. Destarte, campanhas e as diversas mídias têm trabalhado intensamente na valorização do voluntariado. Nesse ritmo, quem sabe assim possamos um dia nos igualar a Europa, que inseriu a prática do trabalho voluntário no seu padrão de currículo. No nosso dia-a-dia já se observa em muitos formulários on-line de currículos de importantes empresas um destaque para a atividade voluntária, indicando desse modo uma tendência de evolução do assunto. Pode-se dizer que a importância do voluntariado toma corpo de tal modo como os conceitos de sustentabilidade e preservação do meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quem se dispõe a prestar um serviço voluntário demonstra espírito de engajamento, maturidade, responsabilidade e nobreza de caráter. Muitos e muitos jovens de todas as idades são extremamente receptivos à idéia de atuar em um projeto social, mas vêem seu entusiasmo se esvaziar por ausência de ressonância aos seus anseios. Ou seja, faltam empreendedores sociais que liderem uma marcha e conduzam ávidos atores até o palco do voluntariado. Esse tipo de coisa deveria ser fomentado nas escolas. Seria muito proveitoso para o aluno, principalmente para o jovem ansioso por fazer e acontecer. Resumindo, faltam líderes, falta ação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No ano de 2002 um grupo de três alunos da Universidade Federal do Pará resolveu promover uma palestra num depauperado auditório do campus da UFPA com o intuito de arrecadar alimentos para ajudar uma comunidade carente. Foi então que entrou em cena o quarto integrante que fez uma proposta arrojada, ou seja, promover um evento de envergadura e alto nível profissional. A idéia assustou o trio de estudantes, que em pouco tempo abraçou o desafio. O projeto foi refeito e o quarteto partiu em busca de recursos, além de trabalhar duro durante um bom tempo. O resultado da saga estudantil foi um acontecimento nunca visto e nunca repetido por alunos de Ciências Contábeis na cidade de Belém. O grupo conseguiu uma robusta arrecadação proveniente de contribuições de várias empresas. Foi feito um grandioso trabalho de programação visual com banners, grandes cartazes, certificados, crachás, folders, panfletos etc.; foram realizadas muitas visitas a várias instituições de ensino, uma instituição particular cedeu um luxuoso auditório, pessoas de renome local e nacional palestraram; houve todo um procedimento de credenciamento, cerimonial, shows, sorteio de brindes, prestação de contas etc. E no final, o objetivo, que era a arrecadação de alimentos, foi um sucesso estrondoso. E tudo foi fruto do trabalho de quatro simples alunos, que andavam de ônibus e que se entregaram a uma causa de corpo e alma. O registro desse fato memorável está no site www.jornadacontabil.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5635763793358634388?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5635763793358634388/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/diferencial-competitivo-do-voluntariado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5635763793358634388'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5635763793358634388'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/10/diferencial-competitivo-do-voluntariado.html' title='Diferencial competitivo do voluntariado'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5726613149621593738</id><published>2009-09-24T06:02:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:53:45.135-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='controladoria'/><title type='text'>Conflito no topo - Contabilidade em ação</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 24/09/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.artigo28.rg3.net/"&gt;http://www.artigo28.rg3.net/&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A falta de informações confiáveis acerca do desempenho econômico e financeiro de uma empresa é o grande motivador de conflitos entre sócios, e o melhor instrumento para produzir tais informações é a contabilidade. Durante muitas décadas desprezou-se o poder dessa eficiente ferramenta de controle, a qual era e ainda é tida por muitos profissionais como uma máquina de calcular imposto, somente. O desenvolvimento da tecnologia da informação e a disseminação dos sistemas de gestão integrada nas organizações de médio porte potencializaram as características gerenciais da ciência contábil. Na realidade, o que aconteceu foi que o óbvio ficou patente. Difícil, é quebrar paradigmas solidamente incrustados no espírito de experientes empresários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O óbvio é que todo aluno de Ciências Contábeis aprende que contabilidade é um instrumento de registro e controle do patrimônio. O desvirtuamento dessa maravilhosa ciência foi patrocinado pela nossa onipresente e onipotente Receita Federal do Brasil que fez o grande favor de desmoralizar toda uma classe de profissionais através de interferências e deturpações na técnica contábil, obrigando ou induzindo a produção de informações distorcidas. Seria como se engenheiros fossem obrigados a combinar inadequadamente os compostos de uma concretagem ou utilizar vergalhões inadequados à estrutura da edificação. Ora, bolas! Quem entende de construção é o engenheiro, que usa técnicas adequadas para o bom desempenho das suas atividades. Da mesma forma, quem entende de contabilidade é o contador, ao qual são conferidas prerrogativas legais para desempenhar suas funções em prol da qualidade da informação contábil. O problema é que se fizer isso, o oceanógrafo que passou no concurso da Receita Federal para auditor fiscal pode multar a empresa por ela não depreciar "corretamente" um molde que foi descartado após seis meses de uso. Um verdadeiro atentado ao bom senso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Com a contabilidade cheia de crateras por conta dos bombardeios da RFB, os administradores, obviamente, passaram a não acreditar que ela poderia ser usada como instrumento de produção de informações gerenciais confiáveis, valendo-se de outros meios para buscar mecanismos de aferição de resultados do negócio. Agrupamento de elementos obtidos no setor financeiro combinados com dados da produção, informações de vendas etc. carecem de sustentação por causa da ausência do elemento consolidador que aglutine os eventos patrimoniais em um grande encadeiamento lógico de informações - uma espécie de longa espiral de DNA que confere integridade ao conjunto de informações contábeis. A falta de integridade abre amplo espaço para contestações, o que impacta diretamente os interesses de sócios que não acreditam nos números apresentados pelo contador. Exemplo: um caminhão que está trabalhando a pleno vapor consta na contabilidade como totalmente depreciado – um absurdo técnico.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No final do ano de 1994, uma empresa sediada na capital maranhense apresentava uma rentabilidade fabulosa. Para completar, os cuidados com os aspectos legais eram extremamente rigorosos, onde todas as obrigações fiscais, tributárias, previdenciárias etc. eram seguidas à risca. Em meio a tantos elementos positivos havia uma situação de grande poder destrutivo: Os sócios estavam numa feroz e violenta discórdia porque não acreditavam nos demonstrativos contábeis, mesmo apresentando excelentes resultados. A desconfiança era que tais resultados seriam muito mais robustos, além de acusações de existência de várias operações que não transitavam pela contabilidade, beneficiando diretamente dois sócios tidos como comparsas. O Contador era considerado conivente de todo o imbróglio, sendo acusado de ajustes inadequados na escrituração contábil.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando a ruptura parecia iminente, o sócio mais respeitado contratou os serviços de um importante consultor organizacional, que por sua vez convidou um contador com grande experiência em gestão e informática. A empresa fez um expressivo investimento num avançado sistema de Contabilidade Gerencial. O contador projetou a mudança para a nova sistemática contábil através de um projeto bem elaborado, cujo desenvolvimento levou oito meses para ser concluído. A mudança foi profunda e radical. Toda a arcaica e pesada metodologia contábil foi virada pelo avesso. Trabalhos que demoravam uma semana passaram a ser feitos numa tarde e a montoeira de caixas e papéis simplesmente desapareceu; as mesas ficaram limpas, o oxigênio da sala mais puro, o estresse caiu para níveis muito baixos, o quadro de pessoal ficou sessenta por cento mais enxuto e por fim, a qualidade da informação foi conquistada e os demonstrativos contábeis ganharam credibilidade dos sócios. Com o passar do tempo a tensão foi diminuindo assim como a quantidade de advogados que cada sócio havia contratado. Surgiu um novo problema: Teve sócio que até tentou, mas ninguém conseguiu fazer maracutaias depois das mudanças. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5726613149621593738?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5726613149621593738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/conflito-no-topo-contabilidade-em-acao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5726613149621593738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5726613149621593738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/conflito-no-topo-contabilidade-em-acao.html' title='Conflito no topo - Contabilidade em ação'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5400055096262514719</id><published>2009-09-17T06:01:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:54:26.615-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arquivo'/><title type='text'>ARQUIVAR É PRECISO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 17/09/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo27.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo27.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Organizar documentos de forma adequada é uma tarefa que exige boa dose de disciplina e atenção. Em casa, por exemplo, quem é que tem paciência de arquivar tudo quanto é comprovante de pagamento e outros documentos em pastas separadas e etiquetadas? Pouca gente, com certeza. Fazer esse tipo de coisa é um trabalho muito chato. Assim, as pessoas costumam guardar documentos em caixas, gavetas etc. “Guardar” é um eufemismo, visto que tudo fica embaralhado. Quando ocorre a necessidade de localização de um papel importante, a papelada é espalhada no chão da sala onde o interessado passa a fazer uma verdadeira garimpagem atrás do que procura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente leva essa prática para a empresa - um comportamento extremamente arriscado, visto que não se deve brincar com documentos. Há o antigo caso de um dono de escritório que “arquivava” a documentação dos seus clientes em uma caixa vazia de geladeira. Quando um cliente fazia uma solicitação a caixa era tombada espalhando papéis no piso do escritório. Em seguida dois funcionários reviravam a papelada até localizar o documento solicitado. A maioria das pessoas desorganizadas não chega a esse ponto, mas não fica muito longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É curioso como as pessoas e empresas desenvolvem as mais criativas e preguiçosas formas de arquivar documentos. É uma multiplicidade de estilos, cada um mais interessante que o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um consultor contratado para fazer um trabalho organizacional em uma empresa observou que determinados tipos de documentos eram arquivados num período específico em pastas suspensas. De certo tempo em diante em caixas de arquivo morto. Depois, em pastas A-Z e por fim em pastas coloridas com elástico. Ele descobriu que haviam passado quatro funcionários pelo setor financeiro, cada qual com estilo e personalidade próprios. O problema é que parte da papelada estava em um arquivo de aço; as pastas A-Z, num armário e os demais documentos estavam guardados em grandes caixas de papelão que ficavam num depósito empoeirado. A atividade de organização desse arquivo foi uma experiência de descobertas semelhante a um trabalho de arqueologia. Foram descobertos fósseis de documentos tidos como extintos, além de muita coisa menos importante, como revistas velhas, folhetos de propaganda, papéis internos absolutamente inúteis, listas de aniversário de funcionários, lindos cartões de natal etc. Resumindo, um monte de coisa que deveria estar no lixo, misturada com contrato social original, nota fiscal de aquisição de veículo, comprovantes de pagamentos de impostos etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma bela manhã de verão essa mesma empresa recebeu a notícia de que estava sendo processada pelo proprietário do prédio que cobrava o equivalente a quatro anos de aluguel atrasado, além de uma série de taxas extras. Para preparar a defesa, foi necessário compor um processo que deveria conter, obviamente, todos os comprovantes de pagamentos efetivados, além de verificar no contrato do aluguel se as taxas eram procedentes. O que se seguiu a partir desse problema foi uma sequência rocambolesca de sobressaltos e aberrações. Primeiramente, não foram encontrados todos os comprovantes de pagamento. Descobriu-se que alguns pagamentos foram feitos em recibo simples que nem sequer indicava se era pagamento de aluguel, visto que mal continha valor e um rabisco do recebedor no lugar da assinatura. E para completar, o contrato do aluguel havia sumido. Foram meses de muito estresse onde uma montoeira de papel foi revirada. A consequência (previsível) foi um acordo judicial extremamente desfavorável para a empresa onde o proprietário do prédio explorou o quanto pode a desorganização do seu inquilino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há duas formas de aprender. Uma, pelo uso do bom senso, que é a mais nobre. E outra, pela experiência, que é a mais amarga. E tendo amargado uma dura experiência, o proprietário da empresa resolveu tratar o assunto arquivo com a seriedade devida – foi quando contratou o consultor organizacional e outro profissional para implantar um programa de qualidade ISO 9000. Primeiramente, construiu um bem estruturado conjunto de prateleiras e admitiu duas pessoas para auxiliar o consultor organizacional. O trabalho de organização do arquivo foi focado no aspecto padronização, ordem, disciplina, endereçamento etc. Ao final, tudo foi mapeado no computador e um funcionário ficou responsável pela administração da documentação arquivada. O momento de transformação foi aproveitado para trazer todos os controles contábeis para serem executados internamente na empresa, trabalho que antes era feito por uma prestadora de serviços contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5400055096262514719?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5400055096262514719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/arquivar-e-preciso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5400055096262514719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5400055096262514719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/arquivar-e-preciso.html' title='ARQUIVAR É PRECISO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7024633654108126319</id><published>2009-09-11T15:49:00.003-05:00</published><updated>2011-07-24T10:55:09.623-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>Consequências desastrosas da desorganização</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 10/09/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo26.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.artigo26.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um empresário grandalhão e famoso por suas artimanhas resolveu contratar um profissional para desenvolver uma contabilidade gerencial para sua empresa. Na reunião de contratação o assunto principal tomou ares sofisticados onde o contratante delineou um cenário do mais alto dos níveis organizacionais e expôs suas expectativas ao consultor ali presente. O contratado se empolgou com o belo discurso e imaginou um caso de sucesso no seu currículo, já que o proprietário da empresa lhe transmitiu a imagem de um empresário maduro e visionário. Fechado o acordo de prestação de serviço ficou marcado o dia do início dos trabalhos. Ao se despedir do grande chefe e se dirigir ao local de saída, chamou a atenção do consultor as expressões de apatia dos funcionários e instalações marcadas pelo improviso, além de certo desleixo. O item mais curioso foi a inexistência de uma portaria – o portão era aberto ou fechado de acordo com o som de buzina que um funcionário do setor de faturamento entendia por fechar ou abrir usando um pequeno dispositivo de controle remoto que continha um único botão. Na realidade, o funcionário que ficava numa sala fechada, de tanto abrir e fechar, acabava se perdendo na sequência dos apertos do botão. Vez por outra o patrão saia da sua sala, via o portão aberto e dava uns gritos para que fosse fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse quadro foi uma avant-première do que viria em seguida. No dia de estréia, o consultor estava ali cedo para começar a grande jornada. Entrou numa sala que continha duas mesas entulhadas de papel e dois funcionários mal encarados, além de paredes e piso sujos. Na sala ao lado estava um funcionário atarantado e com expressão assombrada. Na lateral da sala havia um balcão largo e alto onde ficavam “arquivados” os documentos mais recentes. O consultor começou então a levantar com o assustado funcionário uma série de informações sobre o funcionamento da empresa e a estrutura de controle existente, quando de repente o sócio do seu contratante entra na sala e solicita um comprovante de entrega de mercadoria. Rapidamente, e de forma nervosa o dito funcionário abre uma grande caixa de papelão cheia de papeis e começa a procurar o tal documento. Enquanto está revirando os papéis, alguém faz uma nova solicitação que o faz iniciar uma outra busca em uma pilha de outros papéis que se encontravam em cima da sua mesa. Passam-se vários minutos quando o primeiro solicitante liga aos gritos cobrando o primeiro documento. O funcionário volta para a caixa de papelão e, para seu grande alívio, encontra o que procurava e corre para entregar o documento ao chefe. De volta, o incansável funcionário comenta que aquele era um dia de sorte por ter encontrado “rapidamente” o que procurava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consultor resolve fazer uma verificação no repositório de documentos – o robusto e pesado balcão. Encontrou ali pilhas e pilhas de documentos dos mais diversos. Por exemplo, em uma pilha de uns 40 centímetros de altura encontrou nota fiscal, contrato social original, cadastro de funcionário, certidão negativa de órgão governamental, folhetos de propaganda, revista velha, cópias de documentos dos sócios etc. Em uma caixa de papelão encontrou um pacote com muitos documentos dos vários veículos da empresa – novos, vencidos, vendidos etc. O consultor perguntou se todos os documentos da empresa se resumiam a papelada existente naquela sala, ao que o funcionário disse que os mais antigos estavam no “arquivo morto”. Quando o consultor viu o “arquivo morto” quase cai de costas. Só não caiu porque os documentos estavam amontoados no teto de um depósito para produtos especiais (entre a laje de concreto do tal depósito e o teto de metal o espaço era de pouco mais de um metro). A cena era surreal: caixas e caixas de vários tamanhos cobertas por uma fina poeira preta e dispostas de forma como se tivessem sido arremessadas como bolas de basquete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta ao solo, o consultor solicitou a aquisição imediata de um arquivo de aço para organizar a documentação dos empregados, tarefa que lhe pareceu mais urgente. Após quase três semanas e muita briga, o dono apareceu com um arquivo velho e enferrujado. Várias outras solicitações foram feitas para adequar a realidade vivida pela empresa à belíssima estrutura existente no imaginário do diretor. O grande e crítico problema era a desconsideração por parte desse diretor de que entre início e fim existe o meio. Ou seja, ele só enxergava o produto acabado, mas se recusava a aceitar o processo de fabricação. Todas as ações de profissionalização da empresa foram boicotadas tendo como consequência a desastrosa perda da exclusividade de distribuição de uma valiosa marca internacional, além de uma série de ações judiciais, disputas ferozes entre os sócios, a quase falência do negócio e um conturbado e melancólico ato final marcado pela venda da empresa para um comprador que apareceu para juntar os despojos e fazer um trabalho de restauração.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7024633654108126319?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7024633654108126319/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/consequencias-desastrosas-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7024633654108126319'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7024633654108126319'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/consequencias-desastrosas-da.html' title='Consequências desastrosas da desorganização'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8406128750534727668</id><published>2009-09-11T15:46:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:56:00.746-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>O DILEMA DO CHICOTE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 03/09/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo25.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo25.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; Uma sequência do grandioso filme Ben Hur, do diretor William Wyler, mostra uma embarcação movida pela força de vários homens que aparentemente remam sem parar. Há também um homem que dá ritmo às remadas tocando um tambor e ou outro que garante por meio de chicotadas que o ritmo permaneça inalterado. A imagem de vários homens trabalhando sob sucessões de chibatadas revolta o espectador, sem que se pense que o chicoteador está ali cumprindo a sua função. Ou seja, chicoteando aqueles que não acompanham o ritmo e prejudicam o desempenho global do trabalho. O problema é que mesmo que os remadores se organizem de forma que a produtividade do grupo atinja altos índices eles não estariam livres do chicote, pois este é o único instrumento motivador conhecido. Além do mais o chicoteador precisa dar suas chicotadas, não importando como o trabalho está sendo desenvolvido, visto que ele não sabe trabalhar de outra forma e precisa garantir o seu emprego reforçando a importância da sua função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer uma comparação grosseira, mas muitos daqueles que gerenciam pessoas e processos pensam e agem dessa forma. Acreditam que só podem ter um pouco de tranquilidade ou consciência do dever cumprido se estiverem chicoteando seus colaboradores, não importando a forma como desempenham suas funções. Tal procedimento transforma os subordinados em pessoas defensivas que gastam a maior parte das suas energias imaginando formas de se defender das chicotadas inevitáveis, o que é um tremendo desperdício do talento que cada um carrega consigo. Em vez de ficarem preocupados com as chibatadas, os trabalhadores poderiam concentrar suas capacidades na otimização de todo um conjunto de processos para alcançar a eficácia organizacional. Só que para o administrador arcaico seria terrível o fato da inexistência diária de confusões, de não ver o dia inteiro seus subordinados pulando feito pipoca e apagando intermináveis incêndios. Esse clima destemperado dá a esse administrador a sensação de que seu pessoal está fazendo por merecer o salário que recebem ao final de cada mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa concepção provinciana demonstra uma mentalidade primitiva daqueles que exercem essa prática, resquício de um tempo que ficou perdido lá atrás. E o mais incrível é que tal comportamento é visto com naturalidade por muitos gestores, arregimentando mais e mais seguidores desse regime, desconsiderando assim uma forte rejeição dos trabalhadores ao autoritarismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O administrador carrança não compreende que sua função é buscar meios de obter a eficiência e eficácia organizacional. Ou seja, garantir o cumprimento dos procedimentos e atingir as metas contidas no planejamento da empresa. E administrar de forma fluida evitando o desgaste exagerado das pessoas, visto que os desequilíbrios comprometem a produtividade condenando os integrantes do grupo de trabalho à mediocridade, tirando-lhes a esperança de crescimento profissional. Além do mais, o ambiente insalubre resultante de circunstâncias rocambolescas tolhe toda e qualquer iniciativa que porventura possa brotar dos indivíduos das camadas menos privilegiadas da hierarquia. Isso, evidentemente, castra o progresso de todos sem que haja uma consciência generalizada de que as pessoas envolvidas no processo nutrem-se de um mesmo organismo, que é a empresa. Dessa forma, o bom senso recomenda que a postura geral do conjunto deveria ser orientada para tornar esse organismo forte e produtivo. Infelizmente, o modelo de gestão arcaico tente a permanecer inalterado enquanto tudo estiver funcionando, não importando se aos trancos e barrancos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, quando num dado momento todos começarem a sentir que estão sendo engolidos por uma força que mal permite consciência do seu caráter, as pessoas cairão em si e concluirão que toda uma cultura precisará ser modificada. Farão isso porque as ameaças advindas de mudanças econômicas, culturais, tecnológicas, conceituais etc., pressionam a organização, arremessando-a numa arena de disputas sangrentas pela sobrevivência onde somente instituições com alto grau de adaptabilidade não são pulverizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia dos vencedores concentra-se muito na concepção de que os elementos e etapas do processo devem funcionar como engrenagens fortes e precisas, atuando como um bloco, para só assim fazer frente aos concorrentes. É importante frisar que atualmente a excelência não ganha mais o jogo – só permite jogar. É evidente que para a viabilização de um modelo de negócio bem sucedido é necessário e fundamental que seja feita uma revisão crítica de toda uma cultura sedimentada sobre anos e anos de chicotadas. Agora, a organização depende de todo o potencial criativo e produtivo que seus colaboradores puderem desenvolver e que o chicote não consegue extrair.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8406128750534727668?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8406128750534727668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/o-dilema-do-chicote.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8406128750534727668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8406128750534727668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/09/o-dilema-do-chicote.html' title='O DILEMA DO CHICOTE'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6508380873661193033</id><published>2009-08-27T09:02:00.003-05:00</published><updated>2011-07-24T10:56:45.982-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>DE DENTRO PARA FORA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 27/08/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.artigo24.rg3.net/"&gt;www.artigo24.rg3.net&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Uma grande edificação precisa, obviamente, de um alicerce que suporte sua estrutura. Se lá pelas tantas alguém decide acrescentar mais andares, as fundações deverão passar por um processo de revisão e reforço. A imprudência de não fortalecer a base ao acrescentar sobrepeso à construção resulta em uma série de efeitos colaterais antes de um provável desastre final. Não adianta colocar uma coluna extra aqui e revigorar outra viga ali. Ou seja, ir empurrando o problema com a barriga e torcendo para que o prédio aguente até o dia que for possível fazer um trabalho decente na sua base.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns empreendimentos não conseguem sustentar seu próprio crescimento, sua própria estrutura. Negócios concebidos em um modesto formato que de uma hora para outra se vêem violentamente alçados a um estrondoso sucesso, deixam seus dirigentes atordoados como se tivessem comido uma panela de feijoada de uma só vez. Assim, indispondo de tempo apropriado para digestão os diretores vão ficando empanzinados com tantos assuntos e problemas que se multiplicam como coelhos, sinalizando assim os limites das suas competê sinalizando assim os limites de suas compet problemas que se multiplicam como coelhos  uma sncias. Nesse caso, o modelo de gestão de um despretensioso negócio vai se mostrando cada vez mais incompatível com a realidade vivida na organização; tão contrastante como uma barata passeando numa fatia de pudim. Os esforços então são concentrados na dimensão estética com o propósito de camuflar as panelas sujas e amassadas da cozinha. Investe-se em instalações bonitas, limpas e confortáveis. Mas, seguindo um corredor meio que labiríntico chega-se a uma sala com computadores envolvidos em uma trama de fios dispostos em mesas bem diferentes das encontradas no hall de entrada da empresa. Acrescenta-se a isso uma parede quebrada, sala escurecida, rabiscos na parede, objetos espalhados pelo chão, pessoas com barba por fazer, e temos o Departamento de Tecnologia da Informação da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo semelhante acontece quando um cliente vai ao caixa para pagar um boleto ou solicitar informações sobre a troca de um produto. Nesse caso o atendente demonstra um ótimo aspecto e o ambiente é muito bonito - tem até cafezinho e água gelada. Até aí, tudo bem. O mingau encaroça quando um assunto relativamente simples se transforma num pandemônio. O funcionário responde de um jeito, depois muda de opinião; chama um supervisor, que liga para outro departamento etc.etc. Resumindo, a reluzente casca da fruta não condiz com a polpa azeda e indigesta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo tem uma ordem natural e seu tempo de desenvolvimento, mas a ânsia de querer aproveitar oportunidades a qualquer custo atropela o processo natural das coisas. Os árabes são mais prudentes nesse assunto. Eles iniciam um negócio, mantém seu formato por um tempo adequado e resistem às tentações de mudanças bruscas e intempestivas nas suas atividades. Preferem operar a mudança de dentro para fora, como acontece com o embrião no ovo da galinha que vai crescendo e se desenvolvendo. Quando a casca é rompida, surge uma outra realidade, só que mais bem estruturada, dinâmica e amadurecida. Deturpar esse processo é sempre uma manobra arriscada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a realidade de uma empresa se apresenta de uma forma e uma série de fatores aponta para outra mais grandiosa, a prudência recomenda a revisão da estrutura funcional e adequações necessárias ao atendimento das novas demandas. O Planejamento é uma ferramenta de gestão que está aí, disponível para uso. É só usá-lo. Se faltar habilidade, basta procurar ajuda de profissionais especializados. Os serviços de consultoria trazem oxigênio e ajudam arejar a mente do empreendedor brilhante, o qual não deve ser presunçoso por achar que pode fazer tudo sozinho. Grandes homens cometem grandes erros e por isso é importante parar um pouco, respirar fundo e vez por outra dar uma olhada panorâmica no desenho da sua organização. Se tal desenho não existe, contrata-se então um desenhista (consultor organizacional) para fazê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A boa gestão é o núcleo de um negócio bem sucedido e na órbita do comandante do navio devem gravitar profissionais com mentalidade de gestores das suas respectivas áreas de responsabilidade. Tal conceito deve ser de domínio geral na organização, desde o encarregado do estacionamento até o diretor de recursos humanos. E todas as ações devem ser pautadas segundo um propósito que confira caráter e personalidade a entidade, e a torne respeitável perante a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6508380873661193033?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6508380873661193033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/de-dentro-para-fora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6508380873661193033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6508380873661193033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/de-dentro-para-fora.html' title='DE DENTRO PARA FORA'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4575457206618990999</id><published>2009-08-20T15:37:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T10:57:30.687-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>APALPANDO O ELEFANTE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 20/08/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artigo23.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.artigo23.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A um grupo de cegos foi incumbida a tarefa de identificar um objeto e cada um tinha somente três segundos para fazer isso. Após a sessão de rápida apalpação o primeiro voluntário descreveu uma grossa mangueira de calibre menor na ponta e dois furos na extremidade. O segundo destacou ter tocado em uma forte coluna. O seguinte relatou que se tratava de um animal com um chifre imenso. Outro participante da experiência mencionou algo que lembrava uma parede de textura áspera e o último reclamou que estava havendo exagero, visto ter percebido um objeto que lembrava um chicote. Cada cego traduziu o elefante levando em conta a particular limitação da sua percepção do mundo. Ou seja, os dados que acessaram eram muito limitados e não foi dada a eles a oportunidade de explorar por completo o objeto de estudo. Assim, cada qual estabeleceu em sua mente um juízo e um paradigma, sendo que o conceito perduraria enquanto não houvesse uma nova oportunidade para corrigir o equívoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algo semelhante acontece no ambiente organizacional, principalmente quando se trata de uma grande e complexa estrutura. Caso fosse feito um estudo aprofundado com cada empregado sobre a imagem que tem da empresa que trabalha, surgiria uma grande variedade de visões e interpretações, sendo que muitas delas surpreenderiam os membros da alta direção. Esse é um fenômeno recorrente nos ambientes organizacionais, fruto das deficiências de gerenciamento dos seus recursos humanos e até crise de identidade da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa é um ente detentor de personalidade e sua idiossincrasia a distingue das demais organizações – nenhuma empresa é igual a outra. Ela é resultado de uma série de variáveis que passaram por um complexo processo de catalisação de opiniões, valores, conceitos até se consubstanciar naquilo que se conhece como cultura organizacional. O grande problema é que todo esse processo pode acontecer sem gerenciamento e sem controle. Ou seja, a administração competente nunca se dispõe a fazer um exercício de introspecção com o intuito de refletir sobre o que ela é, o que quer ser, o que faz, o que quer fazer, para onde quer ir e de que forma. Deixando essas questões ao léu, um belo dia o dono não reconhecerá aquilo que achava ser sua empresa e que deveria ter a sua cara. Os exercícios de implantação de programas de qualidade possuem a virtude de provocar tais reflexões, levando a empresa a se situar em termos de objetivos e valores, definindo sua missão e visão, e comunicando tudo isso aos seus públicos interno e externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada empregado ao ser admitido precisa tomar conhecimento dos valores do seu novo ambiente de trabalho. Necessita também saber do seu papel da organização, o que dele é esperado, quais são as recompensas; além de várias informações importantes sobre o que fabrica, para quem vende, posição no mercado, hierarquia, horários, regulamentos, procedimentos etc. A falta de visão sistêmica (onde o organismo empresarial é tido como um grande corpo com vários órgãos, fluxos, subsistemas e processos) pode ser comparada a inexistência de monitoramento de uma máquina onde uma engrenagem aqui e outra ali pode estar com um desgaste ou falha que compromete o funcionamento de todas as outras peças. Consequentemente, a coisa começa a se arrastar ou consumir muito mais energia para obter o mesmo resultado. Da mesma forma que um trabalho de manutenção visa identificar e corrigir uma peça defeituosa, também a iniciativa voltada para a gestão de processos e informações pode identificar entraves, gargalos e deficiências que, corrigidas, promovem a desobstrução dos fluxos normais de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança depende de uma ação administrativa. Uma empresa que consiga fazer um bom trabalho com cada um dos seus empregados, será recompensada com uma estrutura altamente produtiva. Uma força de trabalho que atua como um bloco uniforme é um ativo de alto valor no mercado, mesmo que ainda não se consiga mensurar o capital intelectual das organizações. Mas, com certeza, uma equipe de alta competência é o que diferencia uma empresa bem sucedida, visto que as variáveis tecnologia, mercado, acesso aos insumos e aos canais de distribuição já são questões de amplo domínio entre as organizações mais maduras. É preciso então ampliar as capacidades intelectuais, perceptivas e produtivas dos funcionários e isso só se consegue com muito investimento em educação empresarial.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4575457206618990999?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4575457206618990999/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/apalpando-o-elefante.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4575457206618990999'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4575457206618990999'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/apalpando-o-elefante.html' title='APALPANDO O ELEFANTE'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8363499676419865480</id><published>2009-08-13T22:00:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:58:25.478-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conflito'/><title type='text'>GUERRA DO ARCO-ÍRIS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 13/08/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.artigo22.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo22.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Era uma vez três reinos que ficavam assentados em três grandes nuvens: o reino vermelho, o reino amarelo e o reino azul. Os integrantes de um reino podiam avistar ao longe os outros dois vizinhos, mas não dispunham de meios que possibilitassem o deslocamento de um reino ao outro devido ao fato de haver um abismo entre eles. Cada um levava a sua vida contemplando, valorizando e defendendo a cor dominante. No reino vermelho tudo era vermelho, as roupas, as jóias, as paredes, os tapetes etc. Afinal, o vermelho era lindo. No reino amarelo, da mesma forma. No azul, esses eram ardorosamente fanáticos pela cor azul e uma pessoa que criasse um novo tom para o azul se transformava numa celebridade instantânea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num belo dia um jovem cientista do reino amarelo desenvolveu uma tecnologia de transporte aéreo. Ele então resolveu fazer um teste e viajou no protótipo até o reino vermelho. Chegando lá, encontrou uma bela mulher de lábios saborosamente vermelhos que, obviamente, vestia um magnífico vestido vermelho. Os dois se apaixonaram de imediato e iniciaram um pequeno romance. Uma denúncia anônima levou os agentes da lei a perseguir o casal até que os dois foram flagrados. A mulher foi presa, mas o homem fugiu para o reino amarelo levando consigo uma rosa vermelha que recebeu da sua amada. De volta ao seu reino o inventor apresentou sua criação às autoridades que prepararam uma grande cerimônia para comemorar tão importante conquista. Ao receber a premiação o homem exibiu a rosa vermelha. O gesto chocou a todos e de um minuto para outro ele foi do céu ao inferno, sendo levado a uma penitenciária de segurança máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a tecnologia de transporte dominada um imenso contingente de soldados amarelos partiu para a conquista do reino vermelho. Mal sabiam eles que o reino azul estava fazendo a mesma coisa. Ou seja, o reino vermelho estava sendo simultaneamente atacado pelo reino amarelo e pelo reino azul. Cada grupamento desembarcou de um lado do reino vermelho armado até os dentes de pincéis e latas de tinta. O objetivo era mudar a cor de tudo que fosse encontrado pela frente. Os bravos soldados vermelhos resistiram heroicamente. Em meio a tantos jatos de tinta um fenômeno inusitado aconteceu, que foi a explosão de belíssimas outras cores desconhecidas dos presentes até então. Todos pararam e ficaram encantados com o que viram. Eles nunca poderiam imaginar as possibilidades tão maravilhosas derivadas do trabalho conjunto dos três reinos. Em vez de passar a vida inteira presos numa vida monocromática, eles agora poderiam interagir e trocar experiências para conferir mais alegria e enriquecimento às suas atividades diárias. Desse dia em diante os reinos passaram a ser multicoloridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa história, que fez sucesso na forma de um vídeo mostra como as pessoas tendem a se fechar em grupos herméticos. Nas empresas, formam os famosos setores estanque onde se desenvolvem rivalidades e até hostilidades entre membros de grupos concorrentes. A comunicação entre membros rivais é protocolar e há sempre um ou outro incentivando o isolamento. Cada grupo faz um imenso esforço para ser mais importante que o outro. Nessa briga, muitas armas são usadas e cada conquista é comemorada, gerando ciúmes e revoltas nos demais. A rivalidade mais comum acontece entre o pessoal da administração e o da produção. Geralmente, os funcionários da administração são os queridinhos da diretoria e os empregados da produção ficam meio que esquecidos em galpões imensos, quentes e barulhentos. Lembra até aqueles filmes sombrios com pessoas vestidas de trapos escavando minério em cavernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do seu posto de trabalho numa linha de produção o operário levanta o olhar e percebe em uma janela ao longe que está havendo uma festinha de aniversário da secretária do chefe – uma cena recorrente. Ele vê pessoas sorrindo em uma sala aconchegante. Elas estão se regalando com salgadinhos, tortas e refrigerantes. De repente seu supervisor dá um grito e manda se concentrar no serviço. Com a atenção de volta ao seu trabalho ele reflete sobre sua condição de cidadão de segunda classe, que nunca terá o mesmo tratamento do pessoal da administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rivalidade entre setores só enfraquece a empresa e de alguma forma ou em algum momento todos serão prejudicados. Mal sabem das infinitas possibilidades de crescimento profissional e das melhorias ao ambiente de trabalho caso resolvessem se comportar como um único grande grupo, compartilhando experiências e cerrando fileiras numa batalha em prol do bem comum.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8363499676419865480?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8363499676419865480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/guerra-do-arco-iris.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8363499676419865480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8363499676419865480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/guerra-do-arco-iris.html' title='GUERRA DO ARCO-ÍRIS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-2364182771722144964</id><published>2009-08-06T15:26:00.008-05:00</published><updated>2011-07-24T10:59:23.974-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cidadania'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='insegurança'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinismo social'/><title type='text'>NÓS NUNCA SOBREVIVEREMOS</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado ERRONEAMENTE no Jornal do Commercio em 06/08/2009 – Manaus/AM - Pag. A3 conforme link &lt;a href="http://www.artigo21errado.rg3.net/"&gt;www.artigo21errado.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado CORRETAMENTE no Jornal do Commercio em 07/08/2009 – Manaus/AM - Pag. A3 conforme link &lt;a href="http://www.artigo21.rg3.net/"&gt;www.artigo21.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;O cantor inglês Seal diz em uma de suas canções: “We're never gonna survive, unless we get a little crazy”. Está impregnada na alma do homem comum a noção muito clara do que ele deve e do que não deve fazer. Ou seja, quais ações são lesivas às outras pessoas e quais providências são necessárias para defender sua vida, sua família e suas posses. Não é necessário passar cinco anos numa faculdade de Direito para saber disso. No filme O Patriota, Mel Gibson mostra os extremos que um homem chega quando sua família é violentamente atacada. O que se segue é uma sequência de atrocidades e banhos de sangue - cenas chocantes que não condizem com o nosso modelo tradicional de civilidade. Só que no final o pai violentado ficou de alma lavada por ter feito o que sua natureza ardorosamente clamava. A suprema corte dos Estados Unidos da América reforçou o direito constitucional do cidadão americano de possuir uma arma. Lá, o direto à defesa da família e da propriedade é sagrado e que ninguém se atreva brincar com essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente pergunta para a vendedora se tem gravata ao que ela responde que sim, tem. Mas está faltando. Ou seja, não tem. O homem comum do nosso meio social não pode protagonizar atitudes semelhantes ao do personagem do Mel Gibson. Ninguém pode sair por aí fazendo justiça com as próprias mãos, visto que isso inviabilizaria a nossa estrutura social tal qual fomos moldados segundo seu conjunto de valores. Em vários momentos históricos e em várias culturas os valores sociais eram ou são pautados por práticas abomináveis, como por exemplo, a escravidão, o açoitamento em praça pública, a santa inquisição, o código draconiano etc. Os integrantes de tais culturas acabam convivendo com as práticas, mesmo que alguns discordem. Só muitas gerações à frente é que é avaliada a extensão das abominações cometidas. Nesse caso, o que será que o nosso tão avançado momento social está fazendo de tão terrível que somente os netos dos nossos netos dos nossos netos ficarão horrorizados? Será que o nosso fictício sistema judicial estará incluído em uma futura lista de horrores?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi arrancado do homem o seu natural direito de se defender ou de reagir às agressões advindas do seu semelhante, mas, na prática, nada foi colocado no seu lugar. Foi colocado no seu lugar um conceito, uma efêmera idéia, somente. Pelo menos para nós, brasileiros. Em alguns países o cidadão vive com a percepção de que o crime precede o castigo; ele confia na justiça e o criminoso sabe que vai ser punido. Nesse caso, o cidadão vive sob o conforto da lei. Aqui, a coisa é bem diferente. As pessoas rezam para que nunca venham a precisar da justiça, considerando-se que ela só funciona terrivelmente ruim para uma camada privilegiada; para os pobres, inexiste. Para os muito ricos e poderosos, esses tem suas próprias formas de fazer a justiça funcionar. O homem já com certa idade vê na televisão o assaltante que matou seu filho e sabe que o dito cujo está preso na 11DP. Ele vai lá com a intenção de encontrar um jeito de matar o bandido, mesmo que isso arruíne mais ainda a sua vida. Esse homem é absolutamente descrente de que o bandido ficará preso por muito tempo. Ele não está nem aí, só que aliviar um pouco a sua dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão é que existe um velado sistema paralelo, uma espécie de rota alternativa. Aqueles que tentam se apegar fortemente aos valores formais são consumidos, injustiçados e massacrados pelo sistema oficial. Tem justiça, mas só no texto da lei, nas suntuosas instalações dos imponentes tribunais, nos rios de dinheiro que inunda o bolso dos mais espertos, nos discursos de falta de estrutura. Ou seja, não tem. O cidadão é obrigado a se conformar com as desculpas já tão esfarrapadas da ineficiência do estado de direito. Ele então é forçado a engolir seco tudo quanto é desaforo e na sua garganta é empurrada uma bucha até o estômago. O resultado é que todas essas coisas ficam fermentando na sua alma e produzindo terríveis amarguras. Esse homem é assaltado, é agredido, é mutilado e quando procura uma delegacia ou um defensor público ele é submetido a um longo e doloroso processo burocrático que o levará a esperar décadas até que nada aconteça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele homem que foi até a delegacia com a intenção de matar o assassino do seu filho sofrerá muito menos por absolutamente não confiar no sistema. Daí, que racionalizar tantas e tantas deformidades sociais sem perder de vez a sanidade é muito difícil. Seal tem razão. “Nós nunca sobreviveremos a não ser que fiquemos um pouco loucos”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-2364182771722144964?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/2364182771722144964/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/nos-nunca-sobreviveremos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2364182771722144964'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/2364182771722144964'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/08/nos-nunca-sobreviveremos.html' title='NÓS NUNCA SOBREVIVEREMOS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8697892663467231591</id><published>2009-07-30T20:36:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T11:00:49.065-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>Artificialismos nas relações de trabalho</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#666666;"&gt;Site pessoal - www.reginaldo.cnt.br&lt;br /&gt;E-mail - reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 30/07/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo20.rg3.net/"&gt;www.artigo20.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Que estranhos fenômenos comportamentais se escondem nos subterrâneos da alma humana que faz com que tanta gente dedique sua vida ao estudo desse assunto, tentando decifrar mecanismos que leve à compreensão das ações e reações das pessoas. Apesar de tantos avanços científicos, várias circunstâncias teimam em surpreender os xamãs da psicologia. Parece que a natureza humana se recusa ser estudada e dissecada como um sapo de laboratório, impedindo que seus estudiosos sejam elevados a um estágio divino de consciência. Mesmo assim, muita gente se reveste do manto da presunção e toma para si a autoridade de avaliar pessoas através de métodos maniqueístas e reducionistas, como se a psique humana fosse polarizada entre bem e mal, verdadeiro ou falso; desconsiderando assim um matiz de infinitas possibilidades entre os extremos. A adoção de critérios objetivos de avaliação psicológica é comum em muitos ambientes organizacionais e nessa brincadeira muitas atrocidades são cometidas, muitas vidas destroçadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas gostam de ser tratadas como pessoa e não como objeto; principalmente, objeto de estudo ou de programas, ou de políticas, ou de qualquer forma de artificialismo. Lamentavelmente, a boa convivência nos sujeita a uma gama de preceitos onde passamos boa parte do tempo fingindo. Tal comportamento é mais acentuado nas empresas onde a palavra de ordem é autopreservação. Todos tentam se proteger das ações dos colegas e ao mesmo tempo respeitar o espaço do outro - tudo, em observância a um padrão de conduta estabelecido pela empresa. Os seja, as pessoas se relacionam seguindo rigorosamente o manual interno e as recomendações mencionadas nos vários treinamentos promovidos pela empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um funcionário cumprimenta seu colega de trabalho ou quando o chefe faz um belo elogio, o que vem à mente é a sensação de que o protocolo de comunicação prescrito em algum capítulo do manual interno de conduta está sendo obedecido. Ou seja, a formalidade foi cumprida e o ambiente está sob níveis aceitáveis de temperatura e pressão. O problema é que palavras politicamente corretas são contrariadas pelo olhar de desprezo e arrogância. O faxineiro sente na carne a corrosão da indiferença e o operário sabe que a função do seu supervisor é espremê-lo ao máximo. Tanto paradoxo nos faz pensar até que ponto a falta de naturalidade desumaniza a criatura humana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a tanta aridez e dissimulações, a sinceridade torna-se uma rara virtude. Aquele que consegue cumprir o manual e voltar todos os dias para casa com sua alma incólume se transforma em potencial líder e fonte de apoio e proteção. Os líderes formais têm suas ações potencializadas quando aplicam as determinações do manual respeitando verdadeiramente a dignidade das pessoas. Ninguém é tolo o suficiente para não perceber a malícia enfronhada nos sofismas das palavras e nos gestos ensaiados, visto que nossos sentidos nunca nos enganam. O que nos engana são nossos julgamentos, interesses e conveniências. Portanto, manual nenhum é capaz de suscitar no colaborador o entusiasmo necessário ao empreendimento de grandes esforços, aquela chama tão cobiçada pelos gerenciadores dos mais diversos tipos de organizações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns podem dizer que dinheiro é o grande e talvez único motivador, mas isso não é verdade. As pessoas são capazes de imensos sacrifícios em prol de uma causa quando são arrebatadas pelo líder carismático, firme, competente e leal. E ainda se sentem extremamente gratificadas quando participam de uma notável construção onde sabem que a obra final terá a sua marca. As pessoas gostam de ser desafiadas e fazem de tudo para mostrar que são capazes quando alguém aposta nas suas potencialidades. Por tudo isso, tanto o bolso como a auto-estima precisam ser alimentados. De formas criativas, as empresas precisam encontrar caminhos que possibilitem a liberação da grande energia produtiva dos seus colaboradores, sem esquecer que a dignidade humana é prioridade máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o formalismo é necessário à manutenção da ordem e não é possível fazer todos se amarem uns aos outros, é preciso ao menos investir em um rigoroso conjunto de princípios éticos, além de políticas de transparência das ações da empresa. Igualmente importante é a abertura de canais de comunicação a todos os colaboradores, além da disseminação da idéia de que todas as atividades devem ser valorizadas, independente da posição de cada empregado no organograma. Portanto, repensar o papel da liderança e conciliar valores humanos com a realidade mercadológica é uma árdua, porém necessária tarefa dos grandes líderes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8697892663467231591?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8697892663467231591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/artificialismos-nas-relacoes-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8697892663467231591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8697892663467231591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/artificialismos-nas-relacoes-de.html' title='Artificialismos nas relações de trabalho'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5743540130656811855</id><published>2009-07-23T12:47:00.004-05:00</published><updated>2011-07-24T11:02:55.947-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>Qual é mesmo o papel do contador?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 23/07/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo19.rg3.net/"&gt;www.artigo19.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O tradicional conceito diz que contabilidade é a ciência com metodologia especialmente concebida para cumprir as funções de registro, controle e interpretação dos fenômenos que afetam o patrimônio das organizações. Ou seja, cabe ao contador interpretar os eventos patrimoniais, efetuar os registros, analisá-los e preparar uma série de relatórios que demonstrem o desempenho das organizações num período específico. Essa prática artesanal perdurou por muitas gerações de contadores onde os mesmos eram tidos como alquimistas dos números – aqueles que tinham o poder de transformar prejuízo em lucro, e vice-versa. Livros mágicos e formulações incompreensíveis guardavam operações mirabolantes convertendo o seu artífice em um poço de segredos inconfessáveis. Assim, o sacerdote das organizações reinou impávido sob o guarda-chuva tecnicista por muitos e muitos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revolução das relações comerciais e da tecnologia elevou as operações de muitas empresas a um grau altíssimo de complexidade. E nesse contexto não coube mais o emérito e empoeirado contador com sua viseira e seus livrões medievais. Nesse cenário a informação foi desembargada e a contabilidade saiu das sombras juntamente com o contador. Os processos operacionais passaram a ser evidenciados com clareza e a metodologia contábil virou objeto de intensa discussão por parte de uma gama de entidades ao redor do mundo. A ciência do registro passou a ser a ciência do esclarecimento e o administrador deixou de ser o agente passivo, passando a contribuir sobremaneira no aprimoramento do pensamento contábil. Por sua vez, o contador incorporou atribuições de um gestor de alto nível de responsabilidade e competência técnica, abraçando outras áreas do conhecimento, como administração, economia, tecnologia da informação etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os avanços exponenciais da tecnologia da informação impactaram violentamente a prática contábil. Primeiramente, o contador foi poupado do esforço estafante de calcular blocos e mais blocos de arranjos numéricos, mas ainda assim continuou classificando e inserindo os dados manualmente no computador. Em seguida, estruturas flexíveis permitiram a modelagem de leiautes e relatórios, além de mecanismos voltados para mitigação de erros. A alimentação do sistema continuava manual, sendo que a análise passou a ganhar uma importância maior devido à alta plasticidade da informação, que nas mãos do contador passou a ser modelada de acordo com a conveniência do momento. O passo seguinte foi a popularização dos fenomenais sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) com seu ousado propósito de automatização total de todos os processos organizacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na maratona contábil os sistemas de gestão ERP cruzaram a linha de chegada, mas a maioria esmagadora de contadores ainda está correndo contra o tempo e muitos ficaram pelo caminho. Essa nova realidade põe em cheque o modelo tradicional de contabilidade. A engenharia da informação alcançou o mais alto posto que uma atividade de assessoria à gestão poderia alcançar. Agora, a área de TI só está subordinada ao mais alto executivo de uma organização. Os administradores de TI não estão capacitados para gerenciar a informação e os contadores não são preparados para utilizar os modernos instrumentos da tecnologia da informação. Entra em cena o controller, que mesmo sendo um super contador continua posicionado no organograma abaixo do administrador de TI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa que consiga atingir níveis extremos de automatização dos seus processos de forma que sejam dispensadas até a atividade de análise das informações produzidas nas suas diversas áreas, pode questionar o seguinte: Qual é mesmo o papel do nosso contador? Pode até ser que não exista uma situação tão extremada, mas é fato que departamentos inteiros foram devastados pelo furacão ERP. Há casos de empresas com várias mesas vazias e salas onde funcionavam departamentos administrativos sendo usadas como depósito. Mesmo assim ainda existem empresas de grande expressão regional e nacional apinhadas de funcionários burocráticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento em que o contador não precisar mais registrar nem analisar lançamentos contábeis, ele terá a chance de recuperar os dons sagrados perdidos lá atrás. Será preciso repensar profundamente suas atribuições e competências. Será que contador e administrador se transformarão em uma única pessoa? &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5743540130656811855?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5743540130656811855/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/qual-e-mesmo-o-papel-do-contador.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5743540130656811855'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5743540130656811855'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/qual-e-mesmo-o-papel-do-contador.html' title='Qual é mesmo o papel do contador?'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4910704998024938249</id><published>2009-07-16T11:23:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T14:58:22.613-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>GESTÃO CENTRADA NA INFORMAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 16/07/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo18.rg3.net/"&gt;www.artigo18.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Alfred Sloan, considerado pela Economist como o mais original executivo do século XX, afirmou que sem informação confiável é impossível pôr em prática uma política sólida de gestão. Disse ainda que diante de um cenário de mudanças é fundamental administrar com a força dos fatos. Isso significa que o modo como a informação é reunida, administrada e estrategicamente utilizada, determina quem vence e quem perde no jogo dos negócios. Interessante, é que a tão necessária informação que não aparece no momento oportuno está em algum lugar da empresa; está escondida em alguma planilha, relatório, formulário, banco de dados etc. O problema reside na falta de gerenciamento adequado dos processos internos de modo que as demandas específicas de diversas pessoas na empresa sejam atendidas. Resumindo, a informação existe, mas não é acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bom sistema de informação deve tornar a empresa sensível aos humores do mercado e às mais diversas ações de agentes externos e internos, o que se traduz em respostas rápidas e na medida certa. Trabalhar a informação é um exercício que pode levar ao desenvolvimento dos mais variados modelos de análise de desempenho de um negócio. Para isso, é preciso estar atento aos sinais e submeter os procedimentos a reavaliações periódicas. Também, é importante capitalizar o máximo de idéias brotadas nas cabeças dos funcionários, visto que são eles que estão em contato mais direto com os processos e com os clientes. O conjunto dessas ações produz o conhecimento essencial à manutenção das operações da empresa e sustentação dos projetos de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos administradores reclamam que grandes volumes de recursos investidos em tecnologia da informação não são traduzidos em ganho de desempenho operacional. Talvez isso aconteça devido ao fato da informatização apenas automatizar processos ultrapassados e ineficientes. Ou seja, computadores e softwares caros por si só não fazem milagres administrativos. O restante dos ingredientes passa pelo investimento no capital humano e desenvolvimento de modelos de gestão que melhorem o funcionamento da empresa e obtenham pleno proveito das habilidades dos funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto-chave está na integração de processos e em políticas de combate contra a dispersão de dados na organização. É preciso ir atrás de tudo quanto é planilha, formulário, softwares paralelos etc.; e estudar meios de integrá-los ao sistema principal. As planilhas devem ser usadas apenas para melhorar apresentações de relatórios. Caso seu uso seja inevitável para produzir algum tipo de informação inexistente no sistema ERP (Enterprise Resource Planning), as mesmas devem ser mapeadas dentro de uma política de gerenciamento da informação. Quanto mais dados são disponibilizados aos membros da empresa, maior possibilidade de melhoria da qualidade da informação. A centralização da informação resulta na constituição de um grande banco de dados, onde infinitas possibilidades de arranjos de números podem produzir o relatório que a imaginação mandar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda se observa em muitas organizações o grande problema de um rico banco de dados contrapor-se com dificuldades imensas de disponibilidade de relatórios. Em tais ambientes surgem demandas e mais demandas de relatórios específicos para determinados tipos de análise enquanto o sistema impossibilita o usuário comum de produzir o relatório desejado. O desenvolvimento dos relatórios fica nas mãos de um determinado funcionário ou um prestador de serviço que pouco aparece na empresa. Ou pior, as solicitações são feitas por E-mail a uma pessoa que está a milhares de quilômetros. Às vezes, dá um desespero no usuário quando ele se confronta com tamanhas dificuldades - é quase uma perversão do fornecedor do sistema ERP. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;É preciso então desatar todas as amarras que impedem o desenvolvimento de uma política eficiente de produção e utilização da informação. É necessário combater com muita determinação os atravancadores da produtividade. Muitas vezes, é mais barato ir atrás da solução lá na sede do fornecedor do software do que ficar batendo cabeça com o prestador de serviço local. Um sistema ERP confere imenso poder ao seu domador e por isso vale a pena qualquer sacrifício para adestrá-lo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4910704998024938249?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4910704998024938249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/gestao-centrada-na-informacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4910704998024938249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4910704998024938249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/gestao-centrada-na-informacao.html' title='GESTÃO CENTRADA NA INFORMAÇÃO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-6841385501015925167</id><published>2009-07-09T12:47:00.005-05:00</published><updated>2011-07-13T11:20:15.943-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>USO ESTRATÉGICO DA CONTABILIDADE</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 09/07/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo17.rg3.net/"&gt;www.artigo17.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Assim como o médico utiliza exames de laboratório para complementar ou confirmar observações de um determinado paciente e, por conseguinte prescrever o tratamento adequado, o administrador também necessita de relatórios acerca do estado de saúde da sua empresa para tomar medidas adequadas que leve a solução de problemas, melhoria de desempenho ou aproveitamento de oportunidades. No caso do médico, dificilmente haverá dúvidas quanto à veracidade das informações fornecidas pelo laboratório. Ou seja, sua posição é bem confortável em comparação ao administrador que muitas vezes é obrigado a trabalhar com dados inconfiáveis - aliás, esse é o grande drama dos capitaneadores de organizações econômicas. É fato recorrente e motivo de tormento de dirigentes dos mais diversos tipos de entidade a busca incessante pelo desenvolvimento de estruturas de controle interno eficientes e funcionais. Muito dinheiro é investido e muita paciência é consumida pelo estresse sem que resultados satisfatórios sejam alcançados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma ferramenta de gestão extremamente eficiente e conhecida de todos, mas pouco utilizada é a contabilidade. Talvez o motivo dessa reduzida utilização seja a imagem distorcida que se formou na cabeça das pessoas sobre tal ferramenta. O contador é tido por muitos como um profissional que tem como principal função fabricar balanços que atendam às expectativas de redução de encargos tributários. Ou seja, assuntos contábeis e tributários são vistos como sinônimos um do outro. Mal sabem os desavisados que esse caráter fiscalista é consequência de um desvirtuamento desse maravilhoso instrumento gerencial. Ocorre também o fato de um ou outro administrador até compreender as potencialidades da contabilidade, mas por algum motivo particular temer que o seu banco de dados venha cair em mãos erradas e que agentes externos fiquem sabendo de todas as suas operações. A questão é que tudo tem um preço e cabe ao gestor decidir o que é mais vantajoso, se o obscurantismo ou a transparência. O obscurantismo pode camuflar as operações da empresa e facilitar a manipulação de relatórios, mas também pode fragilizar o controle interno deixando largas margens para ações escusas de um ou outro integrante do seu quadro funcional. Pode também impedir o gestor de saber o real estado de saúde da organização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A transparência cria uma série de obstáculos para as ações de pessoas de má índole e desanuvia o ambiente, fornecendo ao administrador uma visão panorâmica dos processos internos. Dessa forma, os efeitos das decisões podem ser estimados com uma confortável margem de acerto. De novo, o preço dessa segurança é a honestidade com que a alta administração deve pautar suas ações - honestidade para com seus colaboradores, fornecedores, clientes, órgãos reguladores etc. Discursos dúbios e moral relativa tornam-se elementos descabidos nesse novo ambiente. A opção pela clareza dos processos e fluidez das informações é um passo essencial na utilização da contabilidade como instrumento gerencial de alta performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É recomendável que o administrador conheça bem os fundamentos contábeis, tais como a dinâmica da estrutura patrimonial e seus fluxos de informações. É importante também conhecer o mecanismo de funcionamento da contabilidade dentro de um sistema integrado de gestão ERP (Enterprise Resource Planning). O administrador normalmente encontra aplicações mais práticas quando utiliza a ferramenta contabilidade e sua natureza questionadora contribui para o enriquecimento dessa maravilhosa ciência. Daí, a importância do trabalho conjunto de administradores e contadores. Juntos, podem ir muito longe; podem desenvolver modelos administrativos eficientes, eficazes e efetivos. Quem tem a felicidade de chegar a esse estágio evolutivo de controle interno fica surpreso e maravilhado com as inesgotáveis possibilidades de eficiência gerencial.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Soluções existem e estão ao alcance da mão. Profissionais qualificados disponibilizam seus serviços aos interessados. Resta então fazer acontecer; refletir sobre a atual realidade do negócio, decidir sobre qual direção conduzir a empresa, avaliar suas potencialidades, reconhecer suas fragilidades etc. Enfim, raciocinar estrategicamente.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-6841385501015925167?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/6841385501015925167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/uso-estrategico-da-contabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6841385501015925167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/6841385501015925167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/uso-estrategico-da-contabilidade.html' title='USO ESTRATÉGICO DA CONTABILIDADE'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-537893733287230293</id><published>2009-07-02T15:27:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T14:59:32.019-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diagnóstico organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 02/07/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo16.rg3.net/"&gt;www.artigo16.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;“Quando eu era menino, falava como menino, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;sentia como menino, pensava como menino; &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;quando cheguei a ser homem, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;em&gt;desisti das coisas próprias de menino”&lt;br /&gt;(I Co. 13: 11)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As organizações evoluem na forma de ciclos, que se iniciam, se desenvolvem e se esgotam. Um negócio que começa pequeno adquire características próprias de um pequeno negócio, tais como métodos extremamente simplificados de gestão, comportamentos viciosos e alto grau de informalidade. Quando a estrutura da empresa ganha musculatura suficiente para se transformar numa robusta organização econômica, é percebida em um determinado momento a necessidade de remodelar seus métodos de trabalho. Seria algo semelhante a um renascimento, onde as práticas daquela empresa que ficou lá no passado já não se aplicam à nova realidade. A falta de aplicação de medidas administrativas que respondam às crescentes demandas de controle e organização resulta em uma estrutura deformada e ineficiente. É como um prédio cujas fundações suportam um número limitado de andares – para acrescentar mais pavimentos seria necessário reforçar as fundações para o edifício não ruir. Ou então construir um novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão central reside na forma de condução e em que momento dar início ao processo de mudança. A empresa pode lançar mão dos serviços de uma consultoria especializada que facilitaria a transição para um modelo adequado de gestão. Uma ferramenta muito utilizada é o Diagnóstico Organizacional, cuja finalidade é traduzir a realidade operacional da instituição na forma de um relatório, o qual serve de base para adoção de providências administrativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trabalho é iniciado pela formulação das hipóteses dos problemas, onde são capturadas as impressões de diversos membros da organização e analisada uma série de fatores e problemas derivados de forças desestabilizadoras internas e externas. Em seguida os dados são organizados e dispostos na forma de um desenho panorâmico que permite uma visão sistêmica da organização. Assim, os desvios são identificados. O passo seguinte é a análise das causas de tais desvios onde diferentes informações e experiências são comparadas. E finalmente o próprio Diagnóstico Organizacional, o qual deverá conter bases para confirmação ou refutação das hipóteses. Além disso, tal relatório fornece o mapa do terreno, indicando assim a melhor forma de construir a nova estrutura organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adentrar nas camadas mais profundas de uma empresa é um exercício de descobertas surpreendentes. De forma geral as empresas de médio porte para cima possuem estruturas operacionais e administrativas que nenhum dos seus integrantes conhece inteiramente - é como a história dos cegos apalpando o elefante. Os processos geridos internamente chegam ao ponto de adquirir características de uma entidade mística; em alguns ambientes lembra mais um monstro que devora a eficiência operacional e a saúde dos funcionários. Domar essa criatura abstrata é um desafio que deve ser enfrentado com coragem e determinação por todas as pessoas, em especial pela diretoria. Os resultados advindos do Diagnóstico Organizacional poderão ser de fundamental importância para o gestor estabelecer um amplo programa de profissionalização da sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional responsável pela elaboração do diagnóstico transpassará todas as áreas e processos da empresa, ou pelo menos os mais críticos. Em visita a cada departamento, ele fará uma série de interpelações a fim de obter subsídios necessários à compreensão do funcionamento de um setor e suas interações com as demais áreas da organização. Aliás, é justamente nesses pontos de vinculação que o trabalho do consultor é mais importante, porque são eles que permitirão a montagem do quebra-cabeça organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trabalho bem conduzido pode trazer à tona não somente um grande volume de disfunções como também dissipar o nevoeiro que impede a empresa de vislumbrar novas e proveitosas oportunidades de negócios. Como disse Peter Drucker, criador do management moderno “Os resultados são obtidos pelo aproveitamento das oportunidades e não pela solução de problemas. Os recursos precisam ser destinados às oportunidades e não aos problemas”. Ou seja, uma quantidade imensa de energia despendida diariamente em problemas operacionais poderia está sendo aplicada em algo muito mais proveitoso para a empresa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-537893733287230293?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/537893733287230293/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/diagnostico-organizacional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/537893733287230293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/537893733287230293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/07/diagnostico-organizacional.html' title='DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8541800540321637751</id><published>2009-06-25T09:53:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T15:00:47.809-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='postura profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><title type='text'>POSTURA PROFISSIONAL</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 25/06/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo15.rg3.net/"&gt;www.artigo15.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Certa vez, em um processo de seleção de uma grande empresa de auditoria, um grupo de jovens candidatos aguardava o inicio do processo em um auditório. Quando o responsável pela condução dos trabalhos adentrou no ambiente, de imediato observou uma série de aspectos comportamentais das pessoas na platéia e dispensou sumariamente vários dos presentes. A justificativa era que os dispensados não tinham postura adequada ao padrão da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um outro processo de seleção para o cargo de diretor de uma multinacional, o candidato chegou na hora marcada, se apresentou a recepcionista onde lhe foi solicitado que aguardasse alguns minutos para ser atendido. Enquanto isso os entrevistadores observavam todos os detalhes através de um circuito interno de TV, tais como o tratamento dispensado às pessoas, o tom de voz, grau de ansiedade e o comportamento de forma geral. O objetivo era capturar impressões espontâneas, visto que o candidato poderia ser um bom ator e representar o papel de um excelente candidato perante os entrevistadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há casos de headhunters que convidam o candidato a um cargo executivo para almoçar, ocasião em que é observada a forma como o garçom é tratado, que itens do cardápio são escolhidos, se bebidas alcoólicas são consumidas; se o candidato fuma, como usa os talheres, sua linguagem, expressões etc. Enfim, e novamente, o ambiente descontraído é aproveitado para observações que vão além das formalidades. Existem situações em que o entrevistado é convidado para dar um passeio onde conversas formais e informais vão se misturando na medida em que entrevistado e entrevistador apreciam a paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas situações retratam bem o quanto pesa a postura profissional em face de uma série de critérios de avaliação utilizados em processos seletivos. Destaca-se aqui que a adoção de uma postura profissional exemplar não é privilégio de executivos ou membros de grandes consultorias. Qualquer empresa, principalmente prestadores de serviços podem e devem ter funcionários de todos os níveis que adotem comportamentos e posturas merecedoras de admiração e respeito. A questão é a seguinte: Por que funcionários de um escritório de contabilidade ou de um restaurante não podem merecer o mesmo respeito que um outro de uma auditoria internacional ou de um grande escritório de advocacia? Por que normas de conduta profissional adotadas em um não podem se estender ao outro? Por que eu não posso ser tão bom quanto o outro se tudo é uma questão somente de atitude, de querer fazer bem feito? Por quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É provável que uma pessoa acometida de alguns desvios de comportamento em um determinado ambiente organizacional possa se enquadrar perfeitamente em um outro com sólidos códigos de ética e conduta profissional estabelecidos, o que nos leva a deduzir, apesar do clichê, que o ambiente faz o profissional. Mudemos então o ambiente em vez de mudar as pessoas. A empresa pode desencadear um processo de profissionalização baseado no respeito, na ética, na disciplina e na confiança. Sabemos nós que o grande responsável pela degeneração ética de um ambiente organizacional é o mau exemplo vindo do topo. E, obviamente, o compromisso de mudar deve partir também da alta administração. A coisa acontecendo lá em cima, aos poucos irá se irradiando para baixo. E é preciso ter paciência porque leva tempo até que todos acreditem na nova ordem estabelecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O profissional, individualmente, pode construir uma imagem baseada nas melhores práticas de conduta e aos poucos contaminar os demais ao seu redor. Para começar, é preciso rever o visual envolvendo trajes adequados, barba, cabelo, unhas, decote, perfume etc. Em seguida fazer uma autocrítica das atitudes no ambiente de trabalho, como por exemplo, uso da internet para assuntos pessoais, uso excessivo do telefone, barulho do toque do celular, lanches na mesa de trabalho, deixar cair restos de comida em gavetas que posteriormente atrairão pragas, conversas inadequadas, músicas no computador, vendas de rifas, brincadeiras com colegas, alto grau de informalidade, uso do ambiente da empresa para negócios particulares, uso de recursos da empresa para fins estranhos à mesma, e, principalmente, a mais grave de todas as falhas que é chegar atrasado ao trabalho ou aos compromissos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.sobragen.org.br/Palestras/Apostila%20etiqueta%20empresarial%20SOBRAGEN.pdf"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;CLIQUE AQUI PARA ACESSAR UM EXCELENTE GUIA DE POSTURA PROFISSIONAL E ETIQUETA EMPRESARIAL&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8541800540321637751?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8541800540321637751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/postura-profissional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8541800540321637751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8541800540321637751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/postura-profissional.html' title='POSTURA PROFISSIONAL'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7501319038052647463</id><published>2009-06-18T09:47:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T15:02:16.891-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SPED'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='SOX'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='XBRL'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IASB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>XBRL, a nova linguagem dos negócios</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 18/06/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo14.rg3.net/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;www.artigo14.rg3.net&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estamos vivendo uma época onde muita coisa está acontecendo ao mesmo tempo no universo dos controles empresariais e contábeis. As poderosas forças da globalização estão empurrando os países para a arena do comércio internacional e exigindo preparação cada vez maior dos membros partícipes. As regras são estabelecidas e quem não as cumprir estará em grande desvantagem frente às nações mais bem preparadas. Tal habilitação é fruto da prática de modelos administrativos aprovados por investidores internacionais, que priorizam a lisura da informação financeira. A busca pela uniformidade da informação tem mobilizado entidades reguladoras ao redor do mundo, as quais vêm se dedicando incansavelmente ao processo de convergência dos relatórios financeiros. O epicentro dessa agitação fica na capital britânica, mas precisamente no IASB (International Accounting Standards Board), entidade responsável pela modernização do pensamento contábil em nível mundial. O objetivo desse movimento é dar transparência aos processos empresariais através da utilização de mecanismos que evidenciem grau de risco e perspectivas consistentes de geração de caixa futuro, dentre outros fatores demandantes de análise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As políticas de governança corporativa são cada vez mais abastecidas de novos conceitos e novas tecnologias a fim de transmitir mensagens de confiabilidade ao mercado. A aprovação da Lei Sarbanes-Oxley nos Estados Unidos é um grande exemplo, assim como o processo de convergência dos relatórios financeiros ao redor do mundo. Paralelamente a esses acontecimentos, um outro grande fenômeno ganha escala. Trata-se da linguagem XBRL (eXtensible Business Reporting Language), a qual permite a comunicação sem erros entre vários softwares levando a integração de balanços. O contador americano Charles Hoffman é quem propôs o primeiro modelo da linguagem extensível de informações empresariais, que se tornou obrigatória para as 500 maiores empresas de capital aberto do seu país neste ano de 2009, sendo estendida para todas as empresas dos Estados Unidos em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o momento o Brasil só aderiu ao padrão internacional de convergência dos relatórios financeiros através da instituição da Lei n° 11.638/2007. As empresas brasileiras já estão com dificuldades de digerir uma mudança tão profunda nos seus métodos contábeis. Mudança essa, que aconteceu em pleno processo de implementação do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital). Mesmo assim, várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas pelo TECSI-FEA-USP, de onde se originou a primeira taxonomia brasileira. Também, algumas empresas nacionais que têm ADRs em Nova York, como Bradesco, Petrobrás e Itaú já adotaram a linguagem XBRL aos seus reportes financeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia XBRL é baseada no conceito da metalinguagem, recurso engenhoso onde as informações são dispostas de forma padronizada, através de “etiquetas” (labels) e a elas associadas, as quais são convertidas para outras linguagens através de um dicionário taxonômico, que possibilita a tradução para outros idiomas. Analogamente, funciona como o HTML, que permite a visualização de páginas em computadores ao redor do mundo com plataformas e configurações variadas. Cabe aqui a leve comparação com o plano de contas referencial do SPED. Em vista das peculiaridades contábeis, cada país deve constituir sua jurisdição, estruturar uma taxonomia e submetê-la a aprovação do consórcio XBRL international, organismo responsável pela unificação do formato XBRL.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A grande vantagem em relação aos tradicionais veículos eletrônicos de informações contábeis (PDF, DOC, XLS, HTML) reside na preservação da informação original. O usuário poderá elaborar uma variada gama de comparativos de balanços de forma dinâmica, ágil e precisa. E ainda de maneira interativa visto que o XBRL dispõe de um recurso semelhante ao sistema de divulgação de notícias RSS, o que promete revolucionar o trabalho das auditorias. Essa linguagem será de grande valia para investidores, órgãos reguladores, governos e demais agentes econômicos. Mais um desafio para contadores e administradores.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7501319038052647463?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7501319038052647463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/xbrl-nova-linguagem-dos-negocios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7501319038052647463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7501319038052647463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/xbrl-nova-linguagem-dos-negocios.html' title='XBRL, a nova linguagem dos negócios'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8733511527123197027</id><published>2009-06-11T08:29:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T15:02:52.765-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IASB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='impairment'/><title type='text'>RECUPERABILIDADE DE ATIVOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#333333;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 11/06/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo13.rg3.net/"&gt;www.artigo13.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A Lei n° 11.638/2007 provocou impactos imediatos no nosso sistema contábil e vem provocando impactos contínuos até chegarmos ao ponto de convergência com as normas internacionais de contabilidade. Para isso, será necessária uma mudança integrada (embedding) envolvendo processos, sistemas, negócios, pessoas, tecnologias etc. Uma das disposições da lei supra mencionada de maior complexidade de operacionalização é a Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Os testes de “impairment”, originados do pronunciamento IAS 36, do International Accounting Standards Board (IASB), estão previstos no Pronunciamento Técnico CPC-01, o qual foi ratificado pela Comissão de Valores Mobiliários (Deliberação CVM n° 527/2007); também, pelo Conselho Monetário Nacional (Resolução CMN n° 3.566/2008) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (Resolução CFC n° 1.110/2007).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Toda organização econômica, principalmente as de cunho industrial, gera riqueza a partir da utilização de uma estrutura física por parte do seu quadro de recursos humanos. Plantas industriais em funcionamento são resultantes do investimento de grandes volumes de recursos financeiros e existem para produzir uma riqueza que posteriormente é distribuída a determinados beneficiários. Zelar por essa estrutura para que ela se mantenha produtiva por muitos anos é uma tarefa no mínimo óbvia. Desenvolver mecanismos eficientes de controle sobre esse patrimônio, também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prática atualmente proibida pela Lei n° 11.638/2007 e que foi amplamente utilizada por muitos anos é a Reavaliação Espontânea do Ativo Imobilizado, cujo objetivo era trazer parte relevante dos ativos de uma empresa ao valor de mercado - valor esse que havia sido distorcido pelos anacrônicos critérios fiscalistas de depreciação. Agora, os ativos são avaliados segundo critérios desenvolvidos pelo IASB (International Accounting Standards Board) através do pronunciamento IAS 36, onde os valores deixam de ser mantidos com base no custo histórico e passam a ser contabilizados com base nos benefícios econômicos futuros prováveis. É o teste de “impairment” que permite identificar se o valor líquido contábil de um ativo não é superior ao seu valor recuperável. O valor recuperável é o maior entre o valor líquido de venda e o valor em uso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A empresa deverá fazer um estudo com a finalidade de identificar um ativo ou grupos de ativos capazes de gerar entradas de caixa representativos e independentes de outros ativos ou grupos de ativos. Esse levantamento identificará as unidades geradoras de caixa (cash-generating unit). Quando um ativo por si só não tiver a função de gerar entradas de caixa, ele será agregado a grupos que tenham essa característica. O mesmo estudo contemplará o valor de mercado de um ativo, líquido dos custos correspondentes, em uma data futura e condições normais de mercado, no contexto do planejamento da empresa em descontinuar o seu uso. Dessa forma será identificado o valor futuro de venda do ativo. Os ajustes dos valores dos ativos terão contrapartida a conta de Ajustes de Avaliação Patrimonial (AAP), no grupo Patrimônio Líquido. Assim, os registros contábeis evidenciarão os valores dos ativos dentro de uma realidade econômica e mercadológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vários fatores concorrem para a determinação da vida útil econômica de um ativo, tais como decrepitude, obsolescência tecnológica, manutenção inadequada, conjuntura mercadológica etc. Cabe a direção da empresa, orientada pelo seu contador, buscar soluções ao enquadramento dessa nova realidade contábil. Por exemplo, definir valor em uso é um processo que envolve um alto nível de julgamento profissional por abranger estimativas de fluxo de caixa futuro para cada unidade geradora de caixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resta dúvida que o conjunto de procedimentos referente a Recuperabilidade de Ativos é de uma complexidade tamanha e dificilmente uma empresa terá em seus quadros profissionais preparados para conduzir tal processo com a qualidade técnica necessária. Existem profissionais na nossa cidade com experiência no assunto de reavaliação patrimonial, com destaque para uma empresa que há mais de dez anos vem desenvolvendo expertise técnica que resultou em contratos com grandes indústrias do PIM.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8733511527123197027?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8733511527123197027/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/recuperabilidade-de-ativos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8733511527123197027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8733511527123197027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/recuperabilidade-de-ativos.html' title='RECUPERABILIDADE DE ATIVOS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-141538055308912886</id><published>2009-06-04T16:49:00.009-05:00</published><updated>2011-07-24T15:03:22.600-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IASB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><title type='text'>Desafios do novo modelo contábil</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 04/06/2009 – Manaus/AM - Pag. A&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo12.rg3.net/"&gt;www.artigo12.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Os procedimentos de adequação ao novo modelo contábil para fins de atendimento das disposições contidas na Lei n° 11.638/2007 são revestidos de grande complexidade e os desdobramentos derivados a partir do denso texto dessa lei têm se multiplicado em escala exponencial. O fato é que um grande volume de estudos e metodologias que estavam represados no âmbito de atuação do IASB foi, de uma hora para a outra, despejado no cotidiano empresarial brasileiro. O rompimento da barragem arrasou o nosso descontextualizado sistema contábil, deixando incautos contadores desorientados até agora. Não é por acaso que muitos profissionais estão enfrentando verdadeiras maratonas de seminários, palestras etc., para digerir tão profundas mudanças e se debruçando sobre uma gama de estudos voltados para a dimensão financeira da contabilidade. A capacidade de geração de caixa é agora mais importante que o enigmático lucro líquido do exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está em curso um fenômeno cognitivo onde experiências são compartilhadas por diversos profissionais das áreas contábil e administrativa – uma sinergia de esforços empenhada em dar forma e esclarecimento a uma estrutura contábil alinhada com o modelo proposto pelo IASB. Quem vem dando contribuição significativa nesse ambiente de transformação são as empresas de auditoria. São elas que estão recomendando a conversão total aos padrões IFRS, mesmo para empresas enquadradas em algum tipo de limitação legal. Ainda assim, há casos em que algumas auditorias não exigiram AVP nem AAP, mas solicitaram DVA de sociedade limitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que as empresas de auditoria estão encontrando contadores despreparados e tendo pouco tempo para trabalhar grandes volumes de dados, com o agravante de encontrar pela frente estruturas contábeis desorganizadas. Aliás, organização é a palavra-chave que sintetiza a infra-estrutura capaz de viabilizar uma série de processos necessários à adequação ao novo padrão legal. Dificuldades de esclarecimentos de operações econômicas e financeiras, agravadas pela desorganização de documentação suporte podem tornar o processo muito doloroso além de comprometer a imagem da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte simples do processo de conversão se refere à estrutura do plano de contas. Os Ativos são agora classificados em Circulante e não Circulante. O Ativo não Circulante é composto pelos grupos Realizável a Longo Prazo, Investimentos, Imobilizado e Intangível. O grupo Diferido foi eliminado pela MP 449/2008, sendo que seus saldos poderão ser descarregados como despesas do exercício ou reclassificados para o Ativo Intangível. Da mesma forma, o Passivo passa a ser classificado em Circulante e não Circulante. Não existe mais a conta Resultados de Exercícios Futuros. O grupo do Patrimônio Líquido ganha a conta Ajustes de Avaliação Patrimonial e perde a conta Lucros Acumulados. A conta Reserva de Reavaliação foi também eliminada e o seu saldo poderá ser baixado para despesas ou mantido de acordo com o resultado do teste de recuperabilidade “impairment”. Foram extintas as contas de Receitas e Despesas Não-Operacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte trabalhosa diz respeito à elaboração dos Demonstrativos de Fluxo de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA), sendo a primeira obrigatória para empresas com PL acima de dois milhões de reais e a segunda, para empresas de capital aberto. Outra atividade que requer muita atenção são os cálculos de Ajuste a Valor Presente (AVP) que deverão ser aplicados a determinados direitos e obrigações de longo prazo, e de curto prazo quando houver relevância. Mais trabalhoso ainda é a análise de recuperação dos ativos cujos resultados irão para a conta Ajustes de Avaliação Patrimonial (AAP). Prevalece aqui o conceito de vida útil econômica de um bem em substituição ao tosco método de índices fixos de depreciação. Ou seja, capacidade de geração de riqueza determinada por mudança de tecnologia, influência de órgãos reguladores, modificação na estratégia do negócio etc. Muito cuidado na definição do que é resultado e o que é AAP. É importante a atenção referente modificações nos métodos de equivalência patrimonial, nos conceitos de arrendamento mercantil, no tratamento de instrumentos financeiros dentre outros casos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;A parte complexa tem a ver com análise, quantificação e agregação de riscos que tenham como objetivo influenciar o custo do capital e se alinhar as melhores práticas de governança corporativa. A qualidade da informação contábil será avaliada em função de estimativas consistentes com o mercado; que demonstre a sustentabilidade do negócio, transparência dos processos internos e capacidade de geração de caixa. O Contador deverá então deixar as atividades de classificação e análise contábil para os sistemas ERP e concentrar sua atenção no trabalho de prospecção e elaboração de cenários econômicos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-141538055308912886?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/141538055308912886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/desafios-do-novo-modelo-contabil.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/141538055308912886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/141538055308912886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/06/desafios-do-novo-modelo-contabil.html' title='Desafios do novo modelo contábil'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-4946821158595586185</id><published>2009-05-28T11:07:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T15:03:56.698-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>A CULTURA DA DIFICULTAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000066;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 28/05/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo11.rg3.net/"&gt;www.artigo11.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Segundo a definição clássica sistema é um conjunto de elementos que têm entre si relações e que atuam segundo um objetivo. Um sistema inteligente e bem estruturado é composto por um número imenso de variáveis que se inter-relacionam umas com as outras formando uma longa cadeia de fluxos de informações. Os sistemas também são compostos por subsistemas que possuem dinâmica própria - algo semelhante a um organismo vivo o qual é composto de órgãos, os órgãos de células, as células de estruturas menores, e assim por diante. A ação de um corpo vivo em movimento é resultado de uma superestrutura de processos desencadeados simultaneamente e que acontecem em perfeita harmonia e sincronização. Esse conceito se aplica perfeitamente ao funcionamento de uma organização, sendo ela econômica ou não. Para se buscar níveis de excelência nos processos produtivos e organizacionais é importante uma atenta e crítica observação do comportamento das variantes sistêmicas. A desatenção aos detalhes resulta numa multiplicidade de disfunções que acaba comprometendo a produtividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia da informação, assim como todo um arsenal de conhecimento disponível nas mais diversificadas mídias deveria prover meios de desenvolvimento de métodos inteligentes de trabalho. Infelizmente, não é bem isso que a nossa prática diária revela como, por exemplo, planilhas utilizadas para organizar grandes volumes de dados e que depois de prontas requerem uso de calculadora para se obter algumas informações relevantes. Ou então a falta de cuidado quanto à organização de documentos referentes a retenções de imposto de renda na fonte que à época da apresentação da DIRF provoca um rebuliço e estresse absolutamente desnecessários. Outro exemplo de vetor que consome os nervos e compromete o desempenho do trabalho são os aplicativos apinhados de restrições às demandas dos usuários. É um tal de “não faz isso”, é “um não faz aquilo” ou “o sistema é assim mesmo” ou então “você tem que se adaptar ao sistema” etc. Interessante é que esse tipo de coisa acontece justamente nos top dos top. Enquanto isso, outros aplicativos médios que custam cem vezes menos dão uma impressionante agilidade e produtividade ao usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem ambientes organizacionais que mais lembram a casa do espanto devido a tantos sustos que sofrem os desavisados ou por seus armários estarem cheios de esqueletos. Um ambiente desse tipo desenvolve a curiosa capacidade de criar problemas numa escala espantosa, sendo que muitos deles conseguem a façanha de produzir nós indesatáveis. Alguns membros dessas organizações transmitem a impressão de estarem sempre embaralhando as coisas, complicando tudo ao seu redor e se regozijando diante do caos. Ao observador atento fica a sensação de estar sendo acometido de crises de paranóia ao se deparar com tantos absurdos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas perguntas ficam no ar, tais como: Por que isso acontece? Ou, como se chegou a esse ponto? Ou ainda, o que fazer diante desse quadro desalentador? Talvez as respostas sejam difíceis de serem encontradas enquanto as pessoas estiverem mergulhadas no embriagante caldo desorganizacional. Seus modelos mentais foram seqüestrados e seus discernimentos comprometidos. Será preciso um choque para que todos possam acordar dessa letargia de paradigma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fenômenos assim ocorrem quando não há um firme centro de comando ou quando muitas eminências pardas atuam nos bastidores. Os descompassos e solavancos derivados da falta de gestão profissional provocam sérios desarranjos nos fluxos de trabalho além de desorientar a produção de informações e comprometer toda a estrutura funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A solução para esse estado de coisas começa por uma atitude firme que alguém deve tomar. Alguém precisa tomar o leme nas mãos e botar ordem na casa; chutar o pau da barraca, dar um soco na mesa e falar grosso. Se for necessário, contratar um serviço especializado para ajudar a empresa a retornar aos trilhos da boa gestão. Melhor ainda, desenvolver um programa de gestão profissional e convocar todos para salvar a empresa da falência. A maioria, com certeza, estará disposta a ajudar, visto que é o emprego de todos que está em jogo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-4946821158595586185?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/4946821158595586185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/cultura-da-dificultacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4946821158595586185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/4946821158595586185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/cultura-da-dificultacao.html' title='A CULTURA DA DIFICULTAÇÃO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-3933676643108210394</id><published>2009-05-21T06:30:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:21:49.839-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IFRS'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><title type='text'>IFRS PARA TODOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - www.reginaldo.cnt.br&lt;br /&gt;E-mail - reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 21/05/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo10.rg3.net/"&gt;www.artigo10.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O universo contábil brasileiro vive atualmente um momento de grande transformação. Diria até que para alguns seria uma convulsão. Assim com a Lei nº 6.404/1976 trouxe profundas mudanças ao direito contábil com suas normativas de mensuração das mutações patrimoniais, a Lei nº 11.638/2007 vem provocando uma revolução maior ainda devido à alta carga de subjetivismo dela decorrente. Se a primeira era eminentemente normativa, essa última está revestida de uma aura quase que filosófica; talvez por isso esteja assustando tanta gente. Se antes foi preciso estudar muito, agora, é necessário também incorporar o espírito de todo um conjunto de reflexões que há anos vem sendo desenvolvido pelo IASB e que até agora não está completamente estruturado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IASB (International Accounting Standards Board) é o organismo internacional sediado na capital britânica, que tem como objetivo harmonizar as práticas contábeis por diversos países. A adesão da contabilidade brasileira aos padrões IFRS (International Financial Reporting Standards) determinados pelo IASB é uma forma de facilitar a análise financeira do desempenho de empresas brasileiras por investidores internacionais, mitigando a desconfiança e o custo do capital. O trabalho dessa entidade está voltado para desenvolvimento de práticas contábeis alinhadas com os mais avançados modelos de gestão. O resultado desse esforço tem sido creditado à qualidade da informação contábil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um expressivo contingente de profissionais da contabilidade está simplesmente ignorando os ventos da mudança (ventos que mais parecem uma tempestade). O argumento é que somente as sociedades anônimas e limitadas de grande porte estão ao alcance desse novo diploma legal. Tal comportamento não é adequado a um profissional que sabe o quanto seu trabalho é desvalorizado devido ao fato de não dispor de instrumentos técnicos adequados para atender plenamente às expectativas dos seus clientes. Em vez de aproveitar a oportunidade para se municiar desses novos e maravilhosos instrumentos para elevar a qualidade dos seus serviços, muita gente fica pelos cantos reclamando ou fugindo do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Lei nº 6.404/1976 originalmente foi aplicada às Sociedades Anônimas, sendo que o caput do artigo 6º formalizou o conceito de Lucro Real baseado no lucro líquido ajustado pelas adições, exclusões ou compensações autorizadas pela legislação tributária. Já o inciso XI do artigo 67, do Decreto-Lei nº 1.598/1977 determinou que o lucro líquido fosse apurado com observância das disposições da Lei nº 6.404/1976, a qual regulava somente as sociedades por ações. Esse conceito legal permanece em vigor. A Lei nº 11.638/2007 modifica a lei das Sociedades Anônimas e todas as entidades obrigadas a adotar seus dispositivos conforme determina o Decreto-Lei nº 1.598/1977. Subentende-se dessa forma que as alterações promovidas pela Lei nº 11.638/2007 é aplicável a todas as empresas sujeitas ao regime de tributação pelo Lucro Real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das modificações substanciais da nova lei diz respeito à criação do conceito de empresa de grande porte, as quais terão que adotar escrituração semelhante às Sociedades Anônimas e serem obrigadas a submeter seus registros à análise de auditoria independente. Ainda é objeto de polêmica a questão da publicação compulsória de Demonstrativos Financeiros. De acordo com o parágrafo único do artigo 3º, da Lei nº 11.638/2007, sociedade de grande porte é aquela que no exercício social anterior, tiver ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta milhões de reais) ou receita bruta anual superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante frisar que o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis), criado pela Resolução CFC nº 1.055/2005, com a finalidade de desenvolver uma estrutura conceitual contábil em consonância com as normas internacionais de contabilidade, não poderá caracterizar-se como uma entidade cujos pronunciamentos venham a se conflitar com as normas reguladoras da profissão contábil. A estrutura conceitual básica do CPC é derivada da Lei nº 11.638/2007. Talvez por isso que a orientação dos conselhos regionais de contabilidade tem sido de aderência completa ao padrão IFRS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polêmicas à parte sobre a aplicabilidade da Lei nº 11.638/2007 é recomendável o ajustamento ao padrão contábil internacional, visto que não vai demorar muito para que, indubitavelmente, organizações de todo e qualquer porte sejam abraçadas por esse novo sistema - as empresas de auditoria já estão fazendo essa exigência aos seus clientes. Daí, que é bom aproveitar o momento para se adequar do que correr atrás do prejuízo depois.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-3933676643108210394?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/3933676643108210394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/ifrs-para-todos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3933676643108210394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/3933676643108210394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/ifrs-para-todos.html' title='IFRS PARA TODOS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8381068580117195695</id><published>2009-05-14T05:24:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:21:02.905-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='RTT'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='subjetividade responsável'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='IASB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei 11.638'/><title type='text'>A era da subjetividade responsável</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#cc0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 14/05/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo09.rg3.net/"&gt;www.artigo09.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Imaginemos um mundo em que todos os sapatos tivessem um único número, que todas as roupas fossem da cor azul, que as pessoas comessem somente arroz com macarrão ou que houvesse um só canal de televisão. Não, esse mundo não é a China de Mao Tsé-Tung.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não é de hoje que os contadores se vêem às voltas com questionamentos desconcertantes de administradores sobre interpretações de fatos contábeis. Em resposta, o profissional da contabilidade costuma redargüir com as normas reguladoras da profissão e com a legislação tributária. Por mais sólidos que sejam os argumentos, os mesmos não conseguem dissuadir o gestor, que gostaria de ver o desempenho da estrutura do seu negócio fielmente retratado em demonstrativos contábeis. Conflito maior ainda acontece na cabeça de um executivo vindo do exterior para administrar uma subsidiária de uma multinacional em terras brasileiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo do engessamento não está na China. Está aqui mesmo, na contabilidade brasileira tradicional. Sabe Deus quando os contadores perderam o rumo e foram obrigados a caminhar na estrada pavimentada pelo fisco. A objetividade dos critérios de tributação estabelecida pelo fisco lhe proporcionou meios de encurralar o contribuinte e garantir o abastecimento do erário, mas isso redundou num conceito de uniformidade o qual foi absorvido pelas escriturações contábeis das organizações. É óbvio que tal uniformidade não existe visto que nenhuma empresa é igual à outra e o prejuízo decorrente dessa prática foi debitado na conta da informação do valor real da companhia. É importante lembrar que uma infinidade de fatores contribui para o resultado de uma organização econômica, sendo que o papel da contabilidade é evidenciar as conseqüências de todo um conjunto de processos econômicos na forma de registros compreensíveis aos administradores e demais interessados - evidenciar o valor real de uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A batalha para separar o pernicioso agente fiscal do ideário contábil vem de muitos anos através do trabalho de vários contadores e administradores, os quais se insurgiram contra a ordem estabelecida. Desenvolveram complexos modelos que permitiram a produção de informações societárias realísticas sem deixar de lado o atendimento de normas tributárias. Uma das conseqüências foi a grande quantidade de ajustes no Lalur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O advento da Lei 11.638/2007 inaugurou uma era de subjetividade responsável, demolindo formalismos e libertando a contabilidade do engessamento fiscal e tecnicista. Esse admirável mundo novo contábil amplia espaço para ponderações das mais diversas formas e nos convida a uma espécie de ecumenismo envolvendo contadores, economistas, administradores etc. Respiremos fundo e apertemos o cinto porque iniciamos uma viagem de manobras vertiginosas. À nossa frente um horizonte de profundas mudanças no ambiente empresarial; mudanças substanciais, mudanças impactantes, mudanças de comportamento, mudanças de atitude etc. É uma mudança que está fazendo com que os contadores revejam tudo que aprenderam até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A densidade da Lei 11.638/2007 vem provocando muitos desdobramentos devido ao fato de ter trazido para a nossa realidade toda uma estrutura conceitual das normas internacionais de contabilidade, cujo cerne está calcado no princípio da essência sobre a forma. O foco é direcionado para a segurança na condução da gestão e para as características qualitativas da informação contábil. Expressões como AVP, DFC, DVA, IFRS, Valor Justo, Convergência Internacional, Demonstrações Comparativas, Análise de Riscos, Ajuste de Avaliação Patrimonial, Teste de Recuperabilidade, Vida Útil Econômica etc., terão que ser digeridas e catalisadas tanto por contadores como administradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem ficou numa sinuca de bico foi o fisco que terá que encontrar uma saída para essa situação embaraçosa. No momento, estamos sob a égide do RTT. Ou seja, tudo dantes até que a RFB se pronuncie sobre o assunto. Se administradores e contadores estão sendo obrigados a repensar seus métodos de trabalho, o fisco mais ainda. É uma missão quase que impossível em vista da grandiosidade e complexidade da legislação tributária das diversas esferas do governo, que nos últimos 20 anos editou mais de 240.000 normas tributárias, sendo que somente 7% desse total estão em vigor.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8381068580117195695?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8381068580117195695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/era-da-subjetividade-responsavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8381068580117195695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8381068580117195695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/era-da-subjetividade-responsavel.html' title='A era da subjetividade responsável'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-7344623934675255358</id><published>2009-05-07T05:52:00.005-05:00</published><updated>2011-07-24T10:20:25.912-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>A TECNOLOGIA E OS SERVIÇOS CONTÁBEIS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;color:#000066;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 07/05/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo08.rg3.net/"&gt;www.artigo08.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;As mais diversas áreas do conhecimento estão sujeitas às mudanças que naturalmente surgem de tempos em tempos. Mudanças conceituais, mudanças operacionais, mudanças estratégicas etc. Sempre surgirá alguém que lançará um novo olhar sobre determinadas questões, oferecendo assim uma nova interpretação de um assunto dado como encerrado. O resultado dessa dinâmica é a expansão das fronteiras para novas oportunidades de negócios. Atualmente, o fenômeno da tecnologia da informação tem desencadeado profundas transformações na vida e no trabalho das pessoas. É preciso, portanto, atenção aos movimentos do mercado, visto que a velocidade das mudanças muitas vezes nos impede de ver o momento de mudar. O diferente ritmo de ação entre concorrentes de um mesmo mercado pode provocar um distanciamento muito grande entre os mais ágeis e os inertes. Dependendo de determinadas circunstâncias, aqueles que perdem o bonde nunca mais alcançarão os que saíram na frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é diferente no mercado de prestação de serviços contábeis. Tradicionalmente, os escritórios de contabilidade recebem documentos dos seus clientes e os convertem em registros com o propósito de produzir informações necessárias ao atendimento de normas legais. De forma geral, todo um trabalho é pautado pelo viés legalista e pelo tradicionalismo, não importando o quanto evolua as ferramentas da tecnologia da informação. Ou seja, persiste o ritual de construção de uma estrutura de movimentação contábil a partir de uma documentação inconsistente ou incompreensível. Essa situação acaba levando o contador a apelar para sua capacidade de abstração a fim de imaginar como vários processos foram operacionalizados pelos funcionários do seu cliente. Obviamente que isso gera um desgaste desnecessário, além de riscos à qualidade do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de reconstruir um fato operacional para depois transformá-lo em registro contábil, o contador poderia trabalhar a partir da fonte original. Os processos de cada cliente poderiam ser tratados como objeto de estudo que possibilitassem a compreensão de como operariam suas diversas áreas ou departamentos. A área financeira demanda um tratamento especial, visto que ela é o coração da empresa; por onde passam todas as transações envolvendo dinheiro. Sendo assim, os fatos financeiros e contábeis carecem de uma intimidade absoluta. O contador deve raciocinar financeiramente e o administrador financeiro trabalhar contabilmente. Um ponto importante esquecido pelas pessoas que operacionalizam as movimentações financeiras é que elas não detalham os registros de forma que os documentos falem por si só. Ou seja, registros financeiros bem feitos não devem demandar explicações ou esclarecimentos adicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como então fazer a conexão entre o financeiro e o contábil? Primeiramente, deverá ser verificado se o software de controle financeiro dispõe de recursos que classifique contabilmente as operações e gere um arquivo eletrônico que possa ser absorvido pelo software do escritório de contabilidade. Tal verificação dependerá de um estudo de compatibilidade com suporte dos licenciadores dos dois sistemas. Feitos os estudos e os testes apresentarem resultados positivos, bastará um bom treinamento junto ao cliente e uma adequada configuração do software financeiro para que o mesmo possa produzir as informações no formato que o contador determinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso não haja possibilidade de integração de dados, mas seja possível a codificação contábil das operações no software financeiro, o contador poderia preparar uma estrutura capaz de emitir relatórios os quais seriam uma fonte confiável de alimentação do software contábil via digitação. Diante da impossibilidade do software do cliente classificar contabilmente os registros financeiros, restaria ao contador desenvolver uma metodologia de registro financeiro que conferisse agilidade e segurança aos registros contábeis. A aplicação desse conceito de integração é válida para todas as áreas geradoras de informações contábeis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os prestadores de serviços contábeis precisam desenvolver expertise suficiente para viabilizar um projeto desse nível. A combinação de profundos conhecimentos em contabilidade e tecnologia da informação em um só profissional é inevitável diante dos cenários que vêm se desenhando a cada dia que passa. Vivemos um tempo de mudanças constantes e de exigências crescentes, o que nos faz lembrar que o estudo é parte indissociável do trabalho. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-7344623934675255358?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/7344623934675255358/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/tecnologia-e-os-servicos-contabeis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7344623934675255358'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/7344623934675255358'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/05/tecnologia-e-os-servicos-contabeis.html' title='A TECNOLOGIA E OS SERVIÇOS CONTÁBEIS'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8139884234184434049</id><published>2009-04-30T08:16:00.006-05:00</published><updated>2011-07-24T10:19:36.303-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>PREPARANDO O TERRENO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Site pessoal - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;E-mail - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#990000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 30/04/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo07.rg3.net/"&gt;www.artigo07.rg3.net&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Determinada casa foi construída no meio de um terreno acidentado. Em seguida fez-se uma longa gambiarra para instalar água, energia e telefone. A dificuldade começou logo no início, quando foi necessário abrir uma picada para transportar o material de construção. Outro problema surgiu ao não se saber dar a destinação adequada ao esgoto. Algum tempo depois outro imóvel residencial foi erguido nas mesmas precárias condições. Nos meses seguintes mais e mais unidades imobiliárias foram ocupando os espaços disponíveis com o agravante de que a posição das casas não obedeceu nenhum tipo de ordem ou alinhamento. Consequentemente, não era possível o trânsito de veículos automotores. De início, quando a população era pequena, a desordem não impedia as boas relações entre vizinhos, mas após anos de explosivo crescimento a convivência tornou-se impraticável levando o grande bairro ao colapso. No dia que os órgãos competentes decidiram fazer um trabalho de urbanização, concluíram que a única saída era a remoção das famílias para uma área dotada de infra-estrutura apropriada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muitas empresas, o desenvolvimento de uma estrutura de controle interno via sistema ERP (Enterprise Resources Planning) segue uma dinâmica similar. Ou seja, parte-se para execução sem passar pela imprescindível etapa do planejamento. Trabalham-se as partes sem considerar a relação de umas com as outras e a função desses vínculos frente ao objetivo geral do projeto; algo semelhante a um quebra-cabeça cujas peças acabam não se encaixando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma empresa que cresceu o suficiente em estrutura física, quantidade de operações, complexidade dos processos etc., chega a um ponto que percebe a imperiosa necessidade de integração dos seus controles internos. Nesse momento é importante agir com calma e serenidade. Primeiramente, é preciso estudar bem o assunto; saber o que significa exatamente um sistema de gestão e se informar como o processo foi conduzido em empresas que consolidaram sua estrutura de controle interno através de uma ferramenta ERP. É bom ter uma longa conversa com três tipos de pessoas: um consultor com larga experiência em gestão de integração de sistemas; um profissional sênior de uma empresa que comercializa sistemas ERP; e principalmente, um diretor ou sócio de uma empresa que foi bem sucedida na implementação de um sistema desse porte. A combinação dos pontos de vista, sistêmico, técnico e estratégico fornecerá os subsídios necessários à compreensão do assunto. Essa avaliação é fundamental em face de um histórico de casos desastrosos envolvendo implantações mal sucedidas de sistemas ERP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tudo, é preciso preparar o terreno e criar a infra-estrutura sobre a qual será construído o sistema integrado de gestão. Essa etapa do projeto envolve a análise do grau de organização dos processos, da funcionalidade dos procedimentos, do desenho do fluxo de informações, e principalmente, da maturidade das pessoas que fazem a coisa acontecer. O quesito maturidade contempla também o conhecimento que os funcionários têm da empresa como um todo e o papel de cada colaborador na estrutura funcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estando pronto o diagnóstico, a fase seguinte consistirá no redesenho dos fluxos e processos a fim de ajustar a estrutura de informações ao modelo de um sistema ERP. O trabalho deverá ser minucioso e didático. Ou seja, deverão ser reavaliados os cadastros, ordem de execução de tarefas, fluxo de informações, manuseio de documentos, atribuições dos funcionários, forma de arquivamento dos registros etc. Tal reavaliação já deverá ser acompanhada de medidas corretivas via mudança nos procedimentos internos. Um ponto importantíssimo que merece atenção especial é a disciplina na aplicação das novas regras. Será necessária uma intensa ação educativa para conseguir aderência das pessoas ao novo modelo de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O interessante é que nessa fase preparatória pipocam problemas por todos os lados, demonstrando assim o perigo de já se estar com o sistema ERP rodando. Essas ocorrências devem ser aproveitadas para se corrigir todos os possíveis desvios. Tal como o exemplo das unidades imobiliárias do início do texto, a preparação da infra-estrutura permitirá a implantação de um sistema integrado de gestão via ERP sem traumas ou prejuízos. Por fim, com os processos mapeados e as pessoas preparadas, poderão ser adotados os procedimentos técnicos de efetiva instalação do novo sistema.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-8139884234184434049?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/8139884234184434049/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/preparando-o-terreno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8139884234184434049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/8139884234184434049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/preparando-o-terreno.html' title='PREPARANDO O TERRENO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5571292130644208426</id><published>2009-04-23T05:39:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T10:19:04.342-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cultura corporativa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paradoxos administrativos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fraudes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fragilidade operacional'/><title type='text'>COMPORTAMENTO TEMERÁRIO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;Site pessoal - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;E-mail - &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#666666;"&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 23/04/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo06.rg3.net/"&gt;www.artigo06.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Cada pessoa possui um jeito próprio de reagir à ação dos agentes externos e de interpretar o mundo. É o que podemos chamar de idiossincrasia. Tal fenômeno é observado na forma como as diferentes culturas desenvolveram linguagens e hábitos próprios, e também como cada pessoa trabalha a solução de um problema ou encontra meios de expressar seus sentimentos. A mente humana tem um infinito poder de criação, mas também é muito suscetível a estruturas de raciocínio que demonstrem coerência. Dessa forma, é possível sintonizar um grande número de percepções em um só canal para que todos compreendam clara e detalhadamente uma idéia, uma orientação ou um propósito. Mas é preciso haver uma força capaz de manter a integridade da estrutura da idéia original, visto que a falta de coesão acaba por fim resultando em uma multiplicidade de interpretações e conseqüente perturbação da ordem das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem métodos consagrados para os mais variados tipos de controles burocráticos; práticas testadas e aprimoradas ao longo de muitos anos por renomados profissionais. Daí, que a roda existe e é redondinha. Não há necessidade de reinventá-la, de arredondá-la mais ainda. Só que muita gente não atenta para isso. É curioso observar a forma bem particular que certas empresas trabalham seus controles internos. Cada uma de um jeito mais interessante que a outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte dos empresários costuma delegar aos seus empregados uma série de procedimentos burocráticos sem se preocupar muito com a metodologia que será utilizada ou desenvolvida. O funcionário que recebe a incumbência e que não passou por nenhum tipo de capacitação interpretará os fatos de acordo com seus padrões mentais e transferirá para um determinado tipo de registro o resultado da sua percepção. Como conseqüência, o produto final do trabalho só ficará compreensível ao seu autor. Essas práticas são particularmente perigosas quando acontecem na área financeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fatos financeiros podem e devem ser convertidos em registros perfeitamente compreensíveis a qualquer pessoa que os examinarem atentamente. Basta a aplicação de uma boa técnica, disciplina e atenção. Cada ocorrência pode ser considerada um processo com início, meio e fim. Existem processos extremamente simples, como por exemplo, o pagamento de um sedex. Há outros que se revestem de certa complexidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Examinemos o processo de aquisição de insumos em uma indústria organizada. O cuidado acontece no momento em que é feita a solicitação do material. Nessa fase já é determinada uma série de informações técnicas acerca dos itens solicitados, como se fosse a preparação de uma nota fiscal. Tal solicitação é convertida em pedido pelo setor de compras, que negocia preço, prazo etc. Dias depois, ao receber a encomenda do fornecedor, alguém verificará se a nota fiscal é uma réplica do pedido. A etapa seguinte será alimentar o sistema de estoque e gerar uma obrigação financeira. O funcionário do setor financeiro agendará os pagamentos anexando cópia da nota fiscal a cada boleto, além de cópias de documentos que de alguma forma sejam importantes para o esclarecimento de um fato específico, como um desconto especial na última duplicata. Todos os documentos produzidos ao longo do processo devem ficar agrupados e disponíveis para uma auditoria. O custo administrativo aumenta? Sim. Mas o preço da desorganização é muito maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inobservância de procedimentos que dificultem o esclarecimento de determinadas operações via documentação suporte, pode ser considerado um comportamento temerário por parte do pessoal envolvido no processo. Os administradores de recursos econômicos são obrigados a prestar contas para vários agentes, sendo que os mais críticos são o acionista e o fisco. O modo obscuro que muita gente administra recursos sob sua responsabilidade pode resultar em conseqüências muito graves. Tais conseqüências podem ter um longo raio de ação e alcançar várias pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim das contas, a responsabilidade pelos desajustes é do principal gestor que não optou por uma administração profissional, que não captou os abundantes sinais de descontrole, que ignorou nuvens negras encobrindo sua burocracia interna e que não procurou raciocinar que existe uma variada gama de soluções no mercado pronta para ser utilizada. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5571292130644208426?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5571292130644208426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/reginaldo-de-oliveira-site-pessoal-www.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5571292130644208426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5571292130644208426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/reginaldo-de-oliveira-site-pessoal-www.html' title='COMPORTAMENTO TEMERÁRIO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-5382607039224656552</id><published>2009-04-16T06:02:00.004-05:00</published><updated>2009-05-24T08:30:23.767-05:00</updated><title type='text'>O CASO ENZO</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Site pessoal - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;E-mail - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 16/04/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo05.rg3.net/"&gt;www.artigo05.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Enzo era gerente de um complexo hoteleiro localizado no interior do estado quando foi convidado por um rico empreendedor para tocar um negócio na capital do Amazonas. A proposta contemplava a possibilidade de o futuro empresário tornar-se proprietário de 40% do capital social assim que cumprisse determinadas metas. Enzo não pensou duas vezes, visto ser aquela a oportunidade da sua vida. Sua rica experiência administrativa fui muito útil naquele momento, mas teve que aprender rapidamente as peculiaridades de uma atividade econômica que seu amigo empreendedor levou muitos anos para dominar. Em poucos dias, Enzo estava comprando, vendendo; administrando com maestria as finanças, seu pessoal, estoque, assuntos organizacionais, questões fiscais, concorrência, mercado etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Munido de um entusiasmo fora do comum, sua primeira providência foi conquistar a confiança e obter apoio do seu grupo de colaboradores, conclamando-os a serem solidários num objetivo comum. Enzo tem um forte espírito de humanidade e empatia. Ele sempre disse que a disposição das pessoas está diretamente ligada aos benefícios práticos que poderiam obter. Ou seja, discursos vazios e atitudes demagógicas não seriam capazes de motivar uma equipe e naquele momento era fundamental o comprometimento do seu pessoal. Sua doutrina sempre foi clara e sua ética inquestionável. Mas também nunca aceitou menos que cem por cento de desempenho do seu time campeão. O novo empresário contagiou clientes, colaboradores e fornecedores com o seu carisma acima da média. Com tantas qualidades reunidas em uma só pessoa não foi de espantar que as coisas transcorressem de forma satisfatória desde a fase inicial até o presente momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enzo atua na distribuição de produtos de tecnologia e seu maior volume de clientes é formado por autônomos que oferecem seus serviços a pessoas físicas e jurídicas. Assim como acontece nas outras unidades do grupo econômico, sua empresa possui uma bem estruturada sala onde acontecem treinamentos diários para que os funcionários conheçam bem os produtos que vendem. Esse ambiente é também utilizado para formar profissionais que irão disseminar novas soluções tecnológicas. Os instrutores são oriundos dos grandes centros de tecnologia, tais como São Paulo, Minas Gerais e Paraná. No sentido inverso, vários funcionários graduados viajam para essas regiões a fim de participar de treinamentos nas sedes dos fornecedores das tecnologias que são comercializadas em Manaus. Enzo mantém um diálogo afinado com os seus fornecedores, de quem já conquistou respeito, amizade e cooperação. Conquistou também as mesmas considerações dos seus clientes, visto que a maioria deles elevou seu padrão de vida após a firmação de parceria com a empresa. A principal chave desse estrondoso sucesso foi uma fórmula bem simples: não concorrer com os seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só isso. Enzo aposta nas pessoas e espera muito delas. Por isso todos se esforçam para não decepcioná-lo. Enzo promove muitas festas; na sua empresa nunca falta suco, café e água gelada. Aos sábados é oferecido um farto café regional onde clientes e funcionários se regalam com a grande variedade de petiscos. Na empresa tudo é comemorado, tudo é vibrante, bonito e organizado – parece um mini-shopping. Enzo disponibilizou um local na sua empresa com mesa, telefone e fax onde qualquer cliente o utiliza para fazer negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enzo resgatou o grupo empresarial de uma precipitada curva descendente; inaugurou quase que simultaneamente uma unidade do negócio em Boa Vista e outra em Porto Velho. Também, foi decisivo na implantação da loja de São Luís/MA. A média de faturamento mensal da sua empresa (Manaus) no primeiro ano foi de sessenta mil reais e sete anos depois alcançou a incrível cifra de mais de um milhão de reais por mês sem nunca ter utilizado capital de terceiros. Os feitos de Enzo são revestidos de cores épicas e sua capacidade de realização é inesgotável. Enzo se nutre da força das pessoas à sua volta porque sabe extrair o melhor que elas podem oferecer. O sucesso de todos é fruto dessa simbiose. Destaca-se aqui o importantíssimo apoio da sua esposa nessa jornada de conquistas e muito trabalho.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3971627470837609031-5382607039224656552?l=regecontabilidade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/feeds/5382607039224656552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/o-caso-enzo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5382607039224656552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3971627470837609031/posts/default/5382607039224656552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://regecontabilidade.blogspot.com/2009/04/o-caso-enzo.html' title='O CASO ENZO'/><author><name>Reginaldo de Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07694796423428683630</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-Vim75WZLTO8/Ti679M8y4wI/AAAAAAAAATE/lT3JrdjQvsA/s220/rege_blogspot-small.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3971627470837609031.post-8933018907602222857</id><published>2009-04-09T07:04:00.007-05:00</published><updated>2011-07-24T15:05:41.027-05:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='estratégia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento organizacional'/><title type='text'>O MÉRITO É DE TODOS</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:130%;"&gt;Reginaldo de Oliveira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Site pessoal - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.reginaldo.cnt.br/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;www.reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;E-mail - &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:reginaldo@reginaldo.cnt.br"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;reginaldo@reginaldo.cnt.br&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Publicado no Jornal do Commercio em 09/04/2009 – Manaus/AM - Pag. A3&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.artigo04.rg3.net/"&gt;www.artigo04.rg3.net&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A cultura grega foi a que alcançou o maior desenvolvimento intelectual na antiguidade, tanto que seus reflexos chegaram até os dias atuais. A religião grega tinha uma curiosa particularidade: não havia sacerdote e as pessoas não se preocupavam com a salvação da alma. O politeísmo era uma fonte de amplificação da compreensão das coisas do mundo. Por isso os gregos eram tão avançados. Cada deus carregava em si uma lição moral ou interpretação dos fenômenos da natureza e da vida. Tal paganismo suscita a idéia de que o mundo divino era povoado por uma equipe de deuses, cada um com sua função e simbolismo. A expansão da grande religião monoteísta consolidou a figura da entidade detentora da única verdade. Como as divindades são reflexos dos anseios humanos, essa unicidade cognitiva teve como conseqüência o fechamento dos centros nervosos e criativos, levando a humanidade aos porões do obscurantismo. Uma das conseqüências foi o fortalecimento da figura do herói e salvador, um arquétipo que se incrustou no inconsciente coletivo resultando na supervalorização do líder e a neutralização do trabalho dos liderados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os registros históricos estão repletos de exemplos da força transformadora dos 
